Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Fim da guerra na Ucrânia? Zelensky diz que negociaria com Putin

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que está disposto a seguir um caminho diplomático e conversar diretamente com o líder russo, Vladimir Putin, para acabar com a  guerra entre os países, que já dura quase três anos.

Ele disse que se sentar com Putin na mesa de negociações “fosse o único cenário em que poderíamos levar paz aos cidadãos da Ucrânia… definitivamente faríamos esse cenário, para uma reunião com esses quatro participantes”.

A fala aconteceu durante entrevista concedida ao jornalista britânico Piers Morgan, Zelensky declarou que exigiria a presença de UE (União Europeia) e Estados Unidos para estabelecer um acordo de paz.

Zelensky diz que negociaria com Putin para o fim da guerra na Ucrânia
Zelensky diz que negociaria com Putin para o fim da guerra na Ucrânia

“Se as pessoas acreditam que devemos passar para a via diplomática, e eu acredito que estamos prontos para passar para a via diplomática, precisamos ser os EUA, a Europa, a Ucrânia e a Rússia”, declarou com a possibilidade de outros países também participarem caso o encontro aconteça.

Ao ser questionado sobre a possibilidade de trégua nas sanções, Zelensky disse que isso poderia aumentar o risco de novas invasões. “Se as sanções forem suspensas da Federação Russa, acredito que isso aumentará o risco de uma segunda invasão”, frisou.

Eleições

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, havia dito ser cedo demais para uma conversa por acordo de paz envolvendo também EUA e União Europeia. Ele acusou Zelensky de ser “ilegítimo”, uma vez que o presidente ucraniano permaneceu no poder por mais tempo do que seu mandato.


Saiba mais: 

EUA aprova estudo clínico autorizando transplantes de rim de porco em humanos

Ministra da Saúde visita Manaus e anuncia aumento no custeio das equipes ribeirinhas


“Eu sempre estive aberto às eleições. Mas, durante uma guerra, eleições requerem alterações constitucionais e sérios ajustes legais. O fator chave não é apenas legal, é humano. Como os soldados nas trincheiras irão votar? E os milhões de ucranianos em territórios ocupados? As vozes deles não mais importam? E quanto aos 8 milhões de ucranianos que estão forçadamente em países estrangeiros por conta da guerra?”, questionou Zelensky das acusações, argumentando que o contexto de guerra impede que eleições legítimas sejam conduzidas.

O presidente russo, Vladimir Putin, teria rejeitado Zelensky em diversas ocasiões como participante de negociações, alegando que ele não se submeteu às eleições quando seu mandato terminou em maio de 2024.

Guerra dura quase três anos

Em 24 de fevereiro de 2022, as tropas russas invadiram a Ucrânia promovendo ataques a cidades próximas da capital, Kiev. O conflito no Leste da Europa segue marcado pelo acirramento das tensões entre a Rússia e a Ucrânia.

Um dos principais motivos para a guerra seria a possível entrada da Ucrânia na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), já que a Rússia demonstra interesse em recuperar seu território — uma vez que foi um dos maiores impérios do mundo.

Os ataques geraram milhões de mortos e feridos e refugiados, além de sanções econômicas e políticas em todo o mundo.

Volta de Trump

Os comentários foram feitos na entrevista surgem em meio à grande expectativa para que as negociações comecem desde a chegada de Donald Trump à Casa Branca prometendo acabar com os combates, que completem três anos em 20 de fevereiro.

Na segunda-feira, Trump, um crítico ao financiamento americano a Kiev, condicionou o envio de ajuda ao país a vantagens como o fornecimento de terras raras aos EUA. As terras raras são um grupo de elementos considerados cruciais em indústrias como a aeroespacial e, no que parece interessar Trump, de alta tecnologia. A Ucrânia tem reservas consideráveis, e era uma das principais exportadoras europeias antes da guerra.

*com informações de CNN Brasil

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que está disposto a seguir um caminho diplomático e conversar diretamente com o líder russo, Vladimir Putin, para acabar com a  guerra entre os países, que já dura quase três anos.

Ele disse que se sentar com Putin na mesa de negociações “fosse o único cenário em que poderíamos levar paz aos cidadãos da Ucrânia… definitivamente faríamos esse cenário, para uma reunião com esses quatro participantes”.

A fala aconteceu durante entrevista concedida ao jornalista britânico Piers Morgan, Zelensky declarou que exigiria a presença de UE (União Europeia) e Estados Unidos para estabelecer um acordo de paz.

Zelensky diz que negociaria com Putin para o fim da guerra na Ucrânia
Zelensky diz que negociaria com Putin para o fim da guerra na Ucrânia

“Se as pessoas acreditam que devemos passar para a via diplomática, e eu acredito que estamos prontos para passar para a via diplomática, precisamos ser os EUA, a Europa, a Ucrânia e a Rússia”, declarou com a possibilidade de outros países também participarem caso o encontro aconteça.

