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Brasileira é agredida com soco na boca em Universidade de Portugal

Uma brasileira recebeu um soco no rosto dentro da Universidade do Minho, em Braga, na região norte de Portugal, nesta quinta-feira (29/11), após várias provocações do agressor. A jornalista carioca Grazielle Tavares, de 49 anos, estuda pós-graduação de comunicação junto com o acusado e chamou o estudante português de xenófobo e misógino.

O motivo que desencadeou a violência foi um trabalho de grupo que reunia o agressor, um aluno estrangeiro, e outra brasileira. Desde o começo, conta ela, o português era agressivo só com elas.

A jornalista só deu o primeiro nome do aluno; João que, ao avistá-la esperando pelo restante do grupo para uma reunião com a professora, foi em sua direção para mandá-la subir para o local do encontro.

A brasileira conta que respondeu ao homem português que começou xingar e que depois começou a encará-la quando a avistou sentada em um banco. A confusão teria começado neste momento quando a brasileira se sentiu ameaçada.

“Eu levantei e pedi para ele repetir se fosse homem. Nem terminei a frase e ele me deu um soco no lado direito do rosto, ferindo minha boca. Caí no chão e ele me chutou, diante do corredor cheio de gente e ninguém fez nada. E ele ainda disse: “O que você faz estudando no meu país? Deve pagar a mensalidade com o c*”, como se eu fosse prostituta. E falou para eu voltar para o Brasil”, contou.

Uma professora socorreu a estudante brasileira e chamou a policia, uma ambulância e mandou agressor se retira. A segurança da universidade também foi acionada, mas segundo Grazielle, eles questionaram o que ela teria dito para motivar o agressor.


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Uma mensagem foi encaminhada ao site Portugal Giro, da Globo.com, pelo agressor para se defender, que declara medo de ser agredido com um guarda-chuva que estava na mão da jornalista e que ela teria adotado uma postura de confronto com ele.

“duas pessoas que não gostaram que eu pedisse que se respeitassem horas combinadas várias vezes, decidiram adotar uma postura de confrontação constante e micro agressões para comigo, “, escreveu.

“portuga de merda, portuga babaca de merda, seu idiota e outros insultos xenófobos do gênero. (…) Voltei para trás e pela primeira vez me defendi. Disse: olha, afinal o teu problema pessoal comigo é por quê? Porque sou homem ou porque sou português? (…) Se Portugal é assim tão mau, os portugueses são tão xenófobos e misóginos, por que é que vieste e por que é que não voltas para o Brasil? — relatou João em um trecho da mensagem, que continua:

Em outro trecho, João conta que não utilizou a força no soco desferido para não causar danos na face da brasileira.

 (…) A pessoa que me agrediu estava a correr na minha direção com o guarda-chuva no ar, apontado à minha cabeça. Eu uso óculos. Ao rodar, dei um pontapé de lado no abdômen com o objetivo de manter a distância e desviar o guarda-chuva que estava a ser brandido em direção à minha cabeça. Consegui desviar o mesmo da cabeça e o guarda chuva atingiu o corpo. Fiquei parado. A pessoa que me agrediu tentou novamente e quando levantou o guarda-chuva com esse intuito eu dei um murro direto na boca. Não foi nenhum cruzado para não colocar força desnecessária em locais que pudessem constituir lesões mais complicadas, nomeadamente um maxilar deslocado”, disse.

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Uma brasileira recebeu um soco no rosto dentro da Universidade do Minho, em Braga, na região norte de Portugal, nesta quinta-feira (29/11), após várias provocações do agressor. A jornalista carioca Grazielle Tavares, de 49 anos, estuda pós-graduação de comunicação junto com o acusado e chamou o estudante português de xenófobo e misógino.

O motivo que desencadeou a violência foi um trabalho de grupo que reunia o agressor, um aluno estrangeiro, e outra brasileira. Desde o começo, conta ela, o português era agressivo só com elas.

A jornalista só deu o primeiro nome do aluno; João que, ao avistá-la esperando pelo restante do grupo para uma reunião com a professora, foi em sua direção para mandá-la subir para o local do encontro.

A brasileira conta que respondeu ao homem português que começou xingar e que depois começou a encará-la quando a avistou sentada em um banco. A confusão teria começado neste momento quando a brasileira se sentiu ameaçada.

“Eu levantei e pedi para ele repetir se fosse homem. Nem terminei a frase e ele me deu um soco no lado direito do rosto, ferindo minha boca. Caí no chão e ele me chutou, diante do corredor cheio de gente e ninguém fez nada. E ele ainda disse: “O que você faz estudando no meu país? Deve pagar a mensalidade com o c*”, como se eu fosse prostituta. E falou para eu voltar para o Brasil”, contou.

Uma professora socorreu a estudante brasileira e chamou a policia, uma ambulância e mandou agressor se retira. A segurança da universidade também foi acionada, mas segundo Grazielle, eles questionaram o que ela teria dito para motivar o agressor.


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“duas pessoas que não gostaram que eu pedisse que se respeitassem horas combinadas várias vezes, decidiram adotar uma postura de confrontação constante e micro agressões para comigo, “, escreveu.

“portuga de merda, portuga babaca de merda, seu idiota e outros insultos xenófobos do gênero. (…) Voltei para trás e pela primeira vez me defendi. Disse: olha, afinal o teu problema pessoal comigo é por quê? Porque sou homem ou porque sou português? (…) Se Portugal é assim tão mau, os portugueses são tão xenófobos e misóginos, por que é que vieste e por que é que não voltas para o Brasil? — relatou João em um trecho da mensagem, que continua:

Em outro trecho, João conta que não utilizou a força no soco desferido para não causar danos na face da brasileira.

 (…) A pessoa que me agrediu estava a correr na minha direção com o guarda-chuva no ar, apontado à minha cabeça. Eu uso óculos. Ao rodar, dei um pontapé de lado no abdômen com o objetivo de manter a distância e desviar o guarda-chuva que estava a ser brandido em direção à minha cabeça. Consegui desviar o mesmo da cabeça e o guarda chuva atingiu o corpo. Fiquei parado. A pessoa que me agrediu tentou novamente e quando levantou o guarda-chuva com esse intuito eu dei um murro direto na boca. Não foi nenhum cruzado para não colocar força desnecessária em locais que pudessem constituir lesões mais complicadas, nomeadamente um maxilar deslocado”, disse.

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