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Guerra entre Israel e Hamas completa um mês sem expectativas de fim

O início do conflito no Oriente Médio entre Israel e Hamas completa um mês nesta terça-feira (7), contabilizando mais de 10.000 pessoas mortas e 32 mil feridos de acordo com o Ministério da Saúde palestino e aproximadamente 1.400 pessoas perdidas no enclave, segundo dados israelenses. Sem o número estimado de combatentes em ambos os lados.

Diariamente, alvos do grupo islâmico Hamas são atingidos na Faixa de Gaza pelas Forças de Defesa de Israel (FDI). Ataques aéreos e terrestres já destruíram grande parte da cidade, incluindo hospitais.


Saiba mais:

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A cidade que foi cercada por Israel ficou sem energia e água, sendo restabelecido o envio de ajuda humanitária para região somente duas semanas após o início do enclave.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou desde o início não aceitar um cessar-fogo, por definir como se seria o “equivalente a uma rendição”.

No contexto do conflito de Israel e Hamas, entra os Estados Unidos com apoio incondicional. Porém, foi o presidente da potência americana, Joe Biden, que conseguiu as primeiras concessões do governo israelense como a permissão da entrada de ajuda humanitária.

A Organização das Nações Unidas (ONU) não teve sucesso na intercessão do conflito. Todas as tratativas de seus membros permanentes foram rejeitadas, seguindo o regimento da composição, sendo aprovada somente no final de outubro uma proposta de resolução da Jordânia e dos países árabes. O texto pedia uma “trégua humanitária imediata” na guerra, o que não foi aceito.

“Assim como os EUA não concordariam com um cessar-fogo após o Pearl Harbor [quando o Japão atacou os EUA na 2ª Guerra] ou o 11 de setembro [data dos ataques às Torres Gêmeas, em Nova York], Israel não vai concordar com cessar-fogo”, assegurou Netanyahu.

Diante o combate diário, existiram as tentativas de excluir o povo palestino da área de combate, porém, o Hamas é acusado de usar os civis como escudo humano, o que vem causando retaliações ao governo de Israel, pelas mortes causadas nos combates aos civis, principalmente, de mulheres e crianças.

Desde o dia 1º de novembro a saída alternativa da zona de conflito na divisa com o Egito, a Passagem de Rafah, foi aberta para a retirada de estrangeiros e feridos. Até o momento o Brasil não foi contemplado com a liberação dos brasileiros que se encontram na região de Gaza.

Porém, o governo federal utilizou voos das Força Aérea Brasileira (FAB), com a operação “Voltando em Paz” para repatriação de 701 brasileiros que estavam em Israel e pediram ajuda para deixar o país, desde o início do enclave.

Por telefone, o presidente americano e Netanyahu, nesta segunda-feira (6), conversaram sobre “pausas táticas” das IDF para possibilitar que os civis busquem abrigo, que ajuda chegue aos que precisam e permitir a libertação de reféns, informou a Casa Branca por comunicado.

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O início do conflito no Oriente Médio entre Israel e Hamas completa um mês nesta terça-feira (7), contabilizando mais de 10.000 pessoas mortas e 32 mil feridos de acordo com o Ministério da Saúde palestino e aproximadamente 1.400 pessoas perdidas no enclave, segundo dados israelenses. Sem o número estimado de combatentes em ambos os lados.

Diariamente, alvos do grupo islâmico Hamas são atingidos na Faixa de Gaza pelas Forças de Defesa de Israel (FDI). Ataques aéreos e terrestres já destruíram grande parte da cidade, incluindo hospitais.


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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou desde o início não aceitar um cessar-fogo, por definir como se seria o “equivalente a uma rendição”.

No contexto do conflito de Israel e Hamas, entra os Estados Unidos com apoio incondicional. Porém, foi o presidente da potência americana, Joe Biden, que conseguiu as primeiras concessões do governo israelense como a permissão da entrada de ajuda humanitária.

A Organização das Nações Unidas (ONU) não teve sucesso na intercessão do conflito. Todas as tratativas de seus membros permanentes foram rejeitadas, seguindo o regimento da composição, sendo aprovada somente no final de outubro uma proposta de resolução da Jordânia e dos países árabes. O texto pedia uma “trégua humanitária imediata” na guerra, o que não foi aceito.

“Assim como os EUA não concordariam com um cessar-fogo após o Pearl Harbor [quando o Japão atacou os EUA na 2ª Guerra] ou o 11 de setembro [data dos ataques às Torres Gêmeas, em Nova York], Israel não vai concordar com cessar-fogo”, assegurou Netanyahu.

Diante o combate diário, existiram as tentativas de excluir o povo palestino da área de combate, porém, o Hamas é acusado de usar os civis como escudo humano, o que vem causando retaliações ao governo de Israel, pelas mortes causadas nos combates aos civis, principalmente, de mulheres e crianças.

Desde o dia 1º de novembro a saída alternativa da zona de conflito na divisa com o Egito, a Passagem de Rafah, foi aberta para a retirada de estrangeiros e feridos. Até o momento o Brasil não foi contemplado com a liberação dos brasileiros que se encontram na região de Gaza.

Porém, o governo federal utilizou voos das Força Aérea Brasileira (FAB), com a operação “Voltando em Paz” para repatriação de 701 brasileiros que estavam em Israel e pediram ajuda para deixar o país, desde o início do enclave.

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