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Empresa é condenada nos EUA por espionar usuários do WhatsApp

Segundo processo, usuários eram espionados ao receber chamada de vídeo; WhatsApp celebrou decisão contra empresa israelense.

A Justiça dos Estados Unidos condenou a empresa israelense NSO Group por explorar uma brecha no WhatsApp para instalar um programa espião nos celulares dos usuários. A decisão judicial foi publicada na sexta (20/12).

O processo contra a empresa foi aberto em 2019 pela Meta (na época chamada de Facebook), dona do WhatsApp. A Meta acusou a NSO de invadir seus servidores sem autorização para instalar o programa espião Pegasus e monitorar 1.400 pessoas ilegalmente.

Segundo o WhatsApp, o Pegasus era instalado nos celulares das vítimas por meio do códigos maliciosos que a NSO enviou entre abril e maio de 2019 usando uma vulnerabilidade no recebimento de chamadas de vídeo do aplicativo. A pessoa recebia a mensagem e nem precisava atender para que o ataque fosse concluído.

A falha foi corrigida em maio último, quando o WhatsApp divulgou um alerta orientando que seus usuários atualizassem o app.


Leia mais:

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O NSO Group sempre negou as acusações, alegando que o Pegasus é vendido apenas para agências governamentais e que é usado somente para perseguir terroristas e grandes criminosos. O grupo também afirmou que não tem acesso aos dados de seus clientes.

No julgamento, a juíza Phyllis Hamilton, de Oakland, na Califórnia, considerou o grupo culpado por hacking e quebra de contrato, segundo a agência Reuters. O próximo passo será o julgamento dos prejuízos que teriam sido gerados pela espionagem ilegal.

Em 2021, jornais do Reino Unido e dos EUA revelaram a existência de uma lista de 50 mil números que teriam sido alvos em potencial do Pegasus, incluindo jornalistas, ativistas de direitos humanos e até o presidente francês, Emmanuel Macron.

O Meta comemorou a decisão em post nas redes sociais.

Com informações de G1.

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A Justiça dos Estados Unidos condenou a empresa israelense NSO Group por explorar uma brecha no WhatsApp para instalar um programa espião nos celulares dos usuários. A decisão judicial foi publicada na sexta (20/12).

O processo contra a empresa foi aberto em 2019 pela Meta (na época chamada de Facebook), dona do WhatsApp. A Meta acusou a NSO de invadir seus servidores sem autorização para instalar o programa espião Pegasus e monitorar 1.400 pessoas ilegalmente.

Segundo o WhatsApp, o Pegasus era instalado nos celulares das vítimas por meio do códigos maliciosos que a NSO enviou entre abril e maio de 2019 usando uma vulnerabilidade no recebimento de chamadas de vídeo do aplicativo. A pessoa recebia a mensagem e nem precisava atender para que o ataque fosse concluído.

A falha foi corrigida em maio último, quando o WhatsApp divulgou um alerta orientando que seus usuários atualizassem o app.


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O NSO Group sempre negou as acusações, alegando que o Pegasus é vendido apenas para agências governamentais e que é usado somente para perseguir terroristas e grandes criminosos. O grupo também afirmou que não tem acesso aos dados de seus clientes.

No julgamento, a juíza Phyllis Hamilton, de Oakland, na Califórnia, considerou o grupo culpado por hacking e quebra de contrato, segundo a agência Reuters. O próximo passo será o julgamento dos prejuízos que teriam sido gerados pela espionagem ilegal.

Em 2021, jornais do Reino Unido e dos EUA revelaram a existência de uma lista de 50 mil números que teriam sido alvos em potencial do Pegasus, incluindo jornalistas, ativistas de direitos humanos e até o presidente francês, Emmanuel Macron.

O Meta comemorou a decisão em post nas redes sociais.

Com informações de G1.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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