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Assembleia Geral da ONU aprova resolução exigindo cessar-fogo

A Organização das Nações Unidas (ONU), por meio de Assembleia Geral, aprovou nesta terça-feira (12/12), uma resolução exigindo um cessar-fogo humanitário

A Organização das Nações Unidas (ONU), por meio de Assembleia Geral, aprovou nesta terça-feira (12/12), uma resolução exigindo um cessar-fogo humanitário imediato na guerra entre Israel e o Hamas.

Ao todo foram 153 votos a favor, 10 contrários e 23 abstenções. Duas emendas, uma dos Estados Unidos e outra da Áustria, foram apresentadas antes da votação, porém não conseguiram o número mínimo de votos a favor. O Brasil não votou em nenhuma das duas.

O projeto de resolução aprovado nesta terça-feira (12/12), exige também a libertação imediata e incondicional de todos os reféns e que as partes em conflito cumpram o direito internacional, especificamente no que diz respeito à proteção de civis.


Leia mais:

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As resoluções da Assembleia Geral não são vinculativas, ou seja, não têm a obrigação de serem cumpridas, mas têm peso político e refletem opiniões globais sobre a guerra na Faixa de Gaza.

As autoridades de saúde do território palestino controlado pelo Hamas afirmam que o número de mortos desde que a ofensiva de Israel começou ultrapassou os 18 mil.

A votação ocorre um dia depois de 12 enviados do Conselho de Segurança terem visitado o lado egípcio da passagem de Rafah, na fronteira com Gaza, único local onde a ajuda humanitária e o fornecimento de combustível entram no território. Os Estados Unidos não enviaram representantes na viagem.

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A Organização das Nações Unidas (ONU), por meio de Assembleia Geral, aprovou nesta terça-feira (12/12), uma resolução exigindo um cessar-fogo humanitário imediato na guerra entre Israel e o Hamas.

Ao todo foram 153 votos a favor, 10 contrários e 23 abstenções. Duas emendas, uma dos Estados Unidos e outra da Áustria, foram apresentadas antes da votação, porém não conseguiram o número mínimo de votos a favor. O Brasil não votou em nenhuma das duas.

O projeto de resolução aprovado nesta terça-feira (12/12), exige também a libertação imediata e incondicional de todos os reféns e que as partes em conflito cumpram o direito internacional, especificamente no que diz respeito à proteção de civis.


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