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Ao completar 100 dias no cargo, Trump diz em entrevista: “Eu governo o mundo”

Em 100 dias, Trump já assinou 140 decretos, lançou guerra comercial, deportou imigrantes e demitiu funcionários

Para celebrar os 100 dias do seu novo governo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, realiza nesta terça (29/4) um comício em Warren, Michigan, um estado do norte dos Estados Unidos em que ele foi vitorioso nas eleições de 5 de novembro. Ele realiza o ato em meio à divulgação de pesquisas que apontam queda da sua popularidade.

Na segunda (28), Trump deu entrevista à revista The Atlantic, na qual fez um balanço da sua nova administração, em comparação com a primeira. E não mediu palavras, afirmando:

“Na primeira vez, eu tinha duas coisas a fazer: governar o país e sobreviver; eu tinha todos esses caras corruptos”.

A afirmação faz referência a assessores e membros do gabinete que ele considerava incompetentes ou desleais em seu primeiro mandato (2017-2021). Ele continuou:

“E na segunda vez, eu governo o país e o mundo. Estou me divertindo muito”.


Leia mais:

Trump diz que Brasil ‘ficou rico’ cobrando tarifas dos EUA

Suprema Corte dos EUA suspende a deportação de venezuelanos


O que Trump já fez em 100 dias de mandato?

Em pouco mais de dois meses, Trump eliminou programas de diversidade, demitiu reguladores, reduziu o tamanho de agências federais e concedeu clemência a quase 1.600 apoiadores envolvidos na invasão do Capitólio, em 2021 — entre eles, criminosos flagrados agredindo policiais.

Ele ainda lançou uma ofensiva protecionista que instituiu tarifas sobre importações provenientes de outros países, que teve efeitos por toda a economia mundial. As tarifas desde então experimentaram uma retratação parcial.

Trump também confiou a seu aliado Elon Musk a tarefa de desmantelar a burocracia federal, o que resultou em milhares de demissões de funcionários federais por todo o país.

Ele também já assinou mais de 140 decretos: apesar disso, muitas das suas medidas estão sendo questionadas no judiciário.

Queda na popularidade

Segundo pesquisa publicada no domingo pelo Washington Post e a ABC News, apenas 39% dos americanos “aprovam” como Donald Trump administra sua presidência. E um total de 64% dos entrevistados acreditam que ele está indo “muito longe” em sua tentativa de ampliar os poderes presidenciais.

*Com informações de UOL e Veja

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Para celebrar os 100 dias do seu novo governo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, realiza nesta terça (29/4) um comício em Warren, Michigan, um estado do norte dos Estados Unidos em que ele foi vitorioso nas eleições de 5 de novembro. Ele realiza o ato em meio à divulgação de pesquisas que apontam queda da sua popularidade.

Na segunda (28), Trump deu entrevista à revista The Atlantic, na qual fez um balanço da sua nova administração, em comparação com a primeira. E não mediu palavras, afirmando:

“Na primeira vez, eu tinha duas coisas a fazer: governar o país e sobreviver; eu tinha todos esses caras corruptos”.

A afirmação faz referência a assessores e membros do gabinete que ele considerava incompetentes ou desleais em seu primeiro mandato (2017-2021). Ele continuou:

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Ele ainda lançou uma ofensiva protecionista que instituiu tarifas sobre importações provenientes de outros países, que teve efeitos por toda a economia mundial. As tarifas desde então experimentaram uma retratação parcial.

Trump também confiou a seu aliado Elon Musk a tarefa de desmantelar a burocracia federal, o que resultou em milhares de demissões de funcionários federais por todo o país.

Ele também já assinou mais de 140 decretos: apesar disso, muitas das suas medidas estão sendo questionadas no judiciário.

Queda na popularidade

Segundo pesquisa publicada no domingo pelo Washington Post e a ABC News, apenas 39% dos americanos “aprovam” como Donald Trump administra sua presidência. E um total de 64% dos entrevistados acreditam que ele está indo “muito longe” em sua tentativa de ampliar os poderes presidenciais.

*Com informações de UOL e Veja

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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