Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Estudo aponta que adoçante de produtos diet pode prejudicar coração e cérebro

O aspartame, adoçante artificial comum em produtos “diet”, “light” e “zero açúcar”, como refrigerantes e gomas de mascar, voltou ao centro do debate após um estudo com camundongos indicar possíveis impactos negativos no coração e no cérebro, mesmo em doses consideradas baixas. O trabalho foi conduzido por pesquisadores na Espanha e publicado em 12 de dezembro de 2025 na revista científica Biomedicine & Pharmacotherapy.

Segundo o estudo, os animais receberam uma quantidade equivalente a cerca de 1/6 do limite de ingestão diária aceitável usado como referência por organismos internacionais (a ADI de 40 mg/kg de peso corporal/dia, citada por entidades como a OMS/JECFA e a EFSA).

O que os pesquisadores observaram

Ao longo do experimento, os camundongos que consumiram aspartame apresentaram redução de gordura corporal (na faixa de aproximadamente 10% a 20%, conforme descrito nas análises divulgadas), mas os autores relataram efeitos colaterais ligados ao sistema cardiovascular e ao desempenho cognitivo.

Entre os achados, o estudo descreve sinais compatíveis com hipertrofia cardíaca leve (alterações estruturais no coração) e pior desempenho em testes de memória e aprendizagem usados para avaliar cognição em animais.


Leia mais

Tipos de adoçante: entenda sucralose, stevia, xilitol e escolha a melhor opção para você

Príncipe William desembarca no Rio de Janeiro e visita o Pão de Açúcar


No artigo, os pesquisadores argumentam que a exposição prolongada a adoçantes artificiais pode afetar o funcionamento de órgãos mesmo em baixas doses e sugerem que as recomendações de consumo sejam reavaliadas.

O que isso significa para humanos

Especialistas ressaltam que resultados em animais não comprovam automaticamente o mesmo efeito em pessoas, mas servem como alerta para novas investigações. Órgãos internacionais seguem mantendo, até o momento, a referência de ingestão diária aceitável para o aspartame e afirmam que a proteção se baseia em revisões amplas de evidências disponíveis.

Enquanto novos estudos avançam, a recomendação prática é moderação no consumo de ultraprocessados “zero/diet”, atenção ao rótulo (principalmente para quem consome vários itens no mesmo dia) e orientação médica em casos específicos. Um ponto importante: pessoas com fenilcetonúria (PKU) devem evitar aspartame por causa da fenilalanina.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O aspartame, adoçante artificial comum em produtos “diet”, “light” e “zero açúcar”, como refrigerantes e gomas de mascar, voltou ao centro do debate após um estudo com camundongos indicar possíveis impactos negativos no coração e no cérebro, mesmo em doses consideradas baixas. O trabalho foi conduzido por pesquisadores na Espanha e publicado em 12 de dezembro de 2025 na revista científica Biomedicine & Pharmacotherapy.

Segundo o estudo, os animais receberam uma quantidade equivalente a cerca de 1/6 do limite de ingestão diária aceitável usado como referência por organismos internacionais (a ADI de 40 mg/kg de peso corporal/dia, citada por entidades como a OMS/JECFA e a EFSA).

O que os pesquisadores observaram

Ao longo do experimento, os camundongos que consumiram aspartame apresentaram redução de gordura corporal (na faixa de aproximadamente 10% a 20%, conforme descrito nas análises divulgadas), mas os autores relataram efeitos colaterais ligados ao sistema cardiovascular e ao desempenho cognitivo.

Entre os achados, o estudo descreve sinais compatíveis com hipertrofia cardíaca leve (alterações estruturais no coração) e pior desempenho em testes de memória e aprendizagem usados para avaliar cognição em animais.


Leia mais

Tipos de adoçante: entenda sucralose, stevia, xilitol e escolha a melhor opção para você

Príncipe William desembarca no Rio de Janeiro e visita o Pão de Açúcar


No artigo, os pesquisadores argumentam que a exposição prolongada a adoçantes artificiais pode afetar o funcionamento de órgãos mesmo em baixas doses e sugerem que as recomendações de consumo sejam reavaliadas.

O que isso significa para humanos

Especialistas ressaltam que resultados em animais não comprovam automaticamente o mesmo efeito em pessoas, mas servem como alerta para novas investigações. Órgãos internacionais seguem mantendo, até o momento, a referência de ingestão diária aceitável para o aspartame e afirmam que a proteção se baseia em revisões amplas de evidências disponíveis.

Enquanto novos estudos avançam, a recomendação prática é moderação no consumo de ultraprocessados “zero/diet”, atenção ao rótulo (principalmente para quem consome vários itens no mesmo dia) e orientação médica em casos específicos. Um ponto importante: pessoas com fenilcetonúria (PKU) devem evitar aspartame por causa da fenilalanina.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Estudo liga contraceptivos a risco de tumor cerebral

Um estudo publicado na revista científica JAMA Network Open identificou uma associação entre o uso de alguns contraceptivos hormonais à base de progestagênios e...

Calor intenso aumenta risco de crises de enxaqueca, diz especialista

Com a elevação das temperaturas e os períodos de calor intenso registrados em diversas regiões do país, pessoas que sofrem com enxaqueca devem redobrar...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Oito sinais podem indicar risco de ataque cardíaco até um mês antes; saiba quais são

O ataque cardíaco está entre as principais emergências cardiovasculares e, em alguns casos, pode ser precedido por sinais que surgem dias ou até um...

Além dos likes: como a fé conquista espaço nas redes sociais

Muito além dos likes e do engajamento, as redes sociais têm se consolidado como um espaço de evangelização e fortalecimento da fé. Em Manaus,...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Pressão alta: 7 hábitos que ajudam a controlar a doença e proteger o coração

A hipertensão arterial, conhecida como pressão alta, afeta milhões de brasileiros e é uma das principais causas de infarto, acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência...

Estudo revela que ficar distraído pode deixar você mais inteligente

Em uma sociedade marcada pela busca constante por produtividade, momentos de descanso e distração costumam ser vistos como perda de tempo. No entanto, um...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Estudo liga contraceptivos a risco de tumor cerebral

Um estudo publicado na revista científica JAMA Network Open identificou uma associação entre o uso de alguns contraceptivos hormonais à base de progestagênios e...

Calor intenso aumenta risco de crises de enxaqueca, diz especialista

Com a elevação das temperaturas e os períodos de calor intenso registrados em diversas regiões do país, pessoas que sofrem com enxaqueca devem redobrar...

Oito sinais podem indicar risco de ataque cardíaco até um mês antes; saiba quais são

O ataque cardíaco está entre as principais emergências cardiovasculares e, em alguns casos, pode ser precedido por sinais que surgem dias ou até um...

Além dos likes: como a fé conquista espaço nas redes sociais

Muito além dos likes e do engajamento, as redes sociais têm se consolidado como um espaço de evangelização e fortalecimento da fé. Em Manaus,...

Pressão alta: 7 hábitos que ajudam a controlar a doença e proteger o coração

A hipertensão arterial, conhecida como pressão alta, afeta milhões de brasileiros e é uma das principais causas de infarto, acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência...

Estudo revela que ficar distraído pode deixar você mais inteligente

Em uma sociedade marcada pela busca constante por produtividade, momentos de descanso e distração costumam ser vistos como perda de tempo. No entanto, um...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]