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Assassina da “família Manson”, que aterrorizou os EUA, pode sair da prisão após 53 anos

Leslie Van Houten tinha 19 anos em 1969, quando a onda de assassinatos da família Manson chocou o país; ela pode ser libertada aos 73 anos.

Leslie Van Houten, hoje com 73 anos, pode ganhar liberdade condicional em breve pela justiça da Califórnia, nos Estados Unidos. Aos 19 anos, ela fez parte da infame “família Manson” que foi responsável por uma onda de assassinatos na Califórnia, em 1969. Ela era a mais nova do grupo, que era chefiado por Charles Manson, um dos mais notórios criminosos da história americana.

A “família Manson” foi fundada por ele na década de 1960, e Manson exercia uma influência manipuladora sobre seus seguidores, que acreditavam nas suas ideias sobre uma “guerra racial” vindoura e o apocalipse próximo.


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Em agosto de 1969, Van Houten participou do assassinato do casal Leno e Rosemary La Bianca. Ela confessou que esfaqueou cerca de 15 vezes a barriga de Rosemary, que tinha 38 anos, então limpou suas digitais de objetos que poderiam incriminá-la e queimou as próprias roupas depois dos crimes. Ela também disse que pegou queijo e leite achocolatado da geladeira de Rosemary e do marido dela, que também foi assassinado, antes de sair da casa dos dois.

Na noite anterior ao assassinato do casal, outros quatro integrantes da família invadiram a casa do diretor de cinema Roman Polanski e mataram cinco pessoas a tiros e facadas, incluindo a esposa do cineasta, a atriz Sharon Tate, de 28 anos, que estava grávida de oito meses de Polanski. O crime foi abordado no recente filme “Era uma Vez em Hollywood” (2019), do diretor Quentin Tarantino.

Em 1971, pelo assassinato de La Bianca, Van Houten foi condenada à prisão perpétua. A Suprema Corte da Justiça da Califórnia informou que, depois de todo esse tempo, ela atende as condições para passar para a liberdade condicional. O governador do estado, Gavin Newson, poderia tentar reverter a decisão, mas já anunciou que não vai fazer isso. Com isso, ela poderá ser a primeira integrante feminina da família a ser libertada.

Leslie Van Houten disse se arrepender dos crimes e que sofria de problemas mentais na época, prejudicados pelo uso de LSD. Ela também disse que acreditava que Charles Manson era Jesus Cristo.

Manson morreu na prisão em 2017.

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Leslie Van Houten, hoje com 73 anos, pode ganhar liberdade condicional em breve pela justiça da Califórnia, nos Estados Unidos. Aos 19 anos, ela fez parte da infame “família Manson” que foi responsável por uma onda de assassinatos na Califórnia, em 1969. Ela era a mais nova do grupo, que era chefiado por Charles Manson, um dos mais notórios criminosos da história americana.

A “família Manson” foi fundada por ele na década de 1960, e Manson exercia uma influência manipuladora sobre seus seguidores, que acreditavam nas suas ideias sobre uma “guerra racial” vindoura e o apocalipse próximo.


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Na noite anterior ao assassinato do casal, outros quatro integrantes da família invadiram a casa do diretor de cinema Roman Polanski e mataram cinco pessoas a tiros e facadas, incluindo a esposa do cineasta, a atriz Sharon Tate, de 28 anos, que estava grávida de oito meses de Polanski. O crime foi abordado no recente filme “Era uma Vez em Hollywood” (2019), do diretor Quentin Tarantino.

Em 1971, pelo assassinato de La Bianca, Van Houten foi condenada à prisão perpétua. A Suprema Corte da Justiça da Califórnia informou que, depois de todo esse tempo, ela atende as condições para passar para a liberdade condicional. O governador do estado, Gavin Newson, poderia tentar reverter a decisão, mas já anunciou que não vai fazer isso. Com isso, ela poderá ser a primeira integrante feminina da família a ser libertada.

Leslie Van Houten disse se arrepender dos crimes e que sofria de problemas mentais na época, prejudicados pelo uso de LSD. Ela também disse que acreditava que Charles Manson era Jesus Cristo.

Manson morreu na prisão em 2017.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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