Ao ser questionado sobre a possibilidade de trégua nas sanções, Zelensky disse que isso poderia aumentar o risco de novas invasões. “Se as sanções forem suspensas da Federação Russa, acredito que isso aumentará o risco de uma segunda invasão”, frisou.

Eleições

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, havia dito ser cedo demais para uma conversa por acordo de paz envolvendo também EUA e União Europeia. Ele acusou Zelensky de ser “ilegítimo”, uma vez que o presidente ucraniano permaneceu no poder por mais tempo do que seu mandato.


Saiba mais: 

EUA aprova estudo clínico autorizando transplantes de rim de porco em humanos

Ministra da Saúde visita Manaus e anuncia aumento no custeio das equipes ribeirinhas


“Eu sempre estive aberto às eleições. Mas, durante uma guerra, eleições requerem alterações constitucionais e sérios ajustes legais. O fator chave não é apenas legal, é humano. Como os soldados nas trincheiras irão votar? E os milhões de ucranianos em territórios ocupados? As vozes deles não mais importam? E quanto aos 8 milhões de ucranianos que estão forçadamente em países estrangeiros por conta da guerra?”, questionou Zelensky das acusações, argumentando que o contexto de guerra impede que eleições legítimas sejam conduzidas.

O presidente russo, Vladimir Putin, teria rejeitado Zelensky em diversas ocasiões como participante de negociações, alegando que ele não se submeteu às eleições quando seu mandato terminou em maio de 2024.

Guerra dura quase três anos

Em 24 de fevereiro de 2022, as tropas russas invadiram a Ucrânia promovendo ataques a cidades próximas da capital, Kiev. O conflito no Leste da Europa segue marcado pelo acirramento das tensões entre a Rússia e a Ucrânia.

Um dos principais motivos para a guerra seria a possível entrada da Ucrânia na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), já que a Rússia demonstra interesse em recuperar seu território — uma vez que foi um dos maiores impérios do mundo.

Os ataques geraram milhões de mortos e feridos e refugiados, além de sanções econômicas e políticas em todo o mundo.

Volta de Trump

Os comentários foram feitos na entrevista surgem em meio à grande expectativa para que as negociações comecem desde a chegada de Donald Trump à Casa Branca prometendo acabar com os combates, que completem três anos em 20 de fevereiro.

Na segunda-feira, Trump, um crítico ao financiamento americano a Kiev, condicionou o envio de ajuda ao país a vantagens como o fornecimento de terras raras aos EUA. As terras raras são um grupo de elementos considerados cruciais em indústrias como a aeroespacial e, no que parece interessar Trump, de alta tecnologia. A Ucrânia tem reservas consideráveis, e era uma das principais exportadoras europeias antes da guerra.

*com informações de CNN Brasil

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Parlamentares dos EUA cobram Rubio sobre suposta interferência na eleição do Brasil

Um grupo de 31 parlamentares dos Estados Unidos enviou uma carta ao secretário de Estado, Marco Rubio, nesta quinta-feira (24/9), acusando o governo de...

Brasil deixa plenário da ONU durante discurso de Netanyahu

A delegação do Brasil deixou o plenário da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York, no momento em que o primeiro-ministro...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Trump recebe Xi Jinping e diz que decisões podem promover paz por décadas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebe nesta quinta-feira (24) o presidente da China, Xi Jinping, na Casa Branca, em Washington. O encontro...

Na ONU, Milei chama organização de “inútil”

Em seu discurso nesta quarta-feira (23/9) na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente argentino Javier Milei fez duras críticas à...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Super El Niño pode provocar 451 mil mortes no mundo, afirma estudo

Um estudo do Laboratório de Impacto Climático da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, estima que 451 mil pessoas podem morrer entre setembro de...

PCC e Comando Vermelho na mira do Escudo das Américas

O Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) estão entre as 24 organizações criminosas incluídas em uma ação conjunta anunciada por...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Parlamentares dos EUA cobram Rubio sobre suposta interferência na eleição do Brasil

Um grupo de 31 parlamentares dos Estados Unidos enviou uma carta ao secretário de Estado, Marco Rubio, nesta quinta-feira (24/9), acusando o governo de...

Brasil deixa plenário da ONU durante discurso de Netanyahu

A delegação do Brasil deixou o plenário da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York, no momento em que o primeiro-ministro...

Trump recebe Xi Jinping e diz que decisões podem promover paz por décadas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebe nesta quinta-feira (24) o presidente da China, Xi Jinping, na Casa Branca, em Washington. O encontro...

Na ONU, Milei chama organização de “inútil”

Em seu discurso nesta quarta-feira (23/9) na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente argentino Javier Milei fez duras críticas à...

Super El Niño pode provocar 451 mil mortes no mundo, afirma estudo

Um estudo do Laboratório de Impacto Climático da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, estima que 451 mil pessoas podem morrer entre setembro de...

PCC e Comando Vermelho na mira do Escudo das Américas

O Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) estão entre as 24 organizações criminosas incluídas em uma ação conjunta anunciada por...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]