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EUA enviam representante a Israel para negociar ‘pausa humanitária’

O secretário da Casa Branca, Antony Blinken, pousa nesta sexta-feira (3), em Tel Aviv, Israel, para negociar uma “pausa humanitária” nos bombardeios na Faixa Gaza, segundo informações de autoridades norte-americanas, para minimizar os danos aos civis.

“Quando vejo uma criança palestina, um menino, uma menina, retirada dos escombros de um prédio desabado, isso me atinge tanto no estômago quanto ver uma criança de Israel ou de qualquer outro lugar”, afirmou Blinken.

As informações da Casa Branca, de acordo com o porta-voz, John Kirby, são que os EUA não estão articulando por um cessar-fogo, e sim uma pausa “temporária e localizada”. E seu representante estaria levando o pedido de pausa, citado pelo presidente Joe Biden, em Minnesota, nesta quinta-feira (2), durante um discurso aos seus seguidores.

A decisão de permitir ajuda limitada a partir do Egito foi tomada após um pedido formal do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, em visita a Israel, de acordo com o primeiro-ministro israelense, Benjamim Netanyahu.

Discussões da ONU

Nove países árabes se posicionaram contra os ataques de Israel promovidos na Faixa de Gaza, na quinta-feira (26). Antes na terça-feira (24), Israel reagiu às falas do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres.

O aumento da tensão na região tem sido cada vez mais visível, principalmente devido aos conflitos com os grupos Hamas e Hezbollah.

Os bombardeios causaram destruição de 45% de todas as casas da Faixa de Gaza e ainda escassez “catastrófica” de alimentos, segundo um relatório da ONU, apresentado pela relatora especial para os os Direitos Humanos nos Territórios Ocupados da Palestina, a italiana Francesca Albanese.


Leia mais:

VÍDEO: Em Gaza, enfermeira se desespera ao descobrir que paciente é sua filha


 

Os brasileiros 

A repatriação do governo federal é chamada de Operação Voltando Em Paz e já trouxe mais de 1,4 mil pessoas ao Brasil, todas provenientes de Israel e, mais recentemente, da Cisjordânia.

Desde o dia 1º, os brasileiros que estão em Gaza seguem fora da lista de estrangeiros permitidos de deixar a região através da fronteira com o Egito, por meio da passagem de Rafah.

O governo federal busca, por meios diplomáticos, para buscar os 32 brasileiros na Faixa de Gaza. Essas negociações ocorrem por meio do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro das Relações Exteriores (MRE), Mauro Vieira.

Após dias de negociação e consternação de diversos chefes globais, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) votou a minuta brasileira de resolução que poderia frear o conflito entre Israel e o Hamas. O texto, no entanto, não passou, foi vetado pelos Estados Unidos (EUA). Agora, uma perspectiva pacífica está mais distante no horizonte.

*com informações Metrópoles

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O secretário da Casa Branca, Antony Blinken, pousa nesta sexta-feira (3), em Tel Aviv, Israel, para negociar uma “pausa humanitária” nos bombardeios na Faixa Gaza, segundo informações de autoridades norte-americanas, para minimizar os danos aos civis.

“Quando vejo uma criança palestina, um menino, uma menina, retirada dos escombros de um prédio desabado, isso me atinge tanto no estômago quanto ver uma criança de Israel ou de qualquer outro lugar”, afirmou Blinken.

As informações da Casa Branca, de acordo com o porta-voz, John Kirby, são que os EUA não estão articulando por um cessar-fogo, e sim uma pausa “temporária e localizada”. E seu representante estaria levando o pedido de pausa, citado pelo presidente Joe Biden, em Minnesota, nesta quinta-feira (2), durante um discurso aos seus seguidores.

A decisão de permitir ajuda limitada a partir do Egito foi tomada após um pedido formal do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, em visita a Israel, de acordo com o primeiro-ministro israelense, Benjamim Netanyahu.

Discussões da ONU

Nove países árabes se posicionaram contra os ataques de Israel promovidos na Faixa de Gaza, na quinta-feira (26). Antes na terça-feira (24), Israel reagiu às falas do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres.

O aumento da tensão na região tem sido cada vez mais visível, principalmente devido aos conflitos com os grupos Hamas e Hezbollah.

Os bombardeios causaram destruição de 45% de todas as casas da Faixa de Gaza e ainda escassez “catastrófica” de alimentos, segundo um relatório da ONU, apresentado pela relatora especial para os os Direitos Humanos nos Territórios Ocupados da Palestina, a italiana Francesca Albanese.


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A repatriação do governo federal é chamada de Operação Voltando Em Paz e já trouxe mais de 1,4 mil pessoas ao Brasil, todas provenientes de Israel e, mais recentemente, da Cisjordânia.

Desde o dia 1º, os brasileiros que estão em Gaza seguem fora da lista de estrangeiros permitidos de deixar a região através da fronteira com o Egito, por meio da passagem de Rafah.

O governo federal busca, por meios diplomáticos, para buscar os 32 brasileiros na Faixa de Gaza. Essas negociações ocorrem por meio do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro das Relações Exteriores (MRE), Mauro Vieira.

Após dias de negociação e consternação de diversos chefes globais, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) votou a minuta brasileira de resolução que poderia frear o conflito entre Israel e o Hamas. O texto, no entanto, não passou, foi vetado pelos Estados Unidos (EUA). Agora, uma perspectiva pacífica está mais distante no horizonte.

*com informações Metrópoles

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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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