Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Após ataques de Israel, Donald Trump faz alerta ao Irã sobre acordo: “Ainda há tempo”

Força Aérea Israelense lançou, na madrugada desta sexta-feira, um bombardeio contra alvos estratégicos no Irã

Após o ataque e Israel ao Irã, na noite desta quinta-feira (12/6) – madrugada de sexta (13/6), no horário local -, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez alertas ao país atacado a fechar um acordo sobre seu programa nuclear, afirmando que, mesmo com os recentes acontecimentos, ainda há tempo para o país evitar novos conflitos.

“Já houve muita morte e destruição, mas ainda há tempo para pôr fim a esse massacre, com os próximos ataques já planejados sendo ainda mais brutais”, escreveu ele, no Truth Social.


Leia também:

URGENTE: Irã é bombardeado na madrugada desta sexta-feira (12/6)

Ativistas do barco Madleen são deportados; brasileiro Thiago Ávila foi mantido em solitária e fez greve de fome


Ataque de Israel contra o Irã

Força Aérea Israelense lançou um bombardeio contra alvos estratégicos no Irã, incluindo a usina nuclear de Natanz, considerada o centro do programa de enriquecimento de urânio iraniano. Moradores de Teerã relataram nas redes sociais a ocorrência de explosões em áreas residenciais da capital.

Em um pronunciamento gravado e divulgado logo após o início da operação, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu classificou o momento como “decisivo na história de Israel” e justificou os ataques como uma ação necessária para conter “a ameaça iraniana à sobrevivência do Estado israelense”. Segundo ele, cientistas ligados ao programa nuclear iraniano também foram alvos e os bombardeios devem continuar “pelo tempo que for necessário”.

De acordo com as Forças de Defesa Israelense (IDF), a primeira fase da ofensiva envolveu dezenas de caças e mirou “dezenas de alvos militares, incluindo instalações nucleares em diversas regiões do Irã”. O ministro da Defesa, Israel Katz, decretou estado de emergência e determinou o fechamento do espaço aéreo israelense como precaução contra possíveis retaliações.

A operação ocorre em meio ao aumento das tensões entre os dois países e ao avanço do programa nuclear iraniano, que, segundo autoridades militares israelenses, já teria capacidade de produzir até 15 ogivas nucleares em poucos dias. O governo iraniano reagiu suspendendo todos os voos com origem e destino ao aeroporto internacional de Teerã e convocou uma reunião de emergência logo após os ataques.

Os Estados Unidos afirmaram não ter envolvimento na ação militar. Segundo o secretário de Estado, Marco Rubio, Washington foi informado, mas não participou da ofensiva. A comunidade internacional acompanha com preocupação o agravamento do conflito e seus possíveis desdobramentos regionais.

*Com informações CNN e G1

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Após o ataque e Israel ao Irã, na noite desta quinta-feira (12/6) – madrugada de sexta (13/6), no horário local -, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez alertas ao país atacado a fechar um acordo sobre seu programa nuclear, afirmando que, mesmo com os recentes acontecimentos, ainda há tempo para o país evitar novos conflitos.

“Já houve muita morte e destruição, mas ainda há tempo para pôr fim a esse massacre, com os próximos ataques já planejados sendo ainda mais brutais”, escreveu ele, no Truth Social.


Leia também:

URGENTE: Irã é bombardeado na madrugada desta sexta-feira (12/6)

Ativistas do barco Madleen são deportados; brasileiro Thiago Ávila foi mantido em solitária e fez greve de fome


Ataque de Israel contra o Irã

Força Aérea Israelense lançou um bombardeio contra alvos estratégicos no Irã, incluindo a usina nuclear de Natanz, considerada o centro do programa de enriquecimento de urânio iraniano. Moradores de Teerã relataram nas redes sociais a ocorrência de explosões em áreas residenciais da capital.

