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Histórico! ‘Ainda estou aqui’ vence o Oscar de Melhor Filme Internacional

Brasil já tinha sido indicado 22 vezes, mas nunca havia vencido nenhuma categoria

O filme brasileiro ‘Ainda estou aqui’ fez história e venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional na noite de domingo (2), em Los Angeles (Califórnia, EUA), no Teatro Dolby. Esta é a primeira estatueta que o Brasil, que já tinha sido indicado 22 vezes, mas nunca venceu nenhuma categoria.

O filme brasileiro venceu uma forte concorrência: Emilia Pérez”, representando a França, “Flow”, da Letônia, “A Garota da Agulha” (The Girl with the Needle), da Dinamarca, e “A Semente do Fruto Sagrado” (The Seed of the Sacred Fig), da Alemanha.

Veja o momento do anúncio:

Estrelado por Fernanda Torres e Selton Mello, o longa de Walter Salles marcou retorno à categoria após 26 anos e levou a melhor após a quinta indicação de Melhor Filme Internacional.  

Outras indicações

“Ainda Estou Aqui” ainda concorreu a Melhor Filme, que o vencedor foi ‘Anora’, e com Fernanda Torres como Melhor Atriz. Nessa segunda categoria, quem levou o prêmio foi Mikey Madison, também de ‘Anora’.


Saiba mais:

‘Ainda estou aqui’ tem melhor avaliação entre as produções da mesma categoria no Oscar

Oscar: Veja como foi a chegada de Fernanda Torres ao tapete vermelho


 

História de ‘Ainda estou aqui’

‘Ainda Estou Aqui’ é uma adaptação do livro autobiográfico de Marcelo Rubens Paiva, que narra a trajetória de sua mãe, Eunice Paiva, durante a ditadura militar no Brasil. Ambientada em 1970, a história retrata como a vida de uma mulher comum, casada com um importante político, muda drasticamente após o desaparecimento de seu marido, capturado pelo regime militar.

Filme "Ainda estou aqui" que teve indicações ao Oscar 2025. (FOTO: Divulgação)
Filme “Ainda estou aqui” que teve indicações ao Oscar 2025. (FOTO: Divulgação)

Forçada a abandonar sua rotina de dona de casa, Eunice (Fernanda Torres/Fernanda Montenegro) se transforma em uma ativista dos direitos humanos, lutando pela verdade sobre o paradeiro de seu marido e enfrentando as consequências brutais da repressão. O filme explora não apenas o drama pessoal de Eunice, mas também o impacto do regime militar na vida de milhares de famílias brasileiras, destacando o papel das mulheres na resistência.

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O filme brasileiro ‘Ainda estou aqui’ fez história e venceu o Oscar de Melhor Filme Internacional na noite de domingo (2), em Los Angeles (Califórnia, EUA), no Teatro Dolby. Esta é a primeira estatueta que o Brasil, que já tinha sido indicado 22 vezes, mas nunca venceu nenhuma categoria.

O filme brasileiro venceu uma forte concorrência: Emilia Pérez”, representando a França, “Flow”, da Letônia, “A Garota da Agulha” (The Girl with the Needle), da Dinamarca, e “A Semente do Fruto Sagrado” (The Seed of the Sacred Fig), da Alemanha.

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Estrelado por Fernanda Torres e Selton Mello, o longa de Walter Salles marcou retorno à categoria após 26 anos e levou a melhor após a quinta indicação de Melhor Filme Internacional.  

Outras indicações

“Ainda Estou Aqui” ainda concorreu a Melhor Filme, que o vencedor foi ‘Anora’, e com Fernanda Torres como Melhor Atriz. Nessa segunda categoria, quem levou o prêmio foi Mikey Madison, também de ‘Anora’.


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História de ‘Ainda estou aqui’

‘Ainda Estou Aqui’ é uma adaptação do livro autobiográfico de Marcelo Rubens Paiva, que narra a trajetória de sua mãe, Eunice Paiva, durante a ditadura militar no Brasil. Ambientada em 1970, a história retrata como a vida de uma mulher comum, casada com um importante político, muda drasticamente após o desaparecimento de seu marido, capturado pelo regime militar.

Filme "Ainda estou aqui" que teve indicações ao Oscar 2025. (FOTO: Divulgação)
Filme “Ainda estou aqui” que teve indicações ao Oscar 2025. (FOTO: Divulgação)

Forçada a abandonar sua rotina de dona de casa, Eunice (Fernanda Torres/Fernanda Montenegro) se transforma em uma ativista dos direitos humanos, lutando pela verdade sobre o paradeiro de seu marido e enfrentando as consequências brutais da repressão. O filme explora não apenas o drama pessoal de Eunice, mas também o impacto do regime militar na vida de milhares de famílias brasileiras, destacando o papel das mulheres na resistência.

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Ingrid Formoso
Ingrid Formoso
Jornalista , há mais de 10 anos, já passou pela assessoria de vários orgãos públicos do Estado, foi produtora de tv e rádio e agora é editora chefe do Portal que mais cresce no Amazonas.

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