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Demência vai além do Alzheimer: conheça doenças que comprometem o raciocínio

Quando se fala em demência, muitas pessoas associam imediatamente a condição ao Alzheimer. No entanto, médicos alertam que o termo abrange diferentes doenças neurológicas que podem comprometer a memória, o raciocínio, o comportamento e a independência do paciente. Embora o Alzheimer seja a forma mais conhecida e frequente, existem outros tipos de demência que apresentam sintomas distintos e, em alguns casos, podem até ser confundidos com transtornos psiquiátricos ou problemas vasculares.

Segundo a neurologista Stephanie Gomes de Almeida Machado, em entrevista ao Metrópoles, é importante entender que a demência não se resume apenas ao Alzheimer. “Ela é a causa mais comum, mas não é a única”, explica.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), reforça que diversas doenças neurológicas podem levar à perda gradual de autonomia e define a demência como um “termo guarda-chuva” para várias doenças que afetam memória, cognição e comportamento.

O Ministério da Saúde define a demência como uma “síndrome clínica” caracterizada pela perda progressiva das funções cognitivas, como memória, linguagem e raciocínio. De acordo com a Linha de Cuidado da Pessoa com Demência, o quadro pode ter diferentes causas e manifestações, reforçando que a condição não está relacionada exclusivamente à doença de Alzheimer.


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Segundo o documento “Diagnóstico Precoce das Demências”, elaborado pelo Ministério da Saúde, as causas da demência podem estar associadas tanto a doenças neurológicas quanto a enfermidades sistêmicas. A pasta destaca a importância da investigação clínica para identificar a origem do quadro demencial, já que algumas condições podem apresentar sintomas semelhantes e exigir tratamentos distintos.

Entre os tipos mais comuns depois do Alzheimer estão a demência vascular, a demência por corpos de Lewy e a demência frontotemporal. A demência vascular, por exemplo, está ligada a alterações na circulação sanguínea cerebral e costuma ter relação com fatores como hipertensão, diabetes e histórico de AVC. Diferente do Alzheimer, o comprometimento cognitivo pode surgir de forma mais repentina ou em etapas.

Já a demência por corpos de Lewy combina problemas cognitivos com sintomas motores parecidos aos da doença de Parkinson. Alterações importantes de lucidez ao longo do dia e alucinações visuais costumam ser sinais de alerta. “Uma das características mais marcantes é a oscilação: o paciente pode alternar momentos de lucidez quase total com períodos de confusão severa no mesmo dia”, destaca Stephanie.

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Quando se fala em demência, muitas pessoas associam imediatamente a condição ao Alzheimer. No entanto, médicos alertam que o termo abrange diferentes doenças neurológicas que podem comprometer a memória, o raciocínio, o comportamento e a independência do paciente. Embora o Alzheimer seja a forma mais conhecida e frequente, existem outros tipos de demência que apresentam sintomas distintos e, em alguns casos, podem até ser confundidos com transtornos psiquiátricos ou problemas vasculares.

Segundo a neurologista Stephanie Gomes de Almeida Machado, em entrevista ao Metrópoles, é importante entender que a demência não se resume apenas ao Alzheimer. “Ela é a causa mais comum, mas não é a única”, explica.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), reforça que diversas doenças neurológicas podem levar à perda gradual de autonomia e define a demência como um “termo guarda-chuva” para várias doenças que afetam memória, cognição e comportamento.

O Ministério da Saúde define a demência como uma “síndrome clínica” caracterizada pela perda progressiva das funções cognitivas, como memória, linguagem e raciocínio. De acordo com a Linha de Cuidado da Pessoa com Demência, o quadro pode ter diferentes causas e manifestações, reforçando que a condição não está relacionada exclusivamente à doença de Alzheimer.


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