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Messi, Cristiano e Modric mostram que idade não é barreira; e Neymar em 2030?

A Seleção Brasileira ficou pelo caminho nesta Copa do Mundo Fifa 2026, mas um debate nacional já começou a tomar corpo visando 2030: Neymar pode estar entre os convocados para a próxima Copa?

A participação dele, aos 34 anos, na competição deste ano despertou sentimentos controversos na torcida, criando na mesma medida fãs e haters, um sentimento que deverá se expandir no próximo ciclo.

O próprio pai do jogador, Neymar da Silva Santos, abriu essa campanha ao divulgar uma carta aberta, no dia seguinte a eliminação para a Noruega, pedindo que o filho siga “jogando futebol”.

Quem já defende a presença do craque do Santos em 2030 aposta na qualidade de vida e a qualidade de tratamentos que os jogadores atuais possuem e recebem. Nessa copa um grupo grande de craques foram destaques pelas seleções deles com a idade fora da faixa comum.

A começar por Lionel Messi, que aos 39 anos está “quebrando a bola” e caminha para levar a Argentina novamente a uma final de Copa. Com um detalhe: ele divide a artilharia, com oito gols, ao lado de Mbappe, 13 anos mais novo.

O argentino não é o único: Cristiano Ronaldo, com 41, foi titular na campanha de Portugal que só caiu diante da favorita Espanha, e isso com um gol aos 46 minutos do segundo tempo.

O craque Modric, aos 40, seguiu titular na seleção da Croacia, que caiu justamente para Portugal de Ronaldo na fase de 16 avos de final. Destino semelhante de Manuel Neuer, que aos 40 anos se despediu da Alemanha na derrota para o Paraguai nos pênaltis.

O jogador mais velho a disputar essa Copa foi Gordon, que aos 43 anos comandou a Escócia contra o Brasil na última rodada da fase de grupo.

Embora na reserva, Ochoa esteve com o México até a seleção dele ser eliminada num dos jogos mais emocionantes da Copa, o 3 x 2 para a Inglaterra, de Harry Kane, nas oitavas de final.

Ao lado de Ochoa e Neuer outro goleiro que se destacou nesta Copa, com desempenho bem acima da média, foi o caboveriano Vozinha, também de 40 anos. Ele parou atacantes do porte do espanhou Yamal e o supercraque Messi, que só viu a Argentina se classificar aos 111 minutos da prorrogação e com um gol contra de Diney Borges.

O gol tradicionalmente favorece a longevidade em Copas. Zoff foi campeão do mundo pela Itália em 1982 aos 41 anos. Gilmar dos Santos Neves defendeu o gol  da Seleção Brasileira até os 38 anos, na Copa de 66. No Brasil, Fábio, do Fluminense, segue entre os melhores goleiros do Campeonato Brasileiro às vésperas de competar 46  anos.

Para o professor de Educação Física, Aurenio Zanys Teixeiira, a discussão sobre a participação de Neymar na próxima Copa aos 38 anos dependerá de fois fatores: o passado e uma mudança de estilo de jogo.

O passado, segundo o professor, diz respeito aos efeitos das diversas lesões que ele sofreu ao longo da vida. Neste ciclo o desempenho dele foi prejudicado por um rompimento do ligamento cruzado anterior (LCA) na derrota para o Uruguai, em outubro de 2023, pela quarta rodada das  eliminatórias. “Deixou sequelas? o ligamento está mais fragilizado? Novas lesões podem acontecer? Lembro que ele foi convocado estando machucado e só esteve apto para jogar na terceira rodada”, analisou.

Quanto a mudançã de estilo, o professor lembra que Neymar tem por característica partir para cima do marcador, tentar o drible, ultrapassá-lo e assim fica mais expostos a faltas, muitas delas desleais. “Isso deixa um acumulo de desgaste”, pontuou.

 

 

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A Seleção Brasileira ficou pelo caminho nesta Copa do Mundo Fifa 2026, mas um debate nacional já começou a tomar corpo visando 2030: Neymar pode estar entre os convocados para a próxima Copa?

A participação dele, aos 34 anos, na competição deste ano despertou sentimentos controversos na torcida, criando na mesma medida fãs e haters, um sentimento que deverá se expandir no próximo ciclo.

O próprio pai do jogador, Neymar da Silva Santos, abriu essa campanha ao divulgar uma carta aberta, no dia seguinte a eliminação para a Noruega, pedindo que o filho siga “jogando futebol”.

Quem já defende a presença do craque do Santos em 2030 aposta na qualidade de vida e a qualidade de tratamentos que os jogadores atuais possuem e recebem. Nessa copa um grupo grande de craques foram destaques pelas seleções deles com a idade fora da faixa comum.

A começar por Lionel Messi, que aos 39 anos está “quebrando a bola” e caminha para levar a Argentina novamente a uma final de Copa. Com um detalhe: ele divide a artilharia, com oito gols, ao lado de Mbappe, 13 anos mais novo.

O argentino não é o único: Cristiano Ronaldo, com 41, foi titular na campanha de Portugal que só caiu diante da favorita Espanha, e isso com um gol aos 46 minutos do segundo tempo.

O craque Modric, aos 40, seguiu titular na seleção da Croacia, que caiu justamente para Portugal de Ronaldo na fase de 16 avos de final. Destino semelhante de Manuel Neuer, que aos 40 anos se despediu da Alemanha na derrota para o Paraguai nos pênaltis.

O jogador mais velho a disputar essa Copa foi Gordon, que aos 43 anos comandou a Escócia contra o Brasil na última rodada da fase de grupo.

Embora na reserva, Ochoa esteve com o México até a seleção dele ser eliminada num dos jogos mais emocionantes da Copa, o 3 x 2 para a Inglaterra, de Harry Kane, nas oitavas de final.

Ao lado de Ochoa e Neuer outro goleiro que se destacou nesta Copa, com desempenho bem acima da média, foi o caboveriano Vozinha, também de 40 anos. Ele parou atacantes do porte do espanhou Yamal e o supercraque Messi, que só viu a Argentina se classificar aos 111 minutos da prorrogação e com um gol contra de Diney Borges.

O gol tradicionalmente favorece a longevidade em Copas. Zoff foi campeão do mundo pela Itália em 1982 aos 41 anos. Gilmar dos Santos Neves defendeu o gol  da Seleção Brasileira até os 38 anos, na Copa de 66. No Brasil, Fábio, do Fluminense, segue entre os melhores goleiros do Campeonato Brasileiro às vésperas de competar 46  anos.

Para o professor de Educação Física, Aurenio Zanys Teixeiira, a discussão sobre a participação de Neymar na próxima Copa aos 38 anos dependerá de fois fatores: o passado e uma mudança de estilo de jogo.

O passado, segundo o professor, diz respeito aos efeitos das diversas lesões que ele sofreu ao longo da vida. Neste ciclo o desempenho dele foi prejudicado por um rompimento do ligamento cruzado anterior (LCA) na derrota para o Uruguai, em outubro de 2023, pela quarta rodada das  eliminatórias. “Deixou sequelas? o ligamento está mais fragilizado? Novas lesões podem acontecer? Lembro que ele foi convocado estando machucado e só esteve apto para jogar na terceira rodada”, analisou.

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