Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Em Paris, assessor da presidência diz que morte de crianças “faz pensar em genocídio”

O chefe da assessoria especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ex-ministro, Celso Amorim, defendeu, em discurso nesta quinta-feira (9), a negociação de um acordo de paz entre israelenses e palestinos. A declaração ocorreu durante uma conferência em Paris, coordenada pelo presidente da França, Emmanuel Macron.

Em seu discurso, Amorim destacou a declaração do presidente Lula de que “inocentes não podem pagar pela insanidade da guerra”.


Leia também:

Israel faz pausa humanitária e oferece ajuda para palestinos impedidos de deixar a guerra

ONU critica ações de Israel e Hamas e diz que ambos cometeram crimes de guerra


Em uma recente entrevista no programa ReConversa, com Reinaldo Azevedo e Walfrido Warde, Amorim havia feito referência ao termo “genocídio” e voltou a usar de forma aberta num evento diplomático internacional.

Mas o governo estava evitando citar o termo em debates no Conselho de Segurança da ONU e em outras reuniões, como forma de garantir que pudesse atuar como mediador até mesmo de uma proposta de pausa humanitária.

Na ONU, o debate sobre o termo tem causado polêmica. Oficialmente, a entidade ainda cita apenas “crimes de guerra”. Mas, há dez dias, um alto funcionário das Nações Unidas (ONU) publicou uma carta ao se aposentar, alertando que a entidade estava se dobrando diante da pressão de americanos. Segundo ele, o que ocorre em Gaza é de fato um “genocídio”.

“Reitero a condenação do Brasil aos ataques terroristas contra o povo israelense e a tomada de reféns”, disse.

“Tais atos bárbaros não justificam o uso de força indiscriminada contra civis”, completou.

Segundo fontes em Brasília, a elevação do tom do governo Lula ocorre diante de um contexto cada vez mais complicado. O encontro do ex-presidente Jair Bolsonaro com diplomatas de Israel nesta semana, a intransigência sobre a liberação dos brasileiros em Gaza, o aumento dos ataques e até mesmo as declarações de Mossad sobre os supostos terroristas no Brasil, contribuíram para um mal-estar na relação.

*Com informações do UOL

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O chefe da assessoria especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ex-ministro, Celso Amorim, defendeu, em discurso nesta quinta-feira (9), a negociação de um acordo de paz entre israelenses e palestinos. A declaração ocorreu durante uma conferência em Paris, coordenada pelo presidente da França, Emmanuel Macron.

Em seu discurso, Amorim destacou a declaração do presidente Lula de que “inocentes não podem pagar pela insanidade da guerra”.


Leia também:

Israel faz pausa humanitária e oferece ajuda para palestinos impedidos de deixar a guerra

ONU critica ações de Israel e Hamas e diz que ambos cometeram crimes de guerra


Em uma recente entrevista no programa ReConversa, com Reinaldo Azevedo e Walfrido Warde, Amorim havia feito referência ao termo “genocídio” e voltou a usar de forma aberta num evento diplomático internacional.

Mas o governo estava evitando citar o termo em debates no Conselho de Segurança da ONU e em outras reuniões, como forma de garantir que pudesse atuar como mediador até mesmo de uma proposta de pausa humanitária.

Na ONU, o debate sobre o termo tem causado polêmica. Oficialmente, a entidade ainda cita apenas “crimes de guerra”. Mas, há dez dias, um alto funcionário das Nações Unidas (ONU) publicou uma carta ao se aposentar, alertando que a entidade estava se dobrando diante da pressão de americanos. Segundo ele, o que ocorre em Gaza é de fato um “genocídio”.

“Reitero a condenação do Brasil aos ataques terroristas contra o povo israelense e a tomada de reféns”, disse.

“Tais atos bárbaros não justificam o uso de força indiscriminada contra civis”, completou.

Segundo fontes em Brasília, a elevação do tom do governo Lula ocorre diante de um contexto cada vez mais complicado. O encontro do ex-presidente Jair Bolsonaro com diplomatas de Israel nesta semana, a intransigência sobre a liberação dos brasileiros em Gaza, o aumento dos ataques e até mesmo as declarações de Mossad sobre os supostos terroristas no Brasil, contribuíram para um mal-estar na relação.

*Com informações do UOL

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Jornalismo
Jornalismo
Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

Mais lidas

Bashar al-Assad é condenado à morte por crimes contra a humanidade

O ex-presidente da Síria Bashar al-Assad foi condenado à pena de morte nesta terça-feira (11) por um tribunal sírio, em julgamento realizado à revelia,...

Número de mortes chega a 132 após terremoto na Colômbia

O número de mortos no terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia nesta segunda-feira (10/8) subiu para 132, segundo a Asocapitales, associação que...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Deputado dos EUA compara Lula a Maduro em montagem

O deputado republicano Carlos Gimenez publicou na rede social X uma montagem do presidente Lula (PT) no lugar do venezuelano Nicolás Maduro, no dia...

Trump reduz lista de vacinas recomendadas a crianças nos Estados Unidos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira (10/8) uma ordem executiva que restringe a 11 doenças a lista de imunizações recomendadas...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Após terremoto na Colômbia, Lula oferece apoio do Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou nesta segunda-feira (10), por meio de nota oficial, preocupação e solidariedade ao povo colombiano após um...

Bloqueios do WhatsApp deixam usuários sem acesso a contas

Usuários do WhatsApp em diferentes países, incluindo o Brasil, relatam bloqueios de contas que, segundo eles, ocorreram sem explicação clara. Parte das pessoas afirma...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Bashar al-Assad é condenado à morte por crimes contra a humanidade

O ex-presidente da Síria Bashar al-Assad foi condenado à pena de morte nesta terça-feira (11) por um tribunal sírio, em julgamento realizado à revelia,...

Número de mortes chega a 132 após terremoto na Colômbia

O número de mortos no terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia nesta segunda-feira (10/8) subiu para 132, segundo a Asocapitales, associação que...

Deputado dos EUA compara Lula a Maduro em montagem

O deputado republicano Carlos Gimenez publicou na rede social X uma montagem do presidente Lula (PT) no lugar do venezuelano Nicolás Maduro, no dia...

Trump reduz lista de vacinas recomendadas a crianças nos Estados Unidos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira (10/8) uma ordem executiva que restringe a 11 doenças a lista de imunizações recomendadas...

Após terremoto na Colômbia, Lula oferece apoio do Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou nesta segunda-feira (10), por meio de nota oficial, preocupação e solidariedade ao povo colombiano após um...

Bloqueios do WhatsApp deixam usuários sem acesso a contas

Usuários do WhatsApp em diferentes países, incluindo o Brasil, relatam bloqueios de contas que, segundo eles, ocorreram sem explicação clara. Parte das pessoas afirma...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]