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Biden fecha acordo de gás com União Europeia para reduzir dependência russa

Iniciativa dos EUA visa ajudar países europeus que tiveram fornecimento de gás afetado por guerra.

O presidente norte-americano Joe Biden informou hoje que os Estados Unidos vão fornecer à União Europeia mais gás natural liquefeito (GNL) para que os países do continente diminuam sua dependência em relação à Rússia. Biden está em Bruxelas para a reunião de líderes da UE para debater crise de energia gerada pela guerra.

O presidente dos Estados Unidos disse aos repórteres:

“Estamos nos unindo para reduzir a dependência da Europa da energia russa. Não devemos subsidiar o ataque brutal de Putin à Ucrânia”.


Leia mais:

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Ursula von der Leyen, chefe da comissão da União Europeia, disse em entrevista conjunta com Biden:

“O compromisso dos Estados Unidos de fornecer à UE pelo menos 15 bilhões de metros cúbicos (bcm) adicionais de GNL este ano é um grande passo na direção de reduzir nossa dependência da Rússia. Estamos determinados a nos opor à guerra brutal da Rússia”.

Os líderes da UE estão engajados na discussão para diminuir as altas nas taxas de energia e gás para seus cidadãos, que já dispararam desde o início do conflito na Ucrânia.  A Espanha, Grécia e outros países defenderão os limites de preços de energia e a intervenção no mercado, enquanto um grupo que inclui a Alemanha e a Holanda vai recuar e procurar atrasar essas medidas, disseram diplomatas. Também será debatida a questão de embargo à energia russa. Países mais dependentes dessa energia, como a Alemanha, se mostram relutantes em dar esse passo que terá grande impacto econômico.

Com informações da Agência Brasil.
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O presidente norte-americano Joe Biden informou hoje que os Estados Unidos vão fornecer à União Europeia mais gás natural liquefeito (GNL) para que os países do continente diminuam sua dependência em relação à Rússia. Biden está em Bruxelas para a reunião de líderes da UE para debater crise de energia gerada pela guerra.

O presidente dos Estados Unidos disse aos repórteres:

“Estamos nos unindo para reduzir a dependência da Europa da energia russa. Não devemos subsidiar o ataque brutal de Putin à Ucrânia”.


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“O compromisso dos Estados Unidos de fornecer à UE pelo menos 15 bilhões de metros cúbicos (bcm) adicionais de GNL este ano é um grande passo na direção de reduzir nossa dependência da Rússia. Estamos determinados a nos opor à guerra brutal da Rússia”.

Os líderes da UE estão engajados na discussão para diminuir as altas nas taxas de energia e gás para seus cidadãos, que já dispararam desde o início do conflito na Ucrânia.  A Espanha, Grécia e outros países defenderão os limites de preços de energia e a intervenção no mercado, enquanto um grupo que inclui a Alemanha e a Holanda vai recuar e procurar atrasar essas medidas, disseram diplomatas. Também será debatida a questão de embargo à energia russa. Países mais dependentes dessa energia, como a Alemanha, se mostram relutantes em dar esse passo que terá grande impacto econômico.

Com informações da Agência Brasil.
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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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