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Lesmas avançam no período chuvoso e podem trazer doenças para dentro de casa

Com a intensificação das chuvas, a presença de lesmas tem se tornado mais frequente em jardins, varandas e até dentro das residências. A alta umidade, aliada a locais sombreados e com acúmulo de matéria orgânica, cria o ambiente ideal para a proliferação desses animais, que podem causar danos e representar riscos à saúde.

Apesar de pequenas e muitas vezes discretas, as lesmas podem estar associadas à transmissão de doenças como angiostrongilíase meningoencefálica humana, angiostrongilíase abdominal, esquistossomose e fasciolose. Por isso, o contato direto deve ser evitado. A orientação é nunca tocar nesses animais sem proteção, já que podem carregar parasitas prejudiciais ao ser humano.

(Josh Mildenhall / EyeEm/Getty Images)

Durante o período chuvoso, esses moluscos encontram condições ideais para sobreviver. Com corpo mole e sensível à desidratação, dependem de ambientes úmidos e frescos. Costumam se esconder em locais escuros, como debaixo de vasos, entre folhas grandes ou próximos a fontes de água, e têm hábitos noturnos, o que dificulta sua identificação e faz com que os danos às plantas sejam percebidos tardiamente.


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Para evitar a infestação, o recomendàvel manter a limpeza dos espaços, com a remoção de folhas mortas, restos de poda e outros resíduos orgânicos. O controle da rega também é essencial, evitando o excesso de água, principalmente durante a noite. Monitorar áreas externas após dias consecutivos de chuva pode ajudar na identificação precoce do problema.

Dentro de casa, medidas simples podem funcionar como barreiras contra a entrada das lesmas. O uso de cascas de ovos trituradas, areia ou borra de café em portas e janelas dificulta a passagem desses animais. Plantas com odor mais intenso, como hortelã e alecrim, também podem atuar como repelentes naturais.

Outra alternativa eficaz é o uso de armadilhas com cerveja ou vinagre, que atraem as lesmas e facilitam sua eliminação. Além disso, manter os ambientes bem ventilados e com menor umidade reduz as chances de que esses animais se instalem no interior das residências.

Após a remoção, os rastros deixados pelas lesmas podem ser limpos com soluções simples, como vinagre diluído em água morna ou bicarbonato de sódio, evitando manchas e odores.

O aumento da presença de lesmas durante o período chuvoso exige atenção redobrada. Em casos de infestação, a recomendação é buscar apoio profissional para garantir o controle adequado e evitar novos focos, preservando a saúde dos moradores e o equilíbrio do ambiente.

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Com a intensificação das chuvas, a presença de lesmas tem se tornado mais frequente em jardins, varandas e até dentro das residências. A alta umidade, aliada a locais sombreados e com acúmulo de matéria orgânica, cria o ambiente ideal para a proliferação desses animais, que podem causar danos e representar riscos à saúde.

Apesar de pequenas e muitas vezes discretas, as lesmas podem estar associadas à transmissão de doenças como angiostrongilíase meningoencefálica humana, angiostrongilíase abdominal, esquistossomose e fasciolose. Por isso, o contato direto deve ser evitado. A orientação é nunca tocar nesses animais sem proteção, já que podem carregar parasitas prejudiciais ao ser humano.

(Josh Mildenhall / EyeEm/Getty Images)

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Após a remoção, os rastros deixados pelas lesmas podem ser limpos com soluções simples, como vinagre diluído em água morna ou bicarbonato de sódio, evitando manchas e odores.

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