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Conselho de Segurança da ONU aprova resolução de cessar-fogo imediato em Gaza

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou nesta segunda-feira (25/3) um cessar-fogo imediato entre Israel e o grupo Hamas e a libertação imediata e incondicional de todos os reféns, depois que os Estados Unidos se abstiveram na votação.

Os 14 membros restantes do conselho votaram a favor da resolução, que foi proposta por 10 membros eleitos do órgão.


Leia também:

Em Gaza, mais dois hospitais são cercados por forças israelenses, diz Crescente Vermelho Palestino

Rússia e China vetam resolução para cessar-fogo em Gaza proposta dos Estados Unidos


Washington era avessa à palavra cessar-fogo no início da guerra de quase seis meses na Faixa de Gaza e usou seu poder de veto para proteger Israel, aliado dos EUA, em sua retaliação contra o Hamas por um ataque em 7 de outubro que, segundo Israel, matou 1.200 pessoas.

Mas em meio à crescente pressão global por uma trégua na guerra que já matou mais de 32 mil palestinos, os EUA se abstiveram na votação de segunda-feira para permitir que o Conselho de Segurança pedisse um cessar-fogo imediato durante o mês de jejum muçulmano do Ramadã, que termina em duas semanas.

Também pede a libertação imediata e incondicional de todos os reféns. Israel diz que o Hamas fez 253 reféns durante o ataque de 7 de outubro.

A resolução do Conselho de Segurança também “enfatiza a necessidade urgente de expandir o fluxo de assistência humanitária e reforçar a proteção dos civis em toda a Faixa de Gaza e reitera sua exigência de remoção de todas as barreiras ao fornecimento de assistência humanitária em escala”.

A rádio do Exército israelense informou, pouco antes do início da reunião do conselho, que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, cancelaria uma delegação planejada para Washington se os EUA não vetassem a resolução.

Os EUA vetaram três resoluções preliminares do conselho sobre a guerra em Gaza. Também se abstiveram duas vezes, permitindo que o conselho adotasse resoluções que visavam aumentar a ajuda a Gaza e pediam pausas prolongadas nos combates.

*Com informações Reuters

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O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou nesta segunda-feira (25/3) um cessar-fogo imediato entre Israel e o grupo Hamas e a libertação imediata e incondicional de todos os reféns, depois que os Estados Unidos se abstiveram na votação.

Os 14 membros restantes do conselho votaram a favor da resolução, que foi proposta por 10 membros eleitos do órgão.


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Mas em meio à crescente pressão global por uma trégua na guerra que já matou mais de 32 mil palestinos, os EUA se abstiveram na votação de segunda-feira para permitir que o Conselho de Segurança pedisse um cessar-fogo imediato durante o mês de jejum muçulmano do Ramadã, que termina em duas semanas.

Também pede a libertação imediata e incondicional de todos os reféns. Israel diz que o Hamas fez 253 reféns durante o ataque de 7 de outubro.

A resolução do Conselho de Segurança também “enfatiza a necessidade urgente de expandir o fluxo de assistência humanitária e reforçar a proteção dos civis em toda a Faixa de Gaza e reitera sua exigência de remoção de todas as barreiras ao fornecimento de assistência humanitária em escala”.

A rádio do Exército israelense informou, pouco antes do início da reunião do conselho, que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, cancelaria uma delegação planejada para Washington se os EUA não vetassem a resolução.

Os EUA vetaram três resoluções preliminares do conselho sobre a guerra em Gaza. Também se abstiveram duas vezes, permitindo que o conselho adotasse resoluções que visavam aumentar a ajuda a Gaza e pediam pausas prolongadas nos combates.

*Com informações Reuters

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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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