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Bitcoin bate recorde e supera marca de 69 mil dólares com euforia de investidores

O bitcoin renovou sua máxima histórica nesta terça (05/3), em movimento que reflete principalmente o fluxo de investimentos para ETFs (uma espécie de fundo de investimento) de criptoativos nos Estados Unidos e a perspectiva de queda das taxas de juros globais.

A maior criptomoeda do mundo atingiu uma máxima de US$ 69.202 (R$ 342.549), superando o pico histórico de novembro de 2021 de US$ 68.999 (R$ 341.545, na cotação atual).

O interesse dos investidores aumentou desde que a Exchange Commission (SEC, órgão que regula o mercado de capitais nos EUA) aprovou 11 ETFs (fundos negociados em bolsa) de bitcoin à vista no final de janeiro.

Por volta de 12h40, a cotação voltava para 67.104 (R$ 332.164), em queda de 0,59%.


Leia mais:

Mercado reduz para 3,76% previsão de inflação em 2024

Após reunião com líderes da Câmara, Haddad confirma Projeto de Lei para setor de eventos


A ascensão meteórica de quase 160% do bitcoin desde outubro, sendo que apenas em fevereiro a alta acumulada somou 44%, marca um forte contraste com 2022, quando o mercado foi atingido por um inverno cripto de 18 meses, atormentado por uma série de falências e escândalos de empresas.

Além da procura por parte de um conjunto mais vasto de investidores, o bitcoin e as criptomoedas em geral receberam um impulso com a perspectiva de que o Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) irá reduzir as taxas de juro dos EUA, o que muitas vezes leva os investidores a desviarem o capital para ativos de maior rendimento ou mais voláteis.

“A máxima histórica do bitcoin marca um ponto de virada para criptoativos”, disse Nathan McCauley, presidente-executivo e cofundador da plataforma de cripto Anchorage Digital.

“As instituições tradicionais já estiveram de fora; hoje, elas estão aqui com força total como os principais impulsionadores do mercado altista de criptomoedas.”

Analistas dizem que o bitcoin também se beneficiou da perspectiva do “halving” previsto para a abril – um processo que ocorre a cada quatro anos em que a taxa de liberação de tokens é reduzida pela metade, junto com as recompensas dadas aos mineradores.

A oferta de bitcoin está limitada a 21 milhões, dos quais 19 milhões já foram minerados.

Apesar de sua popularidade recente, para muitos investidores, o bitcoin é simplesmente muito volátil e carece de aplicações no mundo real suficientes para ser outra coisa senão um ativo especulativo.

No entanto, além da combinação de fluxos para os ETFs, perspectiva de uma oferta limitada de bitcoin e eventual declínio nas taxas de juro dos EUA, algumas empresas estão adicionando criptomoedas aos seus cofres empresariais.

Em fevereiro, a empresa de software MicroStrategy — um detentor de bitcoin de longa data — disse que recentemente comprou mais cerca de 3.000 bitcoins por US$ 155 milhões (R$ 767 milhões), enquanto a plataforma de mídia social Reddit também disse que comprou pequenas quantidades de bitcoin e ether.

*com informaçoes do CNN Brasil

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O bitcoin renovou sua máxima histórica nesta terça (05/3), em movimento que reflete principalmente o fluxo de investimentos para ETFs (uma espécie de fundo de investimento) de criptoativos nos Estados Unidos e a perspectiva de queda das taxas de juros globais.

A maior criptomoeda do mundo atingiu uma máxima de US$ 69.202 (R$ 342.549), superando o pico histórico de novembro de 2021 de US$ 68.999 (R$ 341.545, na cotação atual).

O interesse dos investidores aumentou desde que a Exchange Commission (SEC, órgão que regula o mercado de capitais nos EUA) aprovou 11 ETFs (fundos negociados em bolsa) de bitcoin à vista no final de janeiro.

Por volta de 12h40, a cotação voltava para 67.104 (R$ 332.164), em queda de 0,59%.


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Além da procura por parte de um conjunto mais vasto de investidores, o bitcoin e as criptomoedas em geral receberam um impulso com a perspectiva de que o Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) irá reduzir as taxas de juro dos EUA, o que muitas vezes leva os investidores a desviarem o capital para ativos de maior rendimento ou mais voláteis.

“A máxima histórica do bitcoin marca um ponto de virada para criptoativos”, disse Nathan McCauley, presidente-executivo e cofundador da plataforma de cripto Anchorage Digital.

“As instituições tradicionais já estiveram de fora; hoje, elas estão aqui com força total como os principais impulsionadores do mercado altista de criptomoedas.”

Analistas dizem que o bitcoin também se beneficiou da perspectiva do “halving” previsto para a abril – um processo que ocorre a cada quatro anos em que a taxa de liberação de tokens é reduzida pela metade, junto com as recompensas dadas aos mineradores.

A oferta de bitcoin está limitada a 21 milhões, dos quais 19 milhões já foram minerados.

Apesar de sua popularidade recente, para muitos investidores, o bitcoin é simplesmente muito volátil e carece de aplicações no mundo real suficientes para ser outra coisa senão um ativo especulativo.

No entanto, além da combinação de fluxos para os ETFs, perspectiva de uma oferta limitada de bitcoin e eventual declínio nas taxas de juro dos EUA, algumas empresas estão adicionando criptomoedas aos seus cofres empresariais.

Em fevereiro, a empresa de software MicroStrategy — um detentor de bitcoin de longa data — disse que recentemente comprou mais cerca de 3.000 bitcoins por US$ 155 milhões (R$ 767 milhões), enquanto a plataforma de mídia social Reddit também disse que comprou pequenas quantidades de bitcoin e ether.

*com informaçoes do CNN Brasil

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