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Hamas anuncia que respeitará cessar-fogo e libertará reféns israelenses no sábado (15)

Hamas recua e anúncio de libertação de reféns mantém esperança no cessar-fogo com Israel; soltura vai acontecer no sábado (15).

O grupo terrorista Hamas, que controla a Faixa de Gaza, afirmou nesta quinta-feira (13/2) que vai respeitar os termos do cessar-fogo e libertará os três reféns israelenses no sábado (15), como combinado anteriormente.

Após intensas conversas com Israel e Hamas desde quarta, os mediadores conseguiram nesta quinta-feira com que as partes envolvidas se comprometam a seguir com a implementação do cessar-fogo em Gaza, disse uma autoridade palestina à agência de notícias Reuters.

O anúncio do Hamas aconteceu após nova mobilização militar de Israel, cujas forças armadas se prepararam nos últimos dias para retomar os bombardeios em Gaza caso os reféns não fossem soltos. Israel chegou a convocar reservistas para se prepararem para a retomada do conflito.


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Cessar-fogo entre Israel e Hamas por um fio

O acordo de cessar-fogo interrompeu a guerra que já durava 15 meses.

O Hamas justificou a suspensão acusando Israel de “atrasar o retorno de pessoas deslocadas ao norte de Gaza”, “atingindo-as com bombardeios e tiros em várias áreas da Faixa” e de violar o acordo sobre suprimentos de ajuda.

Em resposta, Israel acusou o Hamas de uma “violação completa do acordo de cessar-fogo e do acordo para libertar os reféns”.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, interveio na questão e disse que se os reféns não fossem libertados como acordado, ele “deixaria o inferno explodir” em Gaza.

Com informações de G1. 

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O grupo terrorista Hamas, que controla a Faixa de Gaza, afirmou nesta quinta-feira (13/2) que vai respeitar os termos do cessar-fogo e libertará os três reféns israelenses no sábado (15), como combinado anteriormente.

Após intensas conversas com Israel e Hamas desde quarta, os mediadores conseguiram nesta quinta-feira com que as partes envolvidas se comprometam a seguir com a implementação do cessar-fogo em Gaza, disse uma autoridade palestina à agência de notícias Reuters.

O anúncio do Hamas aconteceu após nova mobilização militar de Israel, cujas forças armadas se prepararam nos últimos dias para retomar os bombardeios em Gaza caso os reféns não fossem soltos. Israel chegou a convocar reservistas para se prepararem para a retomada do conflito.


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O Hamas justificou a suspensão acusando Israel de “atrasar o retorno de pessoas deslocadas ao norte de Gaza”, “atingindo-as com bombardeios e tiros em várias áreas da Faixa” e de violar o acordo sobre suprimentos de ajuda.

Em resposta, Israel acusou o Hamas de uma “violação completa do acordo de cessar-fogo e do acordo para libertar os reféns”.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, interveio na questão e disse que se os reféns não fossem libertados como acordado, ele “deixaria o inferno explodir” em Gaza.

Com informações de G1. 

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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