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“Diddy” Combs drogava, filmava e fazia chantagens sexuais com mulheres, diz promotora

Combs atraía mulheres com promessas de relacionamentos românticos para relações abusivas

Começou nesta segunda-feira (12/5), o julgamento do rapper e empresário Sean “Diddy” Combs em Nova York, acusado de envolvimento em uma rede de tráfico sexual, extorsão e abuso. Durante a abertura do julgamento no tribunal federal de Manhattan, a promotoria afirmou que o artista usava sua fama e influência para manipular e explorar mulheres em festas privadas marcadas por drogas, coerção e violência.

Segundo a promotora Emily Johnson, Combs atraía mulheres com promessas de relacionamentos românticos e, em seguida, as forçava a participar dos chamados “freak offs”, encontros sexuais em que, segundo as denúncias, as vítimas eram drogadas e filmadas e depois chantageadas.

Johnson afirmou ainda que o artista reagia com violência sempre que era contrariado.

“Vocês vão ouvir relatos dolorosos de mulheres que foram espancadas, drogadas e forçadas a satisfazer as fantasias sexuais do réu”, declarou a promotora aos jurados.


Leia mais

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Estupro, ameaças e rede de tráfico sexual; entenda as acusações de Sean Diddy Combs


 

A defesa, no entanto, nega as acusações. O advogado Teny Geragos classificou o processo como uma tentativa de criminalizar escolhas privadas e consensuais feitas por adultos.

“Sean Combs é um homem complexo, mas este não é um caso complicado. Trata-se de adultos em relacionamentos consensuais, não de crime”, disse.

Combs, de 54 anos, se declarou inocente das cinco acusações, que incluem conspiração para extorsão, tráfico sexual e transporte de pessoas para fins de prostituição. Caso seja condenado, ele pode pegar de 15 anos à prisão perpétua.

Durante o julgamento, que deve durar cerca de dois meses, o júri ouvirá os depoimentos de ao menos três supostas vítimas e ex-funcionários do rapper, apontados como cúmplices na organização dos eventos e no acobertamento dos crimes. Entre as testemunhas está a cantora Cassandra Ventura, conhecida como Cassie, ex-namorada de Combs, que o processou anteriormente por abuso sexual, caso que terminou em um acordo extrajudicial.

A defesa também pretende questionar a credibilidade das testemunhas, alegando que elas têm motivações financeiras e lembranças distorcidas dos acontecimentos.

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Começou nesta segunda-feira (12/5), o julgamento do rapper e empresário Sean “Diddy” Combs em Nova York, acusado de envolvimento em uma rede de tráfico sexual, extorsão e abuso. Durante a abertura do julgamento no tribunal federal de Manhattan, a promotoria afirmou que o artista usava sua fama e influência para manipular e explorar mulheres em festas privadas marcadas por drogas, coerção e violência.

Segundo a promotora Emily Johnson, Combs atraía mulheres com promessas de relacionamentos românticos e, em seguida, as forçava a participar dos chamados “freak offs”, encontros sexuais em que, segundo as denúncias, as vítimas eram drogadas e filmadas e depois chantageadas.

Johnson afirmou ainda que o artista reagia com violência sempre que era contrariado.

“Vocês vão ouvir relatos dolorosos de mulheres que foram espancadas, drogadas e forçadas a satisfazer as fantasias sexuais do réu”, declarou a promotora aos jurados.


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“Sean Combs é um homem complexo, mas este não é um caso complicado. Trata-se de adultos em relacionamentos consensuais, não de crime”, disse.

Combs, de 54 anos, se declarou inocente das cinco acusações, que incluem conspiração para extorsão, tráfico sexual e transporte de pessoas para fins de prostituição. Caso seja condenado, ele pode pegar de 15 anos à prisão perpétua.

Durante o julgamento, que deve durar cerca de dois meses, o júri ouvirá os depoimentos de ao menos três supostas vítimas e ex-funcionários do rapper, apontados como cúmplices na organização dos eventos e no acobertamento dos crimes. Entre as testemunhas está a cantora Cassandra Ventura, conhecida como Cassie, ex-namorada de Combs, que o processou anteriormente por abuso sexual, caso que terminou em um acordo extrajudicial.

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