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Homem que atropelou e matou pessoas em Nova Orleans agiu sozinho e inspirado pelo Estado Islâmico, diz FBI

Shamsud-Din Jabbar era um ex-militar; ele jogou caminhonete contra multidão em Nova Orleans e depois foi morto pela polícia.

O FBI, a polícia federal norte-americana, realizou nesta quinta (02/01) pronunciamento sobre o ataque em Nova Orleans que matou 15 pessoas na madrugada de quarta (1º): o órgão identificou o ator do crime como o ex-militar Shamsud-Din Jabbar, e disse que ele agiu sozinho.

Shamsud foi “100% inspirado pelo Estado Islâmico”, diz o FBI. O porta-voz Christopher Raia afirmou que as redes sociais do veterano estão sendo analisadas e as investigações prosseguem.

Além do ataque com o carro que matou as vítimas e deixou outras dezenas feridas, o autor do atentado ainda espalhou bombas por ruas de Nova Orleans. Dois explosivos foram encontrados e desarmados pela polícia: um deles estava em um cruzamento da rua do ataque e outro estava duas quadras do lado do ponto do atropelamento.

O FBI também afirmou que não existe ligação, até o momento, entre o ataque e a explosão de um carro modelo Tesla Cybertruck, em Las Vegas, na madrugada de hoje: O veículo, dirigido por um soldado da ativa do Exército dos EUA, explodiu em frente a um hotel da rede pertencente ao presidente eleito Donald Trump.


Leia mais:

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Entenda o caso

O ataque ocorreu por volta de 3h15 no horário local (6h15 no horário de Brasília) da quarta-feira. Shamsud-Din Jabbar, ex-militar e cidadão norte-americano que morava no Texas, avançou com sua caminhonete contra uma multidão em Nova Orleans. Segundo a contagem atualizada, 15 pessoas morreram e outras 35 ficaram feridas.

O ataque no popular French Quarter ocorreu enquanto as pessoas celebravam o Réveillon, e poucas horas antes da cidade sediar o The Sugar Bowl. O jogo anual de futebol americano será disputado entre a Universidade da Geórgia e a de Notre Dame.

Após atropelar as vítimas, Shamsud abriu fogo contra policiais e morreu na troca de tiros. A superintendente Anne Kirkpatrick, da Polícia de Nova Orleans, afirmou que o suspeito estava “tentando atropelar o máximo de pessoas possível”.

Dentro da caminhonete usada por ele no ataque, foi encontrada uma bandeira do grupo Estado Islâmico, organização criada após a invasão do Iraque em 2003.

Donald Trump, que assumirá a presidência dos EUA no dia 20, reforçou seu discurso anti-imigração em postagem após o crime. Ele escreveu na Truth Social:

“Quando eu disse que os criminosos que chegam são muito piores do que os criminosos que temos em nosso país, essa afirmação foi constantemente refutada pelos democratas e pela mídia fake news, mas acabou sendo verdade. A taxa de criminalidade em nosso país está em um nível que ninguém jamais viu antes”.

Quem era Shamsud-Din Jabbar?

Jabbar frequentou a Universidade do Estado da Georgia de 2015 a 2017, formando-se em Sistemas de Informação de Computadores. Ele já havia tido problemas anteriores com a polícia, incluindo roubo e dirigir sem carteira de motorista.

De acordo com um perfil do LinkedIn, que já foi removido, Jabbar trabalhou em várias funções no Exército dos EUA, incluindo recursos humanos e TI, antes de ser dispensado. Ele foi enviado para o Afeganistão de fevereiro de 2009 a janeiro de 2010. Foi casado duas vezes: Seu primeiro casamento terminou em 2012 e o segundo durou de 2017 a 2022.

*Com informações de UOL e BBC Brasil.

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O FBI, a polícia federal norte-americana, realizou nesta quinta (02/01) pronunciamento sobre o ataque em Nova Orleans que matou 15 pessoas na madrugada de quarta (1º): o órgão identificou o ator do crime como o ex-militar Shamsud-Din Jabbar, e disse que ele agiu sozinho.

Shamsud foi “100% inspirado pelo Estado Islâmico”, diz o FBI. O porta-voz Christopher Raia afirmou que as redes sociais do veterano estão sendo analisadas e as investigações prosseguem.

Além do ataque com o carro que matou as vítimas e deixou outras dezenas feridas, o autor do atentado ainda espalhou bombas por ruas de Nova Orleans. Dois explosivos foram encontrados e desarmados pela polícia: um deles estava em um cruzamento da rua do ataque e outro estava duas quadras do lado do ponto do atropelamento.

O FBI também afirmou que não existe ligação, até o momento, entre o ataque e a explosão de um carro modelo Tesla Cybertruck, em Las Vegas, na madrugada de hoje: O veículo, dirigido por um soldado da ativa do Exército dos EUA, explodiu em frente a um hotel da rede pertencente ao presidente eleito Donald Trump.


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O ataque no popular French Quarter ocorreu enquanto as pessoas celebravam o Réveillon, e poucas horas antes da cidade sediar o The Sugar Bowl. O jogo anual de futebol americano será disputado entre a Universidade da Geórgia e a de Notre Dame.

Após atropelar as vítimas, Shamsud abriu fogo contra policiais e morreu na troca de tiros. A superintendente Anne Kirkpatrick, da Polícia de Nova Orleans, afirmou que o suspeito estava “tentando atropelar o máximo de pessoas possível”.

Dentro da caminhonete usada por ele no ataque, foi encontrada uma bandeira do grupo Estado Islâmico, organização criada após a invasão do Iraque em 2003.

Donald Trump, que assumirá a presidência dos EUA no dia 20, reforçou seu discurso anti-imigração em postagem após o crime. Ele escreveu na Truth Social:

“Quando eu disse que os criminosos que chegam são muito piores do que os criminosos que temos em nosso país, essa afirmação foi constantemente refutada pelos democratas e pela mídia fake news, mas acabou sendo verdade. A taxa de criminalidade em nosso país está em um nível que ninguém jamais viu antes”.

Quem era Shamsud-Din Jabbar?

Jabbar frequentou a Universidade do Estado da Georgia de 2015 a 2017, formando-se em Sistemas de Informação de Computadores. Ele já havia tido problemas anteriores com a polícia, incluindo roubo e dirigir sem carteira de motorista.

De acordo com um perfil do LinkedIn, que já foi removido, Jabbar trabalhou em várias funções no Exército dos EUA, incluindo recursos humanos e TI, antes de ser dispensado. Ele foi enviado para o Afeganistão de fevereiro de 2009 a janeiro de 2010. Foi casado duas vezes: Seu primeiro casamento terminou em 2012 e o segundo durou de 2017 a 2022.

*Com informações de UOL e BBC Brasil.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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