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AVC: Problema de saúde pública mata um brasileiro a cada 6 minutos, saiba como se prevenir

O acidente vascular cerebral (AVC) é responsável por tirar a vida de um brasileiro a cada seis minutos. O problema é um dos maiores desafios de saúde pública no Brasil e no mundo, sendo também a principal causa de incapacidade permanente.

Em 2025, até o início de outubro, 64.471 pessoas morreram em decorrência da doença cerebrovascular, segundo dados do Portal da Transparência dos Cartórios de Registro Civil. No ano passado, o número chegou a 85.457 mortes, superando os óbitos causados por infarto.

Um levantamento da consultoria Planisa mostra que, entre 2019 e setembro de 2024, as internações por AVC custaram R$ 910,3 milhões ao sistema hospitalar.

Foram mais de 85 mil internações, com média de quase oito dias por paciente e 25% dos casos tratados em unidades de terapia intensiva. Só em 2024, os gastos já ultrapassavam R$ 197 milhões até setembro.

Segundo especialistas, o atendimento rápido é determinante para salvar vidas e reduzir sequelas.


Leia mais:

Sancionada lei que cria política de prevenção e cuidados contra o HPV

Dia Mundial da Visão: Confira 4 dicas para cuidar da saúde ocular


Como o AVC ocorre?

O AVC acontece quando há interrupção ou rompimento do fluxo sanguíneo no cérebro. Há dois tipos: O isquêmico, causado pela obstrução de uma artéria, é o mais comum e representa 85% dos casos. Já o hemorrágico, que ocorre quando um vaso se rompe, é responsável por 15% dos episódios e costuma ser mais letal.

Entre os sintomas de alerta, estão:

  • Fraqueza ou formigamento em um lado do corpo,
  • Dificuldade para falar ou compreender,
  • Alterações na visão,
  • Perda de equilíbrio,
  • Tontura e dor de cabeça intensa e súbita sem causa aparente.

Ao reconhecer os sinais, deve-se acionar imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) pelo telefone 192.

A neurologista Sheila Martins, presidente da Rede Brasil AVC, afirma:

“A cada minuto em que o AVC isquêmico não é tratado, o paciente perde quase dois milhões de neurônios”.

O que fazer para evitar o AVC?

A principal medida é modificar o estilo de vida e controlar os fatores de risco. Especialistas recomendam:

  • Manter uma alimentação saudável,
  • Praticar exercícios físicos regularmente,
  • Não fumar,
  • Moderar o consumo de álcool,
  • Controlar a pressão arterial, o colesterol e a diabetes,
  • Gerenciar o estresse.

*Com informações de Metrópoles

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O acidente vascular cerebral (AVC) é responsável por tirar a vida de um brasileiro a cada seis minutos. O problema é um dos maiores desafios de saúde pública no Brasil e no mundo, sendo também a principal causa de incapacidade permanente.

Em 2025, até o início de outubro, 64.471 pessoas morreram em decorrência da doença cerebrovascular, segundo dados do Portal da Transparência dos Cartórios de Registro Civil. No ano passado, o número chegou a 85.457 mortes, superando os óbitos causados por infarto.

Um levantamento da consultoria Planisa mostra que, entre 2019 e setembro de 2024, as internações por AVC custaram R$ 910,3 milhões ao sistema hospitalar.

Foram mais de 85 mil internações, com média de quase oito dias por paciente e 25% dos casos tratados em unidades de terapia intensiva. Só em 2024, os gastos já ultrapassavam R$ 197 milhões até setembro.

Segundo especialistas, o atendimento rápido é determinante para salvar vidas e reduzir sequelas.


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Entre os sintomas de alerta, estão:

  • Fraqueza ou formigamento em um lado do corpo,
  • Dificuldade para falar ou compreender,
  • Alterações na visão,
  • Perda de equilíbrio,
  • Tontura e dor de cabeça intensa e súbita sem causa aparente.

Ao reconhecer os sinais, deve-se acionar imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) pelo telefone 192.

A neurologista Sheila Martins, presidente da Rede Brasil AVC, afirma:

“A cada minuto em que o AVC isquêmico não é tratado, o paciente perde quase dois milhões de neurônios”.

O que fazer para evitar o AVC?

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  • Manter uma alimentação saudável,
  • Praticar exercícios físicos regularmente,
  • Não fumar,
  • Moderar o consumo de álcool,
  • Controlar a pressão arterial, o colesterol e a diabetes,
  • Gerenciar o estresse.

*Com informações de Metrópoles

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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