Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Suposto espião russo tem prisão preventiva mantida no Brasil

O ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), decidiu manter a prisão preventiva do suposto espião russo Sergey Cherkasov

O ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), decidiu manter a prisão preventiva do suposto espião russo Sergey Cherkasov. Ele foi detido em abril de 2022 após usar documentos falsos para se passar por um estudante brasileiro.

Circunstâncias do caso pesam contra revogação da prisão, diz Fachin. Em decisão assinada nesta quarta-feira (28/02), o ministro citou que Cherkasov é investigado por “crimes graves“, organização criminosa e tráfico de drogas na Rússia, tendo deixado seu país para evitar suas “responsabilidades penais“.

Ministro lembra que Cherkasov ‘persistiu na prática de atos ilegais‘ no Brasil. O russo foi condenado pela Justiça brasileira pelo uso de documentos falsos, mas também responde por atos de espionagem, lavagem de dinheiro e corrupção passiva, listou Fachin. Portanto, “a alocação do extraditando na Penitenciária Federal de Brasília não decorre unicamente da ordem de prisão preventiva“.


Leia mais

“Lula é voz da razão e garantidor da paz”, diz presidente da Guiana

VÍDEO: Veja rara cena de coala macho abraçado a fêmea falecida


Para Fachin, prisão preventiva ainda não perdeu sua ‘instrumentalidade‘.

“Ao contrário, a necessidade e adequação da medida ainda persistem, diante da ausência dos requisitos (…) para concessão da prisão domiciliar ou restrições substitutivas, sobretudo porque o extraditando foi condenado pelo uso de documento falso, utilizado no contexto migratório”, argumentou o magistrado.

“Evadiu-se daquele país [Rússia] para se furtar das suas responsabilidades penais. Mesmo sendo procurado pelos crimes ocorridos na Rússia, persistiu na prática de atos ilegais no tempo em que permaneceu no Brasil, sendo condenado pela Justiça brasileira em razão do crime de uso de documento público falsificado. (…) Portanto, (…) a decretação da ordem de privação cautelar de sua liberdade segue necessária”.

Sergey Cherkasov foi detido na Holanda com documento falso. O russo foi preso há quase dois anos ao tentar se infiltrar no Tribunal Internacional de Justiça, em Haia. Ele tentava se passar por um estudante brasileiro chamado Victor Muller Ferreira. Após ser descoberto pelas autoridades locais, Cherkasov foi deportado ao Brasil.

Russo está em prisão preventiva desde abril de 2022. No Brasil, ele também é investigado por lavagem de dinheiro, corrupção passiva e atos de espionagem, embora negue ser um espião. Já na Rússia, Cherkasov é procurado há mais de dez anos, suspeito de envolvimento com organização criminosa e tráfico de drogas.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), decidiu manter a prisão preventiva do suposto espião russo Sergey Cherkasov. Ele foi detido em abril de 2022 após usar documentos falsos para se passar por um estudante brasileiro.

Circunstâncias do caso pesam contra revogação da prisão, diz Fachin. Em decisão assinada nesta quarta-feira (28/02), o ministro citou que Cherkasov é investigado por “crimes graves“, organização criminosa e tráfico de drogas na Rússia, tendo deixado seu país para evitar suas “responsabilidades penais“.

Ministro lembra que Cherkasov ‘persistiu na prática de atos ilegais‘ no Brasil. O russo foi condenado pela Justiça brasileira pelo uso de documentos falsos, mas também responde por atos de espionagem, lavagem de dinheiro e corrupção passiva, listou Fachin. Portanto, “a alocação do extraditando na Penitenciária Federal de Brasília não decorre unicamente da ordem de prisão preventiva“.


Leia mais

“Lula é voz da razão e garantidor da paz”, diz presidente da Guiana

VÍDEO: Veja rara cena de coala macho abraçado a fêmea falecida


Para Fachin, prisão preventiva ainda não perdeu sua ‘instrumentalidade‘.