Em um pronunciamento gravado e divulgado logo após o início da operação, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu classificou o momento como “decisivo na história de Israel” e justificou os ataques como uma ação necessária para conter “a ameaça iraniana à sobrevivência do Estado israelense”. Segundo ele, cientistas ligados ao programa nuclear iraniano também foram alvos e os bombardeios devem continuar “pelo tempo que for necessário”.

De acordo com as Forças de Defesa Israelense (IDF), a primeira fase da ofensiva envolveu dezenas de caças e mirou “dezenas de alvos militares, incluindo instalações nucleares em diversas regiões do Irã”. O ministro da Defesa, Israel Katz, decretou estado de emergência e determinou o fechamento do espaço aéreo israelense como precaução contra possíveis retaliações.

A operação ocorre em meio ao aumento das tensões entre os dois países e ao avanço do programa nuclear iraniano, que, segundo autoridades militares israelenses, já teria capacidade de produzir até 15 ogivas nucleares em poucos dias. O governo iraniano reagiu suspendendo todos os voos com origem e destino ao aeroporto internacional de Teerã e convocou uma reunião de emergência logo após os ataques.

Os Estados Unidos afirmaram não ter envolvimento na ação militar. Segundo o secretário de Estado, Marco Rubio, Washington foi informado, mas não participou da ofensiva. A comunidade internacional acompanha com preocupação o agravamento do conflito e seus possíveis desdobramentos regionais.

*Com informações CNN e G1

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Novo terremoto atinge Venezuela; mortes ultrapassam 1,4 mil

Um novo terremoto, de magnitude 4,8, atingiu a Venezuela neste sábado (27), no estado de Aragua. O tremor ocorreu a 10 quilômetros de profundidade...

Ucrânia aceita ajuda de Lula em tentativa de retomar diálogo com a Rússia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, aceitou uma proposta do presidente Lula (PT) para auxiliar nas negociações de paz com a Rússia. A informação...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Ataque ucraniano transforma céu de Moscou em cenário de “chuva preta”

Moradores de Moscou relataram uma espécie de "chuva preta" após um ataque com drones ucranianos atingir uma refinaria de petróleo na capital russa nesta...

Zelensky reage a ataques russos e faz ameaça direta a Moscou

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta quinta-feira (18/6) que os recentes ataques com drones contra a Rússia foram uma resposta aos bombardeios...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Irã se compromete em não produzir armas nucleares, diz documento provisório

O governo do Irã divulgou nesta quarta-feira (17/6) os termos de um acordo provisório firmado com os Estados Unidos para encerrar o conflito entre...

Copa do Mundo de 2026 reúne países em guerra e sob crises de segurança

A Copa do Mundo de 2026 reúne seleções de países marcados não apenas pela disputa dentro de campo, mas também por conflitos armados e...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Novo terremoto atinge Venezuela; mortes ultrapassam 1,4 mil

Um novo terremoto, de magnitude 4,8, atingiu a Venezuela neste sábado (27), no estado de Aragua. O tremor ocorreu a 10 quilômetros de profundidade...

Ucrânia aceita ajuda de Lula em tentativa de retomar diálogo com a Rússia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, aceitou uma proposta do presidente Lula (PT) para auxiliar nas negociações de paz com a Rússia. A informação...

Ataque ucraniano transforma céu de Moscou em cenário de “chuva preta”

Moradores de Moscou relataram uma espécie de "chuva preta" após um ataque com drones ucranianos atingir uma refinaria de petróleo na capital russa nesta...

Zelensky reage a ataques russos e faz ameaça direta a Moscou

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta quinta-feira (18/6) que os recentes ataques com drones contra a Rússia foram uma resposta aos bombardeios...

Irã se compromete em não produzir armas nucleares, diz documento provisório

O governo do Irã divulgou nesta quarta-feira (17/6) os termos de um acordo provisório firmado com os Estados Unidos para encerrar o conflito entre...

Copa do Mundo de 2026 reúne países em guerra e sob crises de segurança

A Copa do Mundo de 2026 reúne seleções de países marcados não apenas pela disputa dentro de campo, mas também por conflitos armados e...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]