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Saiba como identificar os primeiros sinais da perimenopausa no seu corpo

Durante muito tempo, as mudanças no corpo feminino após os 40 anos foram vistas como algo isolado ou até ignoradas. Pele diferente, cabelos mais finos, unhas frágeis, noites mal dormidas e oscilações de humor surgiam sem uma explicação clara.

Hoje, cada vez mais mulheres começam a entender que esses sinais podem estar ligados à perimenopausa, fase que antecede a menopausa e marca uma importante transição hormonal na vida feminina.

Mesmo com rotina intensa e vida social ativa, muitas passam a notar alterações sutis no próprio corpo. Cremes que antes funcionavam deixam de apresentar o mesmo efeito, os fios parecem perder volume e a pele passa a apresentar mudanças na textura e na firmeza. Em muitos casos, essas transformações aparecem enquanto o ciclo menstrual ainda ocorre, ainda que de forma irregular.

No Brasil, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística apontam que cerca de 33 milhões de mulheres têm entre 40 e 65 anos, faixa etária em que geralmente começam as mudanças hormonais relacionadas ao fim da fase reprodutiva. Esse período é chamado de climatério, que engloba tanto a perimenopausa quanto a menopausa.

A menopausa corresponde à última menstruação e só é confirmada após 12 meses consecutivos sem ciclo menstrual. Já a perimenopausa ocorre alguns anos antes disso, geralmente entre dois e quatro anos, quando os hormônios começam a oscilar e os primeiros sintomas aparecem.


Saiba mais: 

O que é a epidermólise bolhosa? Doença rara que vitimou adolescente de 14 anos

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Essas oscilações hormonais, especialmente de estrogênio e progesterona, impactam diversas funções do organismo. Entre os efeitos mais comuns estão alterações na pele, no cabelo, nas unhas, além de mudanças no sono, no humor e na disposição.

Nos últimos anos, o tema também ganhou espaço fora dos consultórios médicos. Celebridades como Angélica, Fernanda Lima, Mônica Martelli, Luana Piovani e Claudia Raia têm compartilhado suas experiências, ajudando a ampliar o debate e reduzir o tabu em torno do assunto.

Com mais informação circulando, a ciência já identifica mais de 70 sintomas associados à fase que antecede a menopausa.

Entre os sinais mais perceptíveis está a mudança na pele. A queda gradual do estrogênio interfere na produção de colágeno, na hidratação e na regeneração celular. Como resultado, a pele tende a ficar mais fina, menos elástica e mais ressecada. Manchas também podem se tornar mais evidentes ao longo do tempo, especialmente sem o uso regular de proteção solar.

Os cabelos também refletem essas alterações. A densidade capilar pode diminuir, os fios ficam mais finos e o crescimento mais lento. Já as unhas tendem a ficar mais frágeis e quebradiças.

Diferente de gerações anteriores, muitas mulheres que passam por essa fase hoje estão em plena atividade profissional e buscam manter qualidade de vida, o que aumenta a procura por informação e acompanhamento especializado.

Principais sinais de que a perimenopausa pode ter começado

Ciclo menstrual irregular
Pele mais seca ou mais oleosa que o habitual
Perda de viço e início da flacidez
Manchas que surgem com mais facilidade
Acne tardia
Queda de cabelo ou fios mais finos
Unhas quebradiças
Mudança na resposta aos cosméticos

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Durante muito tempo, as mudanças no corpo feminino após os 40 anos foram vistas como algo isolado ou até ignoradas. Pele diferente, cabelos mais finos, unhas frágeis, noites mal dormidas e oscilações de humor surgiam sem uma explicação clara.

Hoje, cada vez mais mulheres começam a entender que esses sinais podem estar ligados à perimenopausa, fase que antecede a menopausa e marca uma importante transição hormonal na vida feminina.

Mesmo com rotina intensa e vida social ativa, muitas passam a notar alterações sutis no próprio corpo. Cremes que antes funcionavam deixam de apresentar o mesmo efeito, os fios parecem perder volume e a pele passa a apresentar mudanças na textura e na firmeza. Em muitos casos, essas transformações aparecem enquanto o ciclo menstrual ainda ocorre, ainda que de forma irregular.

No Brasil, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística apontam que cerca de 33 milhões de mulheres têm entre 40 e 65 anos, faixa etária em que geralmente começam as mudanças hormonais relacionadas ao fim da fase reprodutiva. Esse período é chamado de climatério, que engloba tanto a perimenopausa quanto a menopausa.

A menopausa corresponde à última menstruação e só é confirmada após 12 meses consecutivos sem ciclo menstrual. Já a perimenopausa ocorre alguns anos antes disso, geralmente entre dois e quatro anos, quando os hormônios começam a oscilar e os primeiros sintomas aparecem.


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Essas oscilações hormonais, especialmente de estrogênio e progesterona, impactam diversas funções do organismo. Entre os efeitos mais comuns estão alterações na pele, no cabelo, nas unhas, além de mudanças no sono, no humor e na disposição.

Nos últimos anos, o tema também ganhou espaço fora dos consultórios médicos. Celebridades como Angélica, Fernanda Lima, Mônica Martelli, Luana Piovani e Claudia Raia têm compartilhado suas experiências, ajudando a ampliar o debate e reduzir o tabu em torno do assunto.

Com mais informação circulando, a ciência já identifica mais de 70 sintomas associados à fase que antecede a menopausa.

Entre os sinais mais perceptíveis está a mudança na pele. A queda gradual do estrogênio interfere na produção de colágeno, na hidratação e na regeneração celular. Como resultado, a pele tende a ficar mais fina, menos elástica e mais ressecada. Manchas também podem se tornar mais evidentes ao longo do tempo, especialmente sem o uso regular de proteção solar.

Os cabelos também refletem essas alterações. A densidade capilar pode diminuir, os fios ficam mais finos e o crescimento mais lento. Já as unhas tendem a ficar mais frágeis e quebradiças.

Diferente de gerações anteriores, muitas mulheres que passam por essa fase hoje estão em plena atividade profissional e buscam manter qualidade de vida, o que aumenta a procura por informação e acompanhamento especializado.

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