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Estados Unidos: TikTok deve recorrer à Justiça após lei contrária à plataforma

O presidente do TikTok disse que uma lei promulgada nesta quarta-feira (24/4), pelo presidente Joe Biden trata de uma proibição da plataforma e afirmou que a empresa recorrerá à Justiça.

“Não se enganem: isto é uma proibição. Uma proibição do TikTok e uma proibição para vocês e para sua voz”, afirmou Shou Zi Chew em uma mensagem em vídeo publicado no TikTok.

A norma, aprovada pelo Congresso dos EUA em conjunto com outro projeto de lei que destina mais ajuda militar a Ucrânia, Israel e Taiwan, dá à empresa chinesa ByteDance, controladora do TikTok, nove meses para vender o aplicativo, com uma possível extensão de três meses se uma venda estiver em negociação.


Leia também:

“Não vamos a lugar nenhum”, diz presidente do TikTok após restrições dos EUA

Estados Unidos: Biden sanciona lei para banir TikTok se o aplicativo não for vendido


De acordo com norma, se a ByteDance não vender a rede social, ela será excluído das lojas de aplicativos da Apple e do Google nos Estados Unidos.

“Continuaremos lutando por seus direitos nos tribunais. Os fatos e a Constituição estão do nosso lado e esperamos vencer”, afirmou.

A proibição deve afetar sobretudo os jovens americanos, que abraçaram o aplicativo de origem chinesa. O TikTok já é a principal fonte de notícias para 20% jovens de 18 a 24 anos, segundo o Instituto Reuters para o estudo de jornalismo, ligado à Universidade de Oxford.

Pesquisa interna do TikTok com os usuários indica que a preferência dos usuários pelo aplicativo tem a ver com a busca por novidades. Tendências comportamentais, de fato, surgiram no aplicativo, como os vídeos de NPCs (com 13 bilhões de visualizações em 2023), em que pessoas imitam personagens de videogame com comportamento repetitivo, e os testes cegos sob a hashtag “blindreact” (8,7 bilhões), em que as pessoas reagem a algo com o que têm contato pela primeira vez.

*Com informações Terra

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O presidente do TikTok disse que uma lei promulgada nesta quarta-feira (24/4), pelo presidente Joe Biden trata de uma proibição da plataforma e afirmou que a empresa recorrerá à Justiça.

“Não se enganem: isto é uma proibição. Uma proibição do TikTok e uma proibição para vocês e para sua voz”, afirmou Shou Zi Chew em uma mensagem em vídeo publicado no TikTok.

A norma, aprovada pelo Congresso dos EUA em conjunto com outro projeto de lei que destina mais ajuda militar a Ucrânia, Israel e Taiwan, dá à empresa chinesa ByteDance, controladora do TikTok, nove meses para vender o aplicativo, com uma possível extensão de três meses se uma venda estiver em negociação.


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“Continuaremos lutando por seus direitos nos tribunais. Os fatos e a Constituição estão do nosso lado e esperamos vencer”, afirmou.

A proibição deve afetar sobretudo os jovens americanos, que abraçaram o aplicativo de origem chinesa. O TikTok já é a principal fonte de notícias para 20% jovens de 18 a 24 anos, segundo o Instituto Reuters para o estudo de jornalismo, ligado à Universidade de Oxford.

Pesquisa interna do TikTok com os usuários indica que a preferência dos usuários pelo aplicativo tem a ver com a busca por novidades. Tendências comportamentais, de fato, surgiram no aplicativo, como os vídeos de NPCs (com 13 bilhões de visualizações em 2023), em que pessoas imitam personagens de videogame com comportamento repetitivo, e os testes cegos sob a hashtag “blindreact” (8,7 bilhões), em que as pessoas reagem a algo com o que têm contato pela primeira vez.

*Com informações Terra

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Jornalismo
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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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