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Coréia do Sul quer ajudar o Norte em troca de ‘desnuclearização’

O presidente sul-coreano Yoon Suk-yeol  anunciou, nesta segunda-feira (15), que vai oferecer importante pacote de ajuda a Pyongyang em troca da desnuclearização, oferta que vem sendo desprezada pela Coreia do Norte.

Yoon Suk-yeol afirmou que a desnuclearização é “essencial” para a paz duradoura na península e explicou que a oferta inclui alimentos e energia, mas também melhorias em infraestrutura como portos, aeroportos e hospitais.

O plano “vai melhorar significativamente a economia da Coreia do Norte e o nível de vida do seu povo, por fases, se o Norte deixar de desenvolver o programa nuclear e se envolver num genuíno e substancial processo de desnuclearização”, disse Yoon, em discurso pelo aniversário do fim do domínio colonial japonês, em 1945.

Na semana passada, Pyongyang ameaçou “erradicar” funcionários sul-coreanos, acusando Seul de estar por trás do surto de covid-19 no país.

Em julho, o líder norte-coreano Kim Jong-un disse estar “pronto a mobilizar” sua capacidade nuclear em caso de guerra com os Estados Unidos ou a Coreia do Sul.

Os peritos regionais afirmam que as hipóteses de Pyongyang aceitar a oferta apresentada no discurso inaugural de Yoon são escassas, uma vez que a Coreia do Norte, que investe grande parte do Produto Interno Bruto no programa de armamento, há muito deixou claro que não celebraria esse acordo.

A Coreia do Norte fez uma série recorde de testes de armas este ano, incluindo o lançamento de míssil balístico intercontinental de alcance total, o primeiro desde 2017.

Washington e Seul advertiram repetidamente, nos últimos meses, que a Coreia do Norte se prepara para realizar outro ensaio nuclear, que seria o sétimo de sua história.

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O presidente sul-coreano Yoon Suk-yeol  anunciou, nesta segunda-feira (15), que vai oferecer importante pacote de ajuda a Pyongyang em troca da desnuclearização, oferta que vem sendo desprezada pela Coreia do Norte.

Yoon Suk-yeol afirmou que a desnuclearização é “essencial” para a paz duradoura na península e explicou que a oferta inclui alimentos e energia, mas também melhorias em infraestrutura como portos, aeroportos e hospitais.

O plano “vai melhorar significativamente a economia da Coreia do Norte e o nível de vida do seu povo, por fases, se o Norte deixar de desenvolver o programa nuclear e se envolver num genuíno e substancial processo de desnuclearização”, disse Yoon, em discurso pelo aniversário do fim do domínio colonial japonês, em 1945.

Na semana passada, Pyongyang ameaçou “erradicar” funcionários sul-coreanos, acusando Seul de estar por trás do surto de covid-19 no país.

Em julho, o líder norte-coreano Kim Jong-un disse estar “pronto a mobilizar” sua capacidade nuclear em caso de guerra com os Estados Unidos ou a Coreia do Sul.

Os peritos regionais afirmam que as hipóteses de Pyongyang aceitar a oferta apresentada no discurso inaugural de Yoon são escassas, uma vez que a Coreia do Norte, que investe grande parte do Produto Interno Bruto no programa de armamento, há muito deixou claro que não celebraria esse acordo.

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