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Israel ordena demolição de casas de suspeito após ataque em Jerusalém

Dois homens palestinos, suspeitos de atacarem um ponto de ônibus em Jerusalém, na Cisjordânia, tiveram as casas destruídas nesta terça-feira (9/9), por ordem de Israel. As autorizações de trabalho de centenas de moradores e parentes deles, foram suspensas.

Justificativa

O ministro da Defesa, Israel Katz, disse que a medida é uma forma de impedir futuros ataques.

Ampliação do porte de armas

Já o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, disse que estava expandindo a lista de comunidades israelenses com direito a porte de armas.

“No terrível ataque, ficou mais uma vez provado que armas de fogo salvam vidas, quando dois civis armados, que haviam recebido armas no âmbito da reforma que estamos liderando, neutralizaram os… terroristas”, disse ele.

Sobre ataque

O ataque a tiros em um ponto de ônibus em Jerusalém nesta segunda-feira (8/9) matou seis pessoas e feriu diversas outras, incluindo uma mulher grávida, segundo o ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar.

Identidade e estado das vítimas

O serviço de ambulâncias de Israel informou anteriormente que cinco pessoas haviam morrido. Entre os mortos, havia um homem na faixa dos 50 anos e três homens por volta dos 30, informou o MDA (Magen David Adom), serviço de resposta a emergências de Israel.

Uma mulher na faixa dos 50 anos morreu depois que socorristas a levaram às pressas para o hospital em estado crítico, informou o MDA. Além disso, o serviço também relatou que tratou seis pessoas em estado grave, duas em condição moderada e três em estado leve.


Leia também:

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Suspeitos mortos

Dois agressores chegaram de veículo ao cruzamento de Ramot, em Jerusalém, e dispararam contra um ponto de ônibus, afirmou a polícia israelense em um comunicado.

Um agente de segurança e um civil presentes no local revidaram, mataram os agressores, segundo o comunicado. Diversas armas, munições e uma faca usada pelos agressores foram recuperadas no local, informou a polícia israelense.

“Grandes forças policiais, sob o comando do Comandante Distrital, estão protegendo a área. Unidades policiais de desarmamento de bombas estão garantindo a segurança da área, enquanto equipes forenses estão reunindo evidências.”

Maior ataque desde 2023

O ocorrido marca o ataque mais mortal na cidade desde novembro de 2023, quando dois militantes do Hamas abriram fogo contra um ponto de ônibus lotado em Jerusalém Ocidental, matando três israelenses e ferindo outros 16.

O Hamas não assumiu a responsabilidade, mas emitiu um comunicado elogiando o ataque.

*com informações da CNN

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Dois homens palestinos, suspeitos de atacarem um ponto de ônibus em Jerusalém, na Cisjordânia, tiveram as casas destruídas nesta terça-feira (9/9), por ordem de Israel. As autorizações de trabalho de centenas de moradores e parentes deles, foram suspensas.

Justificativa

O ministro da Defesa, Israel Katz, disse que a medida é uma forma de impedir futuros ataques.

Ampliação do porte de armas

Já o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, disse que estava expandindo a lista de comunidades israelenses com direito a porte de armas.

“No terrível ataque, ficou mais uma vez provado que armas de fogo salvam vidas, quando dois civis armados, que haviam recebido armas no âmbito da reforma que estamos liderando, neutralizaram os… terroristas”, disse ele.

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Um agente de segurança e um civil presentes no local revidaram, mataram os agressores, segundo o comunicado. Diversas armas, munições e uma faca usada pelos agressores foram recuperadas no local, informou a polícia israelense.

“Grandes forças policiais, sob o comando do Comandante Distrital, estão protegendo a área. Unidades policiais de desarmamento de bombas estão garantindo a segurança da área, enquanto equipes forenses estão reunindo evidências.”

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