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Entenda por que medicamento genérico é mais barato e tem mesma qualidade do original

Nesta quarta-feira (20), o Brasil celebra o Dia Nacional do Medicamento Genérico, data que reforça a importância desses produtos para a democratização do acesso à saúde. A principal dúvida da população, no entanto, ainda persiste: afinal, por que o genérico é mais barato se tem a mesma qualidade do medicamento de referência? A resposta está no processo de desenvolvimento e registro do produto.

Os medicamentos genéricos aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) contêm o mesmo princípio ativo, a mesma dose, a mesma forma farmacêutica e o mesmo efeito no organismo que os medicamentos de referência (os chamados “originais”). Isso significa que, para o tratamento de uma mesma condição, um genérico funciona de maneira idêntica ao remédio de marca.

Em uma publicação, o Ministário da saúde reforçou que “genéricos têm a mesma qualidade, segurança e eficácia dos medicamentos de referência. Eles passam por testes rigorosos e por aprovação da Anvisa antes de chegar às farmácias.

Por que o genérico é mais barato?

A diferença de preço, que pode chegar a 70% ou mais, não tem relação com a qualidade. O motivo é simples: o fabricante do medicamento genérico não precisa repetir todas as etapas de pesquisa e desenvolvimento que a empresa do medicamento original já realizou.


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Quando um laboratório desenvolve um fármaco inédito, ele investe bilhões de reais em estudos de descoberta, testes pré-clínicos, ensaios clínicos (em humanos) e todo o processo até obter o registro na Anvisa. Esses custos são embutidos no preço final do medicamento de referência durante o período de patente.

Uma vez que a patente expira, outros laboratórios podem produzir o mesmo princípio ativo sem arcar com os custos iniciais de pesquisa e desenvolvimento. Eles precisam apenas comprovar que o seu produto é equivalente ao original (bioequivalência), o que exige estudos, mas de escala e custo muito menores. A concorrência entre vários fabricantes de genéricos também reduz os preços.

Ampliação do acesso à saúde

A existência dos medicamentos genéricos é uma política pública essencial para ampliar o acesso da população a tratamentos de qualidade. No Sistema Único de Saúde (SUS), a adoção de genéricos permite que mais pacientes sejam atendidos com o mesmo orçamento. Nas farmácias particulares, o consumidor pode optar pelo genérico com segurança, desde que verifique no rótulo a informação de que é um medicamento genérico (identificado pela letra “G” ou pela frase “Medicamento Genérico”) e o número de registro na Anvisa.

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Nesta quarta-feira (20), o Brasil celebra o Dia Nacional do Medicamento Genérico, data que reforça a importância desses produtos para a democratização do acesso à saúde. A principal dúvida da população, no entanto, ainda persiste: afinal, por que o genérico é mais barato se tem a mesma qualidade do medicamento de referência? A resposta está no processo de desenvolvimento e registro do produto.

Os medicamentos genéricos aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) contêm o mesmo princípio ativo, a mesma dose, a mesma forma farmacêutica e o mesmo efeito no organismo que os medicamentos de referência (os chamados “originais”). Isso significa que, para o tratamento de uma mesma condição, um genérico funciona de maneira idêntica ao remédio de marca.

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