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Dia das mães: mulher emociona ao contar história de adoção do filho; “Ele nasceu no meu coração”

Mulher conheceu marido que também tinha sonho da adoção

O dia das mães é dedicado as heroínas que geram a vida, mas não só dos bebês que nascem de seus ventres, mas que nascem no coração. Nesse dia das mães, você vai conhecer a história de Emilly Guedes, de 28 anos, uma acreana, ex-assistente administrativo que se apaixonou pelo menino João, um bebê adotado por ela e o esposo Daniel, em 2023.

“Logo no nosso primeiro encontro, ele me contou que já tinha dado entrada no processo e que ser pai era um sonho que ele carregava, mesmo que não houvesse uma mãe para a criança. E me perguntou o que eu achava daquilo. A resposta foi natural e sincera: ‘Não é um problema’. Na verdade, era um desejo meu também”, contou ela, em entrevista ao Portal Rede Onda Digital.

Após alguns meses desde o primeiro encontro, o relacionamento ficou mais sério, e o casal foi morar juntos e a adoção passou a ser um sonho ainda maior. No dia 16 de outubro de 2023, Emilly conheceu seu filho.

“Chegou a tão esperada ligação: havia um bebê de 1 mês e 15 dias com APLV ( alergia a proteína do leite da vaca) para adoção. Perguntaram se queríamos conhecer a história dele. No dia seguinte, fomos ao fórum, ouvimos a história do João e seguimos até o abrigo Monte Salém para conhecê-lo”, contou ela.

“Ele era tão nosso”

Durante o primeiro encontro, o amor de mãe para com o filho nasceu.

“Naquele instante, com ele nos braços, algo transformou completamente a minha vida, ele era tão pequeno, tão delicado… E, ao mesmo tempo, tão nosso”, contou a mulher.

Após conhecer o filho, Emilly, entusiasmada, voltou para casa e no mesmo dia, começou a preparar a casa para a chegada do pequeno.

“Fomos direto comprar as coisas dele, compramos enxoval, berço, fraldas, roupinhas, banheira… Corremos para casa, lavamos tudo com cuidado e carinho, e no dia seguinte voltamos ao abrigo para buscar o João. Ele chegou e ocupou todos os espaços da nossa casa…”, lembrou ela.


Leia também:

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Profissão: Mãe 

O pequeno chegou à casa do casal no dia seguinte e nesse dia ela foi desligada da empresa em que atuava.

Imagem: Acervo Pessoal

“Foi como um sinal claro de que eu precisava estar totalmente disponível para essa nova fase. E foi o que fiz: deixei minha carreira e abracei com toda a alma a maternidade”, contou ela.

Hoje, João tem 1 anos e 8 meses e a mãe conta que o amor por ele só cresceu.

“Às vezes, eu até esqueço que o João é adotado. Só me lembro quando alguém pergunta, e aí contamos a história dele. Porque ele nasceu no meu coração. Sempre sonhei em ser mãe, independente de gerar, de ver o corpo mudar. Para mim, não tê-lo gerado não me torna menos mãe. Pelo contrário, acredito que o nosso laço é ainda mais forte, porque nós escolhemos amar e ser família. E, de alguma forma, o João também nos escolheu como pais”, declarou ela, emocionada.

O dia das mães

Imagem: Reprodução

Para todas as mães de sangue e coração:

“São três letras apenas,
As desse nome bendito:
Três letrinhas, nada mais…
E nelas cabe o infinito
E palavra tão pequena – confessam mesmo os ateus –
És do tamanho do céu
E apenas menor do que Deus!”

Poema de Mario Quintana

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O dia das mães é dedicado as heroínas que geram a vida, mas não só dos bebês que nascem de seus ventres, mas que nascem no coração. Nesse dia das mães, você vai conhecer a história de Emilly Guedes, de 28 anos, uma acreana, ex-assistente administrativo que se apaixonou pelo menino João, um bebê adotado por ela e o esposo Daniel, em 2023.

“Logo no nosso primeiro encontro, ele me contou que já tinha dado entrada no processo e que ser pai era um sonho que ele carregava, mesmo que não houvesse uma mãe para a criança. E me perguntou o que eu achava daquilo. A resposta foi natural e sincera: ‘Não é um problema’. Na verdade, era um desejo meu também”, contou ela, em entrevista ao Portal Rede Onda Digital.

Após alguns meses desde o primeiro encontro, o relacionamento ficou mais sério, e o casal foi morar juntos e a adoção passou a ser um sonho ainda maior. No dia 16 de outubro de 2023, Emilly conheceu seu filho.

“Chegou a tão esperada ligação: havia um bebê de 1 mês e 15 dias com APLV ( alergia a proteína do leite da vaca) para adoção. Perguntaram se queríamos conhecer a história dele. No dia seguinte, fomos ao fórum, ouvimos a história do João e seguimos até o abrigo Monte Salém para conhecê-lo”, contou ela.

“Ele era tão nosso”

Durante o primeiro encontro, o amor de mãe para com o filho nasceu.

“Naquele instante, com ele nos braços, algo transformou completamente a minha vida, ele era tão pequeno, tão delicado… E, ao mesmo tempo, tão nosso”, contou a mulher.

Após conhecer o filho, Emilly, entusiasmada, voltou para casa e no mesmo dia, começou a preparar a casa para a chegada do pequeno.

“Fomos direto comprar as coisas dele, compramos enxoval, berço, fraldas, roupinhas, banheira… Corremos para casa, lavamos tudo com cuidado e carinho, e no dia seguinte voltamos ao abrigo para buscar o João. Ele chegou e ocupou todos os espaços da nossa casa…”, lembrou ela.


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