Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

China e Canadá respondem a “tarifaço” de Trump e anunciam taxas contra EUA

Canadá e China anunciaram retaliações comerciais em novo capítulo da guerra econômica contra EUA

A partir desta terça (4/3), entram em vigor as tarifas de 25% anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre as importações de produtos provenientes do México e do Canadá, além de dobrar as tarifas sobre produtos da China. Os governos canadense e chinês anunciaram hoje medidas de retaliação comercial.

O Canadá reage

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, anunciou tarifas recíprocas de 25% sobre US$ 107 bilhões em produtos dos Estados Unidos, começando com taxas sobre US$ 21 bilhões.

Trudeau qualificou a ação de Trump, vinda justamente do maior parceiro comercial do Canadá — ao lado do México — como injusta e uma violação do acordo de livre comércio assinado durante o primeiro mandato do republicano na Casa Branca. Ele declarou:

“Nossas tarifas permanecerão em vigor até que a ação comercial dos EUA seja retirada. Caso as tarifas dos EUA não cessem, estamos em discussões ativas e contínuas com províncias e territórios para buscar diversas medidas não tarifárias”.


Leia mais:

Trump suspende apoio militar à Ucrânia

Novo governo Trump: Como as mudanças na economia dos EUA podem afetar o Brasil


A resposta da China

O governo chinês também anunciou a imposição de tarifas adicionais de 10% a 15% sobre produtos agrícolas e alimentícios dos Estados Unidos. A medida entrará em vigor em 10 de março.

Produtos como frango, trigo, milho e algodão dos Estados Unidos serão taxados. Além disso, os chineses impuseram uma taxa extra de 10% sobre as importações de soja, sorgo, carne suína, carne bovina, produtos aquáticos, frutas, vegetais e laticínios americanos.

Em entrevista, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, declarou enfaticamente:

“Se os EUA insistirem em travar uma guerra tarifária, comercial ou qualquer outro tipo de guerra, a China lutará até o fim”.

O México

Já a presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, anunciou que “não há justificativa para a decisão do presidente Trump de impor uma tarifa de 25% sobre produtos do México”.

Em resposta, ela afirmou que seu país vai impor restrições comerciais e taxas mais elevadas a produtos norte-americanos. Os detalhes, disse Sheinbaum, serão divulgados no próximo domingo (9).

Tarifas e guerra comercial

Segundo o govern Trump, as tarifas têm como objetivo proteger a economia americana. As reações de México, China e Canadá representam um novo capítulo na guerra comercial entre países, que deverá ter reflexos na economia mundial e também afetar o Brasil.

Com informações de Metrópoles.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A partir desta terça (4/3), entram em vigor as tarifas de 25% anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre as importações de produtos provenientes do México e do Canadá, além de dobrar as tarifas sobre produtos da China. Os governos canadense e chinês anunciaram hoje medidas de retaliação comercial.

O Canadá reage

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, anunciou tarifas recíprocas de 25% sobre US$ 107 bilhões em produtos dos Estados Unidos, começando com taxas sobre US$ 21 bilhões.

Trudeau qualificou a ação de Trump, vinda justamente do maior parceiro comercial do Canadá — ao lado do México — como injusta e uma violação do acordo de livre comércio assinado durante o primeiro mandato do republicano na Casa Branca. Ele declarou:

“Nossas tarifas permanecerão em vigor até que a ação comercial dos EUA seja retirada. Caso as tarifas dos EUA não cessem, estamos em discussões ativas e contínuas com províncias e territórios para buscar diversas medidas não tarifárias”.


Leia mais:

Trump suspende apoio militar à Ucrânia

Novo governo Trump: Como as mudanças na economia dos EUA podem afetar o Brasil


A resposta da China

O governo chinês também anunciou a imposição de tarifas adicionais de 10% a 15% sobre produtos agrícolas e alimentícios dos Estados Unidos. A medida entrará em vigor em 10 de março.

Produtos como frango, trigo, milho e algodão dos Estados Unidos serão taxados. Além disso, os chineses impuseram uma taxa extra de 10% sobre as importações de soja, sorgo, carne suína, carne bovina, produtos aquáticos, frutas, vegetais e laticínios americanos.

Em entrevista, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, declarou enfaticamente:

“Se os EUA insistirem em travar uma guerra tarifária, comercial ou qualquer outro tipo de guerra, a China lutará até o fim”.

O México

Já a presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, anunciou que “não há justificativa para a decisão do presidente Trump de impor uma tarifa de 25% sobre produtos do México”.

Em resposta, ela afirmou que seu país vai impor restrições comerciais e taxas mais elevadas a produtos norte-americanos. Os detalhes, disse Sheinbaum, serão divulgados no próximo domingo (9).

Tarifas e guerra comercial

Segundo o govern Trump, as tarifas têm como objetivo proteger a economia americana. As reações de México, China e Canadá representam um novo capítulo na guerra comercial entre países, que deverá ter reflexos na economia mundial e também afetar o Brasil.

Com informações de Metrópoles.

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

Mais lidas

Ucrânia aceita ajuda de Lula em tentativa de retomar diálogo com a Rússia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, aceitou uma proposta do presidente Lula (PT) para auxiliar nas negociações de paz com a Rússia. A informação...

Ataque ucraniano transforma céu de Moscou em cenário de “chuva preta”

Moradores de Moscou relataram uma espécie de "chuva preta" após um ataque com drones ucranianos atingir uma refinaria de petróleo na capital russa nesta...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Zelensky reage a ataques russos e faz ameaça direta a Moscou

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta quinta-feira (18/6) que os recentes ataques com drones contra a Rússia foram uma resposta aos bombardeios...

Irã se compromete em não produzir armas nucleares, diz documento provisório

O governo do Irã divulgou nesta quarta-feira (17/6) os termos de um acordo provisório firmado com os Estados Unidos para encerrar o conflito entre...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Copa do Mundo de 2026 reúne países em guerra e sob crises de segurança

A Copa do Mundo de 2026 reúne seleções de países marcados não apenas pela disputa dentro de campo, mas também por conflitos armados e...

Putin rejeita proposta de encontro presencial com Zelensky

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta sexta-feira (5/6) que não vê motivos para uma reunião presencial com o presidente da Ucrânia, Volodymyr...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Ucrânia aceita ajuda de Lula em tentativa de retomar diálogo com a Rússia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, aceitou uma proposta do presidente Lula (PT) para auxiliar nas negociações de paz com a Rússia. A informação...

Ataque ucraniano transforma céu de Moscou em cenário de “chuva preta”

Moradores de Moscou relataram uma espécie de "chuva preta" após um ataque com drones ucranianos atingir uma refinaria de petróleo na capital russa nesta...

Zelensky reage a ataques russos e faz ameaça direta a Moscou

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta quinta-feira (18/6) que os recentes ataques com drones contra a Rússia foram uma resposta aos bombardeios...

Irã se compromete em não produzir armas nucleares, diz documento provisório

O governo do Irã divulgou nesta quarta-feira (17/6) os termos de um acordo provisório firmado com os Estados Unidos para encerrar o conflito entre...

Copa do Mundo de 2026 reúne países em guerra e sob crises de segurança

A Copa do Mundo de 2026 reúne seleções de países marcados não apenas pela disputa dentro de campo, mas também por conflitos armados e...

Putin rejeita proposta de encontro presencial com Zelensky

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta sexta-feira (5/6) que não vê motivos para uma reunião presencial com o presidente da Ucrânia, Volodymyr...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]