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Argentina, Paraguai e Equador declaram apoio aos EUA em crise com a Venezuela

A crise diplomática entre Estados Unidos e Venezuela ganhou novos contornos e vem escalando em ritmo acelerado, marcada por trocas de acusações e movimentações militares. A disputa está empurrando países da América Latina a tomar posição diante da tensão entre Donald Trump e Nicolás Maduro.

Na terça-feira (26/8), o secretário de Estado Marco Rubio destacou que Washington tem recebido apoio de diversas nações da região para enfrentar o chamado Cartel dos Sóis, um suposto grupo de narcotráfico que, segundo os EUA, seria comandado por Maduro, mas cuja existência é negada por Caracas.

“Estamos vendo uma cooperação internacional sem precedentes”, disse Rubio ao lado de Trump. “Estamos batendo recordes de apreensão de drogas, mas construir uma coalizão global contra esse mal é um passo ainda maior”, completou.

O Equador foi o primeiro a se alinhar a Washington. Duas semanas atrás, o presidente Daniel Noboa emitiu um decreto classificando o Cartel como “organização terrorista de crime organizado”, atribuindo-lhe influência sobre gangues locais. Poucos dias depois, o Paraguai, por iniciativa do presidente Santiago Peña, seguiu a mesma linha, alegando a necessidade de reforçar o combate ao crime transnacional.


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Casa Branca chama Maduro de “narcoterrorista” e diz que vai usar “toda a força” para enfrentar regime venezuelano


Na terça (26/8), foi a vez da Argentina, sob a liderança de Javier Milei, declarar o grupo como “organização terrorista internacional”, com base em relatórios que apontam atividades de tráfico, contrabando e exploração ilegal de recursos. A Guiana, por sua vez, não chegou a classificar o cartel, mas emitiu nota de “profunda preocupação” sobre o impacto do narcotráfico na região e defendeu ampliar a cooperação internacional.

Em contrapartida, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, destoou da maioria e questionou a narrativa de Washington. Para ele, “o Cartel dos Sóis não existe; é apenas uma desculpa da extrema direita para atacar governos que não seguem suas ordens”.

A ofensiva diplomática contra Maduro foi celebrada pela opositora María Corina Machado, que agradeceu publicamente aos presidentes do Paraguai e da Argentina pelo apoio. “Essas medidas ajudam a desmontar o sistema criminoso que domina a Venezuela”, afirmou. Em mensagem a Milei, acrescentou: “Em nome do povo venezuelano, agradeço seu firme apoio à causa da liberdade e da democracia”.

*Com informações da CNN Brasil.

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A crise diplomática entre Estados Unidos e Venezuela ganhou novos contornos e vem escalando em ritmo acelerado, marcada por trocas de acusações e movimentações militares. A disputa está empurrando países da América Latina a tomar posição diante da tensão entre Donald Trump e Nicolás Maduro.

Na terça-feira (26/8), o secretário de Estado Marco Rubio destacou que Washington tem recebido apoio de diversas nações da região para enfrentar o chamado Cartel dos Sóis, um suposto grupo de narcotráfico que, segundo os EUA, seria comandado por Maduro, mas cuja existência é negada por Caracas.

“Estamos vendo uma cooperação internacional sem precedentes”, disse Rubio ao lado de Trump. “Estamos batendo recordes de apreensão de drogas, mas construir uma coalizão global contra esse mal é um passo ainda maior”, completou.

O Equador foi o primeiro a se alinhar a Washington. Duas semanas atrás, o presidente Daniel Noboa emitiu um decreto classificando o Cartel como “organização terrorista de crime organizado”, atribuindo-lhe influência sobre gangues locais. Poucos dias depois, o Paraguai, por iniciativa do presidente Santiago Peña, seguiu a mesma linha, alegando a necessidade de reforçar o combate ao crime transnacional.


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Em contrapartida, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, destoou da maioria e questionou a narrativa de Washington. Para ele, “o Cartel dos Sóis não existe; é apenas uma desculpa da extrema direita para atacar governos que não seguem suas ordens”.

A ofensiva diplomática contra Maduro foi celebrada pela opositora María Corina Machado, que agradeceu publicamente aos presidentes do Paraguai e da Argentina pelo apoio. “Essas medidas ajudam a desmontar o sistema criminoso que domina a Venezuela”, afirmou. Em mensagem a Milei, acrescentou: “Em nome do povo venezuelano, agradeço seu firme apoio à causa da liberdade e da democracia”.

*Com informações da CNN Brasil.

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