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“Faça a América Ir Embora”: bonés viralizam na Groenlândia com frase anti-EUA

Bonés viralizaram e foram usados em protesto contra visita do vice-presidente dos EUA à Groenlândia

As recentes declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre anexar o território da Groenlândia ao país não estão sendo bem recebidas pela população local. Recentemente, o presidente estadunidense afirmou, em discurso no Congresso americano, que faria bem à segurança nacional se os Estados Unidos assumissem o controle da região, que pertence à Dinamarca, mas tem administração independente.

Nos últimos dias ocorreu uma viagem de autoridades americanas à Groenlândia, o que só acirrou os ânimos. A população está respondendo com uma campanha envolvendo bonés vermelhos, semelhantes aos que Trump frequentemente usa, com a frase “Make America Go Away” (que pode ser traduzido por “Faça a América Ir Embora”).


Leia mais:

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Bonés viralizam

Os bonés foram criados por Aannguaq Reimer-Johansen e são uma sátira dos modelos vermelhos popularizados na campanha do político republicano, que dizem “Faça a América grande novamente” (Make America Great Again).

Os acessórios viralizaram por meio de uma postagem do fotógrafo local Orla Joelsen, feita no X em 22 de março, repercutindo uma foto de Reimer-Johansen que viu no Facebook. A publicação soma mais de 820 mil visualizações, 27 mil curtidas e 4 mil retuítes.

A visita do vice-presidente americano J.D. Vance e sua esposa à Groenlândia na sexta (28/3) também impulsionou a campanha nas redes. “Recomendação aos concidadãos em Sisimiut: a visita da esposa de Vance é uma ofensiva de charme”, dizia a publicação no Facebook. “Se você sorrir para eles ou tirar uma selfie com eles, estará enviando uma mensagem ao mundo de que você ama os EUA e quer fazer parte deles. É recomendado não demonstrar interesse. Já expressamos nossa posição por meio de uma grande manifestação — vamos permanecer firmes e unidos.”

Em manifestações, além dos bonés, alguns groenlandeses usaram faixas com a frase “Yankees, vão para casa” (Yankees go home, em inglês).

A própria primeira-ministra da Dinamarca comentou o caso, e considerou a visita como uma “pressão inaceitável”.

*Com informações de Metrópoles.

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As recentes declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre anexar o território da Groenlândia ao país não estão sendo bem recebidas pela população local. Recentemente, o presidente estadunidense afirmou, em discurso no Congresso americano, que faria bem à segurança nacional se os Estados Unidos assumissem o controle da região, que pertence à Dinamarca, mas tem administração independente.

Nos últimos dias ocorreu uma viagem de autoridades americanas à Groenlândia, o que só acirrou os ânimos. A população está respondendo com uma campanha envolvendo bonés vermelhos, semelhantes aos que Trump frequentemente usa, com a frase “Make America Go Away” (que pode ser traduzido por “Faça a América Ir Embora”).


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Os acessórios viralizaram por meio de uma postagem do fotógrafo local Orla Joelsen, feita no X em 22 de março, repercutindo uma foto de Reimer-Johansen que viu no Facebook. A publicação soma mais de 820 mil visualizações, 27 mil curtidas e 4 mil retuítes.

A visita do vice-presidente americano J.D. Vance e sua esposa à Groenlândia na sexta (28/3) também impulsionou a campanha nas redes. “Recomendação aos concidadãos em Sisimiut: a visita da esposa de Vance é uma ofensiva de charme”, dizia a publicação no Facebook. “Se você sorrir para eles ou tirar uma selfie com eles, estará enviando uma mensagem ao mundo de que você ama os EUA e quer fazer parte deles. É recomendado não demonstrar interesse. Já expressamos nossa posição por meio de uma grande manifestação — vamos permanecer firmes e unidos.”

Em manifestações, além dos bonés, alguns groenlandeses usaram faixas com a frase “Yankees, vão para casa” (Yankees go home, em inglês).

A própria primeira-ministra da Dinamarca comentou o caso, e considerou a visita como uma “pressão inaceitável”.

*Com informações de Metrópoles.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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