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Criadores da vacina de combate à Covid-19, em 2021, vencem Nobel de Medicina

A cientista húngara Katalin Kariko e seu parceiro americano Drew Weissman foram anunciados como os laureados do Prêmio Nobel de Medicina de 2023 por suas contribuições essenciais no desenvolvimento de vacinas baseadas em RNA mensageiro (mRNA) para combater a covid-19. O Instituto Karolinska, em Estocolmo, fez o anúncio nesta segunda-feira, 2 de setembro de 2023.

A inovadora tecnologia de mRNA pavimentou o caminho para a criação das vacinas produzidas pela BionNTech/Pfizer e pela Moderna, e também oferece perspectivas promissoras para o desenvolvimento de vacinas e tratamentos contra outras enfermidades, inclusive o câncer.

Conforme o Comitê do Prêmio Nobel explicou, Kariko e Weissman foram agraciados “por suas descobertas relativas às alterações nas nucleobases que possibilitaram o desenvolvimento de vacinas de mRNA eficazes contra a covid-19”. Por meio de suas pesquisas revolucionárias, esses dois cientistas contribuíram para um ritmo sem precedentes no desenvolvimento de vacinas durante uma das maiores ameaças à saúde humana na era moderna.

O valor da premiação monetária foi aumentado este ano para 11 milhões de coroas suecas, cerca de 950 mil euros ou 1 milhão de dólares.

O Prêmio Nobel, reconhecido como a mais alta honraria em diversas áreas científicas, já foi concedido 113 vezes desde 1901 na categoria de Fisiologia ou Medicina. Vale mencionar que Katalin Kariko é apenas a 12ª mulher a receber esse prêmio entre os 225 cientistas laureados.


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No ano anterior, o Nobel de Medicina foi concedido ao cientista sueco Svante Pääbo por suas descobertas sobre a evolução humana, que lançaram luz sobre os segredos do DNA de Neandertal e forneceram informações cruciais sobre o sistema imunológico humano, incluindo a suscetibilidade a casos graves de coronavírus.

Premiação ocorrerá em dezembro

O Prêmio Nobel é assim chamado devido ao químico sueco Alfred Nobel (1833-1896), que em 1867 inventou a dinamite e, por meio de um testamento, doou a maior parte da sua fortuna para a prestação de serviços valiosos à humanidade.

A premiação se destina a homenagear pesquisadores, cientistas, escritores e personalidades em seis categorias: medicina, física, química, economia, literatura e paz.

São agraciados aqueles que demonstraram maior benefício à população mundial no ano anterior – as instituições que concedem os prêmios, no entanto, nem sempre focam nesse exato período.

As premiações são tradicionalmente entregues em 10 de dezembro, aniversário da morte de Nobel.

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A cientista húngara Katalin Kariko e seu parceiro americano Drew Weissman foram anunciados como os laureados do Prêmio Nobel de Medicina de 2023 por suas contribuições essenciais no desenvolvimento de vacinas baseadas em RNA mensageiro (mRNA) para combater a covid-19. O Instituto Karolinska, em Estocolmo, fez o anúncio nesta segunda-feira, 2 de setembro de 2023.

A inovadora tecnologia de mRNA pavimentou o caminho para a criação das vacinas produzidas pela BionNTech/Pfizer e pela Moderna, e também oferece perspectivas promissoras para o desenvolvimento de vacinas e tratamentos contra outras enfermidades, inclusive o câncer.

Conforme o Comitê do Prêmio Nobel explicou, Kariko e Weissman foram agraciados “por suas descobertas relativas às alterações nas nucleobases que possibilitaram o desenvolvimento de vacinas de mRNA eficazes contra a covid-19”. Por meio de suas pesquisas revolucionárias, esses dois cientistas contribuíram para um ritmo sem precedentes no desenvolvimento de vacinas durante uma das maiores ameaças à saúde humana na era moderna.

O valor da premiação monetária foi aumentado este ano para 11 milhões de coroas suecas, cerca de 950 mil euros ou 1 milhão de dólares.

O Prêmio Nobel, reconhecido como a mais alta honraria em diversas áreas científicas, já foi concedido 113 vezes desde 1901 na categoria de Fisiologia ou Medicina. Vale mencionar que Katalin Kariko é apenas a 12ª mulher a receber esse prêmio entre os 225 cientistas laureados.


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São agraciados aqueles que demonstraram maior benefício à população mundial no ano anterior – as instituições que concedem os prêmios, no entanto, nem sempre focam nesse exato período.

As premiações são tradicionalmente entregues em 10 de dezembro, aniversário da morte de Nobel.

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