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Em Paris, assessor da presidência diz que morte de crianças “faz pensar em genocídio”

O chefe da assessoria especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ex-ministro, Celso Amorim, defendeu, em discurso nesta quinta-feira (9), a negociação de um acordo de paz entre israelenses e palestinos. A declaração ocorreu durante uma conferência em Paris, coordenada pelo presidente da França, Emmanuel Macron.

Em seu discurso, Amorim destacou a declaração do presidente Lula de que “inocentes não podem pagar pela insanidade da guerra”.


Leia também:

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Em uma recente entrevista no programa ReConversa, com Reinaldo Azevedo e Walfrido Warde, Amorim havia feito referência ao termo “genocídio” e voltou a usar de forma aberta num evento diplomático internacional.

Mas o governo estava evitando citar o termo em debates no Conselho de Segurança da ONU e em outras reuniões, como forma de garantir que pudesse atuar como mediador até mesmo de uma proposta de pausa humanitária.

Na ONU, o debate sobre o termo tem causado polêmica. Oficialmente, a entidade ainda cita apenas “crimes de guerra”. Mas, há dez dias, um alto funcionário das Nações Unidas (ONU) publicou uma carta ao se aposentar, alertando que a entidade estava se dobrando diante da pressão de americanos. Segundo ele, o que ocorre em Gaza é de fato um “genocídio”.

“Reitero a condenação do Brasil aos ataques terroristas contra o povo israelense e a tomada de reféns”, disse.

“Tais atos bárbaros não justificam o uso de força indiscriminada contra civis”, completou.

Segundo fontes em Brasília, a elevação do tom do governo Lula ocorre diante de um contexto cada vez mais complicado. O encontro do ex-presidente Jair Bolsonaro com diplomatas de Israel nesta semana, a intransigência sobre a liberação dos brasileiros em Gaza, o aumento dos ataques e até mesmo as declarações de Mossad sobre os supostos terroristas no Brasil, contribuíram para um mal-estar na relação.

*Com informações do UOL

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O chefe da assessoria especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ex-ministro, Celso Amorim, defendeu, em discurso nesta quinta-feira (9), a negociação de um acordo de paz entre israelenses e palestinos. A declaração ocorreu durante uma conferência em Paris, coordenada pelo presidente da França, Emmanuel Macron.

Em seu discurso, Amorim destacou a declaração do presidente Lula de que “inocentes não podem pagar pela insanidade da guerra”.


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Mas o governo estava evitando citar o termo em debates no Conselho de Segurança da ONU e em outras reuniões, como forma de garantir que pudesse atuar como mediador até mesmo de uma proposta de pausa humanitária.

Na ONU, o debate sobre o termo tem causado polêmica. Oficialmente, a entidade ainda cita apenas “crimes de guerra”. Mas, há dez dias, um alto funcionário das Nações Unidas (ONU) publicou uma carta ao se aposentar, alertando que a entidade estava se dobrando diante da pressão de americanos. Segundo ele, o que ocorre em Gaza é de fato um “genocídio”.

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*Com informações do UOL

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