Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

China convoca reunião com Estados-membros da ONU e acusa EUA de “práticas de bullying”

No documento, o governo chinês acusa os Estados Unidos de promoverem práticas de intimidação e de comprometerem os esforços internacionais por paz

A China enviou uma carta a todos os 193 Estados-membros das Nações Unidas convocando-os para uma reunião informal do Conselho de Segurança da ONU, marcada para a próxima quarta-feira (23/4). No documento, o governo chinês acusa os Estados Unidos de promoverem práticas de intimidação e de comprometerem os esforços internacionais por paz e desenvolvimento por meio do uso de tarifas econômicas como forma de pressão.

“Todos os países, especialmente os em desenvolvimento, são vítimas do unilateralismo e de práticas de bullying. Ao utilizar tarifas como armas de pressão extrema, os EUA violam gravemente as regras do comércio internacional e provocam choques severos na economia mundial, lançando uma sombra sobre os esforços globais pela paz e pelo desenvolvimento”, afirma o texto.

A tensão ocorre em meio ao agravamento da guerra comercial entre as duas potências. Nesta quarta-feira (16/4), o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Li Jian, criticou a política de “pressão máxima” dos Estados Unidos e afirmou que Washington deve abandonar ameaças e chantagens se deseja um diálogo construtivo.

As declarações chinesas vieram um dia após a Casa Branca anunciar novas tarifas de até 245% sobre produtos importados da China, classificadas como uma reação a “ações retaliatórias” de Pequim. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que “a bola está com a China” e que os EUA não veem necessidade de firmar um novo acordo comercial.


Leia mais

Casa Branca anuncia tarifa para China de até 245% para alguns itens

Anvisa torna obrigatório retenção de receitas para Ozempic e outros remédios de emagrecimento


“A China precisa fazer um acordo conosco. Nós não precisamos fazer um acordo com eles. Eles querem o que temos: o consumidor americano”, declarou Leavitt.

Em resposta, o porta-voz chinês destacou que a guerra tarifária foi iniciada pelos EUA e reiterou que Pequim não deseja conflito, mas também não teme enfrentá-lo. “A China não quer uma briga, mas também não tem medo de uma”, disse.

Atualmente, os Estados Unidos aplicam tarifas de até 245% sobre produtos chineses — com exceção de eletrônicos como smartphones e laptops. Já a China impõe tarifas de até 125% sobre produtos norte-americanos.

A escalada das tensões preocupa organismos internacionais. Também nesta quarta-feira, a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad) alertou que o crescimento econômico global pode desacelerar para 2,3% em razão das incertezas e conflitos comerciais.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A China enviou uma carta a todos os 193 Estados-membros das Nações Unidas convocando-os para uma reunião informal do Conselho de Segurança da ONU, marcada para a próxima quarta-feira (23/4). No documento, o governo chinês acusa os Estados Unidos de promoverem práticas de intimidação e de comprometerem os esforços internacionais por paz e desenvolvimento por meio do uso de tarifas econômicas como forma de pressão.

“Todos os países, especialmente os em desenvolvimento, são vítimas do unilateralismo e de práticas de bullying. Ao utilizar tarifas como armas de pressão extrema, os EUA violam gravemente as regras do comércio internacional e provocam choques severos na economia mundial, lançando uma sombra sobre os esforços globais pela paz e pelo desenvolvimento”, afirma o texto.

A tensão ocorre em meio ao agravamento da guerra comercial entre as duas potências. Nesta quarta-feira (16/4), o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Li Jian, criticou a política de “pressão máxima” dos Estados Unidos e afirmou que Washington deve abandonar ameaças e chantagens se deseja um diálogo construtivo.

As declarações chinesas vieram um dia após a Casa Branca anunciar novas tarifas de até 245% sobre produtos importados da China, classificadas como uma reação a “ações retaliatórias” de Pequim. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que “a bola está com a China” e que os EUA não veem necessidade de firmar um novo acordo comercial.


Leia mais

Casa Branca anuncia tarifa para China de até 245% para alguns itens

Anvisa torna obrigatório retenção de receitas para Ozempic e outros remédios de emagrecimento


“A China precisa fazer um acordo conosco. Nós não precisamos fazer um acordo com eles. Eles querem o que temos: o consumidor americano”, declarou Leavitt.

Em resposta, o porta-voz chinês destacou que a guerra tarifária foi iniciada pelos EUA e reiterou que Pequim não deseja conflito, mas também não teme enfrentá-lo. “A China não quer uma briga, mas também não tem medo de uma”, disse.

Atualmente, os Estados Unidos aplicam tarifas de até 245% sobre produtos chineses — com exceção de eletrônicos como smartphones e laptops. Já a China impõe tarifas de até 125% sobre produtos norte-americanos.

A escalada das tensões preocupa organismos internacionais. Também nesta quarta-feira, a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad) alertou que o crescimento econômico global pode desacelerar para 2,3% em razão das incertezas e conflitos comerciais.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Ucrânia aceita ajuda de Lula em tentativa de retomar diálogo com a Rússia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, aceitou uma proposta do presidente Lula (PT) para auxiliar nas negociações de paz com a Rússia. A informação...

Ataque ucraniano transforma céu de Moscou em cenário de “chuva preta”

Moradores de Moscou relataram uma espécie de "chuva preta" após um ataque com drones ucranianos atingir uma refinaria de petróleo na capital russa nesta...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Zelensky reage a ataques russos e faz ameaça direta a Moscou

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta quinta-feira (18/6) que os recentes ataques com drones contra a Rússia foram uma resposta aos bombardeios...

Irã se compromete em não produzir armas nucleares, diz documento provisório

O governo do Irã divulgou nesta quarta-feira (17/6) os termos de um acordo provisório firmado com os Estados Unidos para encerrar o conflito entre...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Copa do Mundo de 2026 reúne países em guerra e sob crises de segurança

A Copa do Mundo de 2026 reúne seleções de países marcados não apenas pela disputa dentro de campo, mas também por conflitos armados e...

Putin rejeita proposta de encontro presencial com Zelensky

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta sexta-feira (5/6) que não vê motivos para uma reunião presencial com o presidente da Ucrânia, Volodymyr...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Ucrânia aceita ajuda de Lula em tentativa de retomar diálogo com a Rússia

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, aceitou uma proposta do presidente Lula (PT) para auxiliar nas negociações de paz com a Rússia. A informação...

Ataque ucraniano transforma céu de Moscou em cenário de “chuva preta”

Moradores de Moscou relataram uma espécie de "chuva preta" após um ataque com drones ucranianos atingir uma refinaria de petróleo na capital russa nesta...

Zelensky reage a ataques russos e faz ameaça direta a Moscou

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta quinta-feira (18/6) que os recentes ataques com drones contra a Rússia foram uma resposta aos bombardeios...

Irã se compromete em não produzir armas nucleares, diz documento provisório

O governo do Irã divulgou nesta quarta-feira (17/6) os termos de um acordo provisório firmado com os Estados Unidos para encerrar o conflito entre...

Copa do Mundo de 2026 reúne países em guerra e sob crises de segurança

A Copa do Mundo de 2026 reúne seleções de países marcados não apenas pela disputa dentro de campo, mas também por conflitos armados e...

Putin rejeita proposta de encontro presencial com Zelensky

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou nesta sexta-feira (5/6) que não vê motivos para uma reunião presencial com o presidente da Ucrânia, Volodymyr...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]