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“Ficou clara uma divisão de opiniões”, disse ministro de Relações Exteriores do Brasil a veto na ONU

Durante coletiva de imprensa, nesta quarta-feira (18), o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, lamentou o veto dos Estados Unidos à proposta brasileira para uma resolução sobre o conflito entre Israel e o Hamas em reunião no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

 “A nossa preocupação foi humanitária neste momento”, disse.

De acordo com as informações do site Metrópoles, o texto apresentado pelo Brasil foi aceito por 12 dos 15 membros, e precisaria de unanimidade. Viera disse ainda que era um pedido da maioria dos membros do conselho, de ter uma proposta mais “palatável para todos”

“Infelizmente, não foi possível aprovar essa resolução. Ficou clara uma divisão de opiniões, mas acho que, do nosso ponto de vista, fizemos todo o esforço possível para que cessassem todas as hostilidades e parassem o sacrifício humano”, analisou.

A Representação

Na reunião do Conselho da ONU, nesta terça-feira (17), na representação o EUA justificou o veto por causa de uma mudança no texto da proposta, de incluir um pedido de cessar-fogo imediato e com o argumento sobre a necessidade de uma cláusula sobre o direito de Israel se defender.

Na votação da proposta brasileira, Rússia e Reino Unido se abstiveram e apenas os EUA votou contra e outros 12 países votaram a favor: Albânia, Brasil, China, Emirados Árabes, Equador, França, Gabão, Gana, Japão, Malta, Moçambique e Suíça.

Membros permanentes do conselho têm poder de veto, independente do resultado da votação. Os EUA é membro permanente.

Pausas humanitárias

A proposta da diplomacia brasileira previa a revogação imediata da ordem de evacuação das áreas ao norte da Faixa de Gaza, propostas do texto do Brasil estavam “pausas humanitárias para permitir o acesso humanitário rápido e seguro”.

Também era enfatizada a necessidade de fornecer eletricidade, água, alimentos e medicamentos para a população civil de Gaza.

*Com informações Metrópoles

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Durante coletiva de imprensa, nesta quarta-feira (18), o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, lamentou o veto dos Estados Unidos à proposta brasileira para uma resolução sobre o conflito entre Israel e o Hamas em reunião no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

 “A nossa preocupação foi humanitária neste momento”, disse.

De acordo com as informações do site Metrópoles, o texto apresentado pelo Brasil foi aceito por 12 dos 15 membros, e precisaria de unanimidade. Viera disse ainda que era um pedido da maioria dos membros do conselho, de ter uma proposta mais “palatável para todos”

“Infelizmente, não foi possível aprovar essa resolução. Ficou clara uma divisão de opiniões, mas acho que, do nosso ponto de vista, fizemos todo o esforço possível para que cessassem todas as hostilidades e parassem o sacrifício humano”, analisou.

A Representação

Na reunião do Conselho da ONU, nesta terça-feira (17), na representação o EUA justificou o veto por causa de uma mudança no texto da proposta, de incluir um pedido de cessar-fogo imediato e com o argumento sobre a necessidade de uma cláusula sobre o direito de Israel se defender.

Na votação da proposta brasileira, Rússia e Reino Unido se abstiveram e apenas os EUA votou contra e outros 12 países votaram a favor: Albânia, Brasil, China, Emirados Árabes, Equador, França, Gabão, Gana, Japão, Malta, Moçambique e Suíça.

Membros permanentes do conselho têm poder de veto, independente do resultado da votação. Os EUA é membro permanente.

Pausas humanitárias

A proposta da diplomacia brasileira previa a revogação imediata da ordem de evacuação das áreas ao norte da Faixa de Gaza, propostas do texto do Brasil estavam “pausas humanitárias para permitir o acesso humanitário rápido e seguro”.

Também era enfatizada a necessidade de fornecer eletricidade, água, alimentos e medicamentos para a população civil de Gaza.

*Com informações Metrópoles

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