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Israel nega visto a integrante da ONU para “ensinar lição” após críticas

O embaixador de Israel , Gilad Erdan, anunciou, nesta quarta-feira (25), em uma rádio militar, que negou um visto ao chefe de assuntos humanitários nas Organização das Nações Unidas (ONU), Martin Griffiths, por causa dos comentários feitos pelo secretário-geral António Guterres em relação às ações na Faixa de Gaza.


Leia também:

Vídeo: Israel anuncia morte de comandante do Hamas em ataque aéreo, nesta quarta (25)

Israel pede renúncia de secretário-geral da ONU por justificar terror


 

“Devido às suas observações, recusaremos a emissão de vistos para representantes da ONU. Já recusamos um visto ao subsecretário-geral para os assuntos humanitários, Martin Griffiths. Chegou a hora de lhes ensinar uma lição”, afirmou o embaixador.

No sábado, durante a reunião do Conselho da ONU, dos Estados Unidos, Guterres declarou que  “não aconteceu do nada” os “ataques terríveis” do grupo extremista Hamas não poderiam justificar a “punição coletiva do povo palestino” e que havia o mundo estava testemunhando em Gaza “claras violações do direito humanitário internacional”.  Israel chegou a pedir a demissão de Guterres, após as declarações do secretário-geral”.

Palavras duras de Guterres 

O secretário-geral argumentou que o ataque a Israel não aconteceu do nada, mas veio de “56 anos de ocupação sufocante” dos territórios palestinos por Israel.

“Eles viram as suas terras serem continuamente devoradas […]. As suas esperanças de uma solução política para a sua situação vêm desaparecendo”, concluiu.

O discurso de Guterres foi considerado chocante, por Gilad Erdan, que pediu que o secretário-geral renunciasse.

“Ele vê o massacre cometido pelos terroristas nazis do Hamas de uma forma distorcida e imoral”, disse em entrevista.

Do outro ponto, Guterres afirmou ainda que “nada pode justificar o assassinato, o ferimento e o rapto deliberados de civis ou o lançamento de foguetes contra alvos civis”. Ele exigiu que todos os reféns nas mãos do Hamas fossem tratados de forma humana e libertados imediatamente.
*com informações Metrópoles
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O embaixador de Israel , Gilad Erdan, anunciou, nesta quarta-feira (25), em uma rádio militar, que negou um visto ao chefe de assuntos humanitários nas Organização das Nações Unidas (ONU), Martin Griffiths, por causa dos comentários feitos pelo secretário-geral António Guterres em relação às ações na Faixa de Gaza.


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“Devido às suas observações, recusaremos a emissão de vistos para representantes da ONU. Já recusamos um visto ao subsecretário-geral para os assuntos humanitários, Martin Griffiths. Chegou a hora de lhes ensinar uma lição”, afirmou o embaixador.

No sábado, durante a reunião do Conselho da ONU, dos Estados Unidos, Guterres declarou que  “não aconteceu do nada” os “ataques terríveis” do grupo extremista Hamas não poderiam justificar a “punição coletiva do povo palestino” e que havia o mundo estava testemunhando em Gaza “claras violações do direito humanitário internacional”.  Israel chegou a pedir a demissão de Guterres, após as declarações do secretário-geral”.

Palavras duras de Guterres 

O secretário-geral argumentou que o ataque a Israel não aconteceu do nada, mas veio de “56 anos de ocupação sufocante” dos territórios palestinos por Israel.

“Eles viram as suas terras serem continuamente devoradas […]. As suas esperanças de uma solução política para a sua situação vêm desaparecendo”, concluiu.

O discurso de Guterres foi considerado chocante, por Gilad Erdan, que pediu que o secretário-geral renunciasse.

“Ele vê o massacre cometido pelos terroristas nazis do Hamas de uma forma distorcida e imoral”, disse em entrevista.

Do outro ponto, Guterres afirmou ainda que “nada pode justificar o assassinato, o ferimento e o rapto deliberados de civis ou o lançamento de foguetes contra alvos civis”. Ele exigiu que todos os reféns nas mãos do Hamas fossem tratados de forma humana e libertados imediatamente.
*com informações Metrópoles
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