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Equador confirma prisão de 6 suspeitos de matar candidato à presidência

Segundo pronunciamento de autoridades do Equador, suspeitos de envolvimento na morte do candidato são colombianos.

Autoridades do Equador confirmaram nesta tarde, 10, a prisão de seis pessoas supostamente ligadas ao assassinato do candidato à presidência Fernando Villavicencio, ocorrido na noite de ontem, em Quito, capital do país.

O ministro do Interior, Juan Zapata, informou que todos os suspeitos são colombianos. Eles pertenceriam a um grupo criminoso que atua em Quito. O ministro afirmou:

“Em várias incursões no setor Conocoto e no sul da cidade [de Quito], foram detidos seis indivíduos: Andrés M., José N., Adey G., Camilo R., Jules C., Jhon R., todos estrangeiros”.


Leia mais:

Facção criminosa assume autoria de morte de candidato à presidência do Equador

VÍDEO: candidato à presidência do Equador é morto com três tiros na cabeça


Também foram apreendidos, junto com os suspeitos, um veículo, uma motocicleta, um fuzil, quatro pistolas, uma submetralhadora, seis cartuchos de calibre 9 milímetros (mm), dois de calibre 5,56, diversas caixas com munição calibre 9 mm, três granadas de fragmentação, além de diversos quilos de entorpecentes.

Segundo as autoridades, dois dos suspeitos detidos foram identificados ainda no cena do assassinato de Villavicencio. Um terceiro suspeito foi morto após troca de tiros com policiais nas imediações do assassinato.

Anteriormente, pela manhã, a facção criminosa “Los Lobos” tinha reivindicado a autoria do atentado.

Villavicencio foi baleado na cabeça depois de sair de um encontro político na cidade de Quito. Outras 9 pessoas ficaram feridas no ataque.

No próximo dia 20, o Equador realiza eleições gerais. O país enfrenta um aumento da violência relacionada ao tráfico de drogas.

Villavicencio era filiado ao “Movimiento Construye”, um partido pluralista, considerado “pega-tudo” e, dessa forma, alinhado ao centro do espectro político. Em 2018, ele chegou a fazer um post no Twitter comentando a eleição brasileira e criticando o então candidato Jair Bolsonaro:

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Autoridades do Equador confirmaram nesta tarde, 10, a prisão de seis pessoas supostamente ligadas ao assassinato do candidato à presidência Fernando Villavicencio, ocorrido na noite de ontem, em Quito, capital do país.

O ministro do Interior, Juan Zapata, informou que todos os suspeitos são colombianos. Eles pertenceriam a um grupo criminoso que atua em Quito. O ministro afirmou:

“Em várias incursões no setor Conocoto e no sul da cidade [de Quito], foram detidos seis indivíduos: Andrés M., José N., Adey G., Camilo R., Jules C., Jhon R., todos estrangeiros”.


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Segundo as autoridades, dois dos suspeitos detidos foram identificados ainda no cena do assassinato de Villavicencio. Um terceiro suspeito foi morto após troca de tiros com policiais nas imediações do assassinato.

Anteriormente, pela manhã, a facção criminosa “Los Lobos” tinha reivindicado a autoria do atentado.

Villavicencio foi baleado na cabeça depois de sair de um encontro político na cidade de Quito. Outras 9 pessoas ficaram feridas no ataque.

No próximo dia 20, o Equador realiza eleições gerais. O país enfrenta um aumento da violência relacionada ao tráfico de drogas.

Villavicencio era filiado ao “Movimiento Construye”, um partido pluralista, considerado “pega-tudo” e, dessa forma, alinhado ao centro do espectro político. Em 2018, ele chegou a fazer um post no Twitter comentando a eleição brasileira e criticando o então candidato Jair Bolsonaro:

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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