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Representante da extrema direita, Giorgia Meloni vence eleições na Itália

A vitória histórica do partido Irmãos da Itália nas eleições deste domingo (25) representou a volta da extrema-direita ao poder no país. A aliança capitaneada por Giorgia Meloni, candidata a primeira-ministra e líder do partido, obteve mais de 43% dos votos. A coalizão, formada também pelo partido Liga, de Matteo Salvini, e Força Itália, do conservador Silvio Berlusconi, conseguiu maioria na Câmara dos Deputados e no Senado.

Pela primeira vez desde 1945, o país está prestes a ser governado por uma liderança pós-fascista. “Se fomos escolhidos para governar este país, nós o faremos por todos os italianos, com a vontade de unir o povo e de nos concentrarmos naquilo que nos une, e não naquilo que nos divide”, disse, em um discurso logo após o anúncio dos resultados. “Chegou a hora da responsabilidade.”

 

Leia mais:

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O Liga e a Força Itália tiveram, respectivamente, 9% e 8% dos votos. Já o Irmãos da Itália registrou apoio de 26% do eleitorado. “Temos uma vantagem clara, tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado”, comemorou Salvini no Twitter.

O Partido Democrático (PD), principal grupo de esquerda, não conseguiu mobilizar o eleitorado para estimular o avanço da extrema direita e teve 19% dos votos.

“Segundo as pesquisas de boca de urna, trata-se de um resultado histórico. A coalizão de direita obteria a maior porcentagem de votos registrada por partidos de direita na Europa ocidental desde 1945″, afirma o centro de estudos italianos Cise.

Via g1

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A vitória histórica do partido Irmãos da Itália nas eleições deste domingo (25) representou a volta da extrema-direita ao poder no país. A aliança capitaneada por Giorgia Meloni, candidata a primeira-ministra e líder do partido, obteve mais de 43% dos votos. A coalizão, formada também pelo partido Liga, de Matteo Salvini, e Força Itália, do conservador Silvio Berlusconi, conseguiu maioria na Câmara dos Deputados e no Senado.

Pela primeira vez desde 1945, o país está prestes a ser governado por uma liderança pós-fascista. “Se fomos escolhidos para governar este país, nós o faremos por todos os italianos, com a vontade de unir o povo e de nos concentrarmos naquilo que nos une, e não naquilo que nos divide”, disse, em um discurso logo após o anúncio dos resultados. “Chegou a hora da responsabilidade.”

 

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O Partido Democrático (PD), principal grupo de esquerda, não conseguiu mobilizar o eleitorado para estimular o avanço da extrema direita e teve 19% dos votos.

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