O partido Missão oficializou nesta segunda-feira (20/7) o empresário e coordenador do MBL (Movimento Brasil Livre) Renan Santos como candidato à Presidência da República, em convenção partidária.
O evento estava previsto para o dia 1º de agosto, mas o partido decidiu antecipar a convenção sob a justificativa de que haveria uma escalada de ameaças contra Renan Santos. Durante o evento, o candidato afirmou que vai solicitar segurança da Polícia Federal. “Estar com a Polícia Federal não é mais uma questão de conveniência ou até de redução de gastos. É uma questão de sobrevivência”, disse Santos.
Mesmo com a antecipação da convenção, o Missão manteve para o dia 1º de agosto o evento de lançamento da campanha eleitoral.
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Pré-candidatos têm posições diferentes sobre segurança da PF
As convenções partidárias têm início a partir desta segunda-feira e, após a homologação dos nomes, os presidenciáveis poderão solicitar escolta e equipe de segurança da PF.
Segundo a CNN Brasil, os pré-candidatos Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) afirmaram que irão solicitar o serviço de segurança. Já o senador Flávio Bolsonaro (PL) disse, em publicação no X, que vai recusar o serviço da PF.
No caso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que deve concorrer à reeleição, a proteção durante o período eleitoral será feita em conjunto pelo GSI (Gabinete de Segurança Institucional) e pela PF.
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O evento estava previsto para o dia 1º de agosto, mas o partido decidiu antecipar a convenção sob a justificativa de que haveria uma escalada de ameaças contra Renan Santos. Durante o evento, o candidato afirmou que vai solicitar segurança da Polícia Federal. “Estar com a Polícia Federal não é mais uma questão de conveniência ou até de redução de gastos. É uma questão de sobrevivência”, disse Santos.
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