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Austrália proíbe gestos nazistas e comércio de símbolos associados ao terrorismo

A partir desta segunda-feira (8/1), gestos nazistas, exibição ou venda de símbolos associados a grupos terroristas passam a ser proibidos na Austrália.

As leis que entraram em vigor no continente começam a punir, com prisão até 12 meses, quem realizar publicamente a saudação nazi, exibir a suástica nazi ou a runa de sinal duplo associada ao grupo paramilitar Schutzstaffel (SS), o que é válido para a venda e o comércio destes símbolos, que estão igualmente proibidos.

“O que acontece é que quando levantamos o braço numa saudação nazi, estamos a traçar um paralelo direto entre as nossas ações e as do regime nazi, da Alemanha nacional-socialista dos anos 30 e 40, responsável pelo Holocausto, pela morte de seis milhões de pessoas”, comentou o sociólogo político e professor associado da Universidade Deakin, Josh Roose.


Leia também:

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Introduzida em junho e aprovada em dezembro, a lei assumiu um novo significado no meio de um aumento do anti-semitismo e da islamofobia após o ataque de 7 de outubro pelo Hamas, em que cerca de 1.200 pessoas foram mortas e 240 feitas reféns, segundo autoridades israelenses.

*com informações CNN

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A partir desta segunda-feira (8/1), gestos nazistas, exibição ou venda de símbolos associados a grupos terroristas passam a ser proibidos na Austrália.

As leis que entraram em vigor no continente começam a punir, com prisão até 12 meses, quem realizar publicamente a saudação nazi, exibir a suástica nazi ou a runa de sinal duplo associada ao grupo paramilitar Schutzstaffel (SS), o que é válido para a venda e o comércio destes símbolos, que estão igualmente proibidos.

“O que acontece é que quando levantamos o braço numa saudação nazi, estamos a traçar um paralelo direto entre as nossas ações e as do regime nazi, da Alemanha nacional-socialista dos anos 30 e 40, responsável pelo Holocausto, pela morte de seis milhões de pessoas”, comentou o sociólogo político e professor associado da Universidade Deakin, Josh Roose.


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*com informações CNN

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Jornalismo
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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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