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Atentado que matou 22 pessoas é a 36ª tragédia desse tipo, neste ano, nos Estados Unidos

As terras americanas marcaram a 36ª tragédia de episódios com atentados armados neste ano, contando com o caso do atirador que matou 22 pessoas e deixou dezenas de feridos na cidade de Lewiston, no Maine (EUA), nesta quinta-feira (25).

Segundo as informações da imprensa local e da Universidade do Nordeste, em Boston, de 2006 a 2023, 2.944 pessoas foram mortas, 2 mil ficaram feridas e houve 567 incidências de ataques. O ano de 2019 foi o que mais registrou ataques seguido de 2017, com 46 ocorrências.

Em 2023, contando com o ataque no Maine desta quarta (25), foram registrados 36 atentados, que resultaram em 203 mortos e 133 feridos. Os números dão força aos críticos de porte de arma nos EUA. Lá, um adulto em cada três possui pelo menos uma arma.

Leia também:

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Mais de 15 mil pessoas, desde o início do ano, morreram vítimas de violência com armas de fogo no país, excluindo suicídios, de acordo com o Gun Violence Archive (GVA), grupo independente que recolher informação sobre incidentes com armas de fogo.

Acompanhe a lista de 2023

  • Janeiro: 47 mortos e 11 feridos;
  • Fevereiro: 10 mortos;
  • Março: 32 mortos;
  • Abril: 49 mortos e 43 feridos;
  • Maio: 28 mortos e 9 feridos;
  • Junho: 10 mortos e 1 ferido;
  • Julho: 18 mortos e 8 feridos;
  • Agosto: 10 mortos;
  • Setembro: 5 mortos;
  • Outubro: 22 mortos e 60 feridos;
  • Total até agora: 203 mortos e 133 feridos.

Padrão das vítimas

O estudo da Universidade do Nordeste conclui que as vítimas tendem a ser mortas por pessoas que as conhecem, e que, em geral, as pessoas mortas estão na faixa etária de 20 a 24 anos, seguido de adolescentes entre 15 a 19 anos.

O padrão encontrado nas ocorrências é vasto: em geral, pessoas próximas (como familiares), alguns dos atiradores relatam ouvir vozes ou são tomados por acessos de fúria (como o caso de um casal que entrou em uma casa para roubar dinheiro da família e acabou executando o grupo) ou ciúme (pessoas que não aceitam divórcios, por exemplo).

*com informações Metrópoles

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As terras americanas marcaram a 36ª tragédia de episódios com atentados armados neste ano, contando com o caso do atirador que matou 22 pessoas e deixou dezenas de feridos na cidade de Lewiston, no Maine (EUA), nesta quinta-feira (25).

Segundo as informações da imprensa local e da Universidade do Nordeste, em Boston, de 2006 a 2023, 2.944 pessoas foram mortas, 2 mil ficaram feridas e houve 567 incidências de ataques. O ano de 2019 foi o que mais registrou ataques seguido de 2017, com 46 ocorrências.

Em 2023, contando com o ataque no Maine desta quarta (25), foram registrados 36 atentados, que resultaram em 203 mortos e 133 feridos. Os números dão força aos críticos de porte de arma nos EUA. Lá, um adulto em cada três possui pelo menos uma arma.

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  • Janeiro: 47 mortos e 11 feridos;
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  • Maio: 28 mortos e 9 feridos;
  • Junho: 10 mortos e 1 ferido;
  • Julho: 18 mortos e 8 feridos;
  • Agosto: 10 mortos;
  • Setembro: 5 mortos;
  • Outubro: 22 mortos e 60 feridos;
  • Total até agora: 203 mortos e 133 feridos.

Padrão das vítimas

O estudo da Universidade do Nordeste conclui que as vítimas tendem a ser mortas por pessoas que as conhecem, e que, em geral, as pessoas mortas estão na faixa etária de 20 a 24 anos, seguido de adolescentes entre 15 a 19 anos.

O padrão encontrado nas ocorrências é vasto: em geral, pessoas próximas (como familiares), alguns dos atiradores relatam ouvir vozes ou são tomados por acessos de fúria (como o caso de um casal que entrou em uma casa para roubar dinheiro da família e acabou executando o grupo) ou ciúme (pessoas que não aceitam divórcios, por exemplo).

*com informações Metrópoles

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