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Congresso dos EUA pressiona Biden para responsabilizar Irã pelo apoio ao Hamas

Uma carta assinada por 63 democratas e 50 republicanos do Congresso dos Estados Unidos foi apresentada ao presidente, Joe Biden, apelando para que responsabilize o Irã pelo papel de apoiar o grupo radical islâmico Hamas, após o ataque terrorista brutal contra Israel.

“Isso inclui a aplicação máxima de todas as sanções dos EUA e a tomada de todas as medidas para acabar com o comércio de petróleo do Irã com a China, que atualmente gera receitas de US$ 150 milhões por dia”, mostrou.


Leia também:

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O grupo bipartidário apela ao presidente Biden para “tomar todas as medidas necessárias para cortar as fontes de financiamento iranianas”.

De acordo com a CNN, a  carta cita o 18 de outubro, dia em que as sanções das Nações Unidas contra mísseis balísticos expirarão nos termos do Plano de Ação Conjunto Global.

“Isso não pode acontecer. Insistimos sua administração a trabalhar com os nossos aliados europeus para implementar, imediatamente, sanções contra o Irã no Conselho de Segurança da ONU”, disse a carta.

“Os EUA também devem exercer pressão significativa sobre o Qatar e a Turquia para cessarem o apoio ao Hamas e expulsarem a liderança do Hamas que acolhem”, acrescentou.

No mês passado, como parte de um acordo para libertar norte-americanos detidos no Irã, foram transferidos US$ 6 bilhões para contas do Qatar, uma medida que provocou críticas do Partido Republicano à administração Biden na sequência do ataque terrorista do Hamas. Mas o episódio não fez parte da carta, segundo a CNN.

No domingo (15), O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Jake Sullivan, disse que o governo estava envolvido em uma diplomacia não oficial com Teerã para enviar a mesma mensagem que tem transmitido publicamente sobre não agravar ainda mais a crise.

*Com informações CNN Brasil

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Uma carta assinada por 63 democratas e 50 republicanos do Congresso dos Estados Unidos foi apresentada ao presidente, Joe Biden, apelando para que responsabilize o Irã pelo papel de apoiar o grupo radical islâmico Hamas, após o ataque terrorista brutal contra Israel.

“Isso inclui a aplicação máxima de todas as sanções dos EUA e a tomada de todas as medidas para acabar com o comércio de petróleo do Irã com a China, que atualmente gera receitas de US$ 150 milhões por dia”, mostrou.


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“Isso não pode acontecer. Insistimos sua administração a trabalhar com os nossos aliados europeus para implementar, imediatamente, sanções contra o Irã no Conselho de Segurança da ONU”, disse a carta.

“Os EUA também devem exercer pressão significativa sobre o Qatar e a Turquia para cessarem o apoio ao Hamas e expulsarem a liderança do Hamas que acolhem”, acrescentou.

No mês passado, como parte de um acordo para libertar norte-americanos detidos no Irã, foram transferidos US$ 6 bilhões para contas do Qatar, uma medida que provocou críticas do Partido Republicano à administração Biden na sequência do ataque terrorista do Hamas. Mas o episódio não fez parte da carta, segundo a CNN.

No domingo (15), O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Jake Sullivan, disse que o governo estava envolvido em uma diplomacia não oficial com Teerã para enviar a mesma mensagem que tem transmitido publicamente sobre não agravar ainda mais a crise.

*Com informações CNN Brasil

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