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Estados Unidos anuncia revogação de vistos de servidores do governo brasileiro

A medida tem como alvo a suposta participação desses nomes no que o governo americano descreve como “esquema de exportação de mão de obra” conduzido por Cuba por meio do programa Mais Médicos.

O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira (13/8) a revogação de vistos e a imposição de restrições de entrada a servidores do governo brasileiro, ex-funcionários da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e seus familiares.

Segundo comunicado assinado pelo secretário de Estado, Marco Rubio, a medida tem como alvo a suposta participação desses nomes no que o governo americano descreve como “esquema de exportação de mão de obra” conduzido por Cuba por meio do programa Mais Médicos.

Entre os brasileiros citados estão Mozart Julio Tabosa Sales, atual secretário de Atenção Especializada à Saúde, e Alberto Kleiman, coordenador-geral da COP30 e ex-assessor do Ministério da Saúde.


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Washington acusa as autoridades de usarem a OPAS como intermediária para facilitar a entrada de médicos cubanos no Brasil, contornando exigências constitucionais e sanções impostas a Havana, além de destinar ao regime valores que, segundo os EUA, deveriam ter sido pagos integralmente aos profissionais de saúde.

O texto do Departamento de Estado destaca ainda que vários médicos cubanos relataram ter sido explorados durante o programa.

Criado em 2013, o Mais Médicos chegou a reunir 18,2 mil profissionais em 2015, dos quais 11,4 mil eram cubanos. A participação de Cuba foi encerrada em novembro de 2018, após críticas e pressões do então presidente eleito Jair Bolsonaro.

*Com informações da CNN Brasil

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O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou nesta quarta-feira (13/8) a revogação de vistos e a imposição de restrições de entrada a servidores do governo brasileiro, ex-funcionários da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e seus familiares.

Segundo comunicado assinado pelo secretário de Estado, Marco Rubio, a medida tem como alvo a suposta participação desses nomes no que o governo americano descreve como “esquema de exportação de mão de obra” conduzido por Cuba por meio do programa Mais Médicos.

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*Com informações da CNN Brasil

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