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Indígenas do Equador pedem suspensão da extração de petróleo na Amazônia

Um grupo de indígenas waorani realizou uma manifestação nesta terça-feira (20/08), em frente ao Ministério de Energia em Quito, no Equador, exigindo a suspensão da extração de petróleo na reserva amazônica de Yasuní.

Os indígenas usaram penachos de plumas coloridas e estavam com lanças como forma de demonstrar sua ancestralidade. O motivo para a manifestação seria a insatisfação com o governo que não cumpriu a retirada progressiva e ordenada de toda a atividade relacionada à extração de petróleo em no máximo um ano.

Há um ano, 59% dos eleitores equatorianos decidiram em uma consulta popular deixar o petróleo debaixo da terra nessa área que faz parte de Yasuní (leste), uma reserva da biosfera onde vivem várias comunidades indígenas, algumas em isolamento voluntário.

“Viemos exigir o cumprimento do ‘Sim’ a Yasuní”, expressou Yasacama, que liderou cerca de 50 indígenas e ambientalistas em uma manifestação pacífica em frente à sede ministerial.


Leia  mais:

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O Equador estimou no ano passado perdas na margem de US$ 16,47 bilhões (R$ 89,8 bilhões na cotação atual) em duas décadas com o fechamento do bloco 43.

Ocupando apenas 0,08% de um milhão de hectares do parque amazônico protegido, o bloco 43 é o principal de todos os que produzem dentro de Yasuní e contribui com 10% da produção nacional total.

O presidente da nacionalidade waorani, Juan Bay, pediu na capital para “salvar a Terra, salvar esse pulmão do mundo que é Yasuní”.

Os especialistas também expressaram sua preocupação com as informações sobre a perfuração de novos poços e pediram às autoridades que apliquem urgentemente a vontade popular e acelerem o processo de transição.

A organização acrescentou que o “descumprimento” de Quito “destaca ainda mais as ações insuficientes de muitos governos globais para cumprir com seus compromissos” de frear as mudanças climáticas.

*Com informações da ISTOÉ

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Um grupo de indígenas waorani realizou uma manifestação nesta terça-feira (20/08), em frente ao Ministério de Energia em Quito, no Equador, exigindo a suspensão da extração de petróleo na reserva amazônica de Yasuní.

Os indígenas usaram penachos de plumas coloridas e estavam com lanças como forma de demonstrar sua ancestralidade. O motivo para a manifestação seria a insatisfação com o governo que não cumpriu a retirada progressiva e ordenada de toda a atividade relacionada à extração de petróleo em no máximo um ano.

Há um ano, 59% dos eleitores equatorianos decidiram em uma consulta popular deixar o petróleo debaixo da terra nessa área que faz parte de Yasuní (leste), uma reserva da biosfera onde vivem várias comunidades indígenas, algumas em isolamento voluntário.

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