“Ao contrário, a necessidade e adequação da medida ainda persistem, diante da ausência dos requisitos (…) para concessão da prisão domiciliar ou restrições substitutivas, sobretudo porque o extraditando foi condenado pelo uso de documento falso, utilizado no contexto migratório”, argumentou o magistrado.

“Evadiu-se daquele país [Rússia] para se furtar das suas responsabilidades penais. Mesmo sendo procurado pelos crimes ocorridos na Rússia, persistiu na prática de atos ilegais no tempo em que permaneceu no Brasil, sendo condenado pela Justiça brasileira em razão do crime de uso de documento público falsificado. (…) Portanto, (…) a decretação da ordem de privação cautelar de sua liberdade segue necessária”.

Sergey Cherkasov foi detido na Holanda com documento falso. O russo foi preso há quase dois anos ao tentar se infiltrar no Tribunal Internacional de Justiça, em Haia. Ele tentava se passar por um estudante brasileiro chamado Victor Muller Ferreira. Após ser descoberto pelas autoridades locais, Cherkasov foi deportado ao Brasil.

Russo está em prisão preventiva desde abril de 2022. No Brasil, ele também é investigado por lavagem de dinheiro, corrupção passiva e atos de espionagem, embora negue ser um espião. Já na Rússia, Cherkasov é procurado há mais de dez anos, suspeito de envolvimento com organização criminosa e tráfico de drogas.

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Jornalismo
Jornalismo
Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

Mais lidas

Terremoto de magnitude 7,7 atinge Indonésia e provoca alerta de tsunami

Um terremoto de magnitude 7,7 atingiu o leste da Indonésia nesta sexta-feira (14/8), às 18h58, no horário de Brasília, 5h58 de sábado (15) no...

EUA acusam Brasil de ajudar China a driblar tarifas

O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou o Brasil e outros 40 países de ajudar a China a driblar tarifas norte-americanas...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Brasil rejeita pressão dos EUA e mantém posição no Tribunal Penal Internacional

O Brasil decidiu não atender ao pedido dos Estados Unidos para que países da América Latina e do Caribe deixem o Tribunal Penal Internacional...

Número de mortos em terremoto na Colômbia passa de 250, segundo autoridades

O terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia na segunda-feira (10) já deixou mais de 250 mortos, segundo a Associação Colombiana das Capitais...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Líbano é o primeiro país do Oriente Médio a abolir pena de morte

O Parlamento do Líbano aboliu nesta terça-feira (11) a pena de morte, em uma decisão histórica que torna o país o primeiro do Oriente...

Parlamento do Líbano aprova abolição da pena de morte

O Parlamento do Líbano aprovou nesta terça-feira (11/8) uma lei que extingue a pena de morte para todos os crimes. Com a medida, o...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Terremoto de magnitude 7,7 atinge Indonésia e provoca alerta de tsunami

Um terremoto de magnitude 7,7 atingiu o leste da Indonésia nesta sexta-feira (14/8), às 18h58, no horário de Brasília, 5h58 de sábado (15) no...

EUA acusam Brasil de ajudar China a driblar tarifas

O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou o Brasil e outros 40 países de ajudar a China a driblar tarifas norte-americanas...

Brasil rejeita pressão dos EUA e mantém posição no Tribunal Penal Internacional

O Brasil decidiu não atender ao pedido dos Estados Unidos para que países da América Latina e do Caribe deixem o Tribunal Penal Internacional...

Número de mortos em terremoto na Colômbia passa de 250, segundo autoridades

O terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia na segunda-feira (10) já deixou mais de 250 mortos, segundo a Associação Colombiana das Capitais...

Líbano é o primeiro país do Oriente Médio a abolir pena de morte

O Parlamento do Líbano aboliu nesta terça-feira (11) a pena de morte, em uma decisão histórica que torna o país o primeiro do Oriente...

Parlamento do Líbano aprova abolição da pena de morte

O Parlamento do Líbano aprovou nesta terça-feira (11/8) uma lei que extingue a pena de morte para todos os crimes. Com a medida, o...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]