Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Israel nega autoria da morte de líder do Hamas no Líbano

Foi confirmada pelo Hamas, nesta terça-feira (2/1) a morte de seu alto líder, Saleh Mohammed Suleiman Al-Arouri, em um ataque no sul de Beirute, no Líbano. Ele é considerado por Israel como líder político e militar palestino, considerado um dos principais fundadores das Brigadas Al-Qassam, ala militar do Hamas na Cisjordânia.

O conselheiro sênior do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, Mark Regev, disse que  “Israel não assumiu a responsabilidade por este ataque”, em entrevista à “MSNBC”.

“Mas quem o fez deve deixar claro que não se tratou de um ataque ao Estado libanês. Não foi um ataque nem mesmo ao Hezbollah”, prosseguiu Regev.

Enquanto isso, um ex-embaixador israelense nas Nações Unidas Danny Danon, elogiou as agências de segurança do país pelo “assassinato” de Arouri.

Al-Arouri

Membro do Hamas desde 1987, Al-Arouri começou a estabelecer e organizar um aparelho militar para o movimento na Cisjordânia em 1991, o que contribuiu para o lançamento efetivo das Brigadas Al-Qassam na Cisjordânia em 1992.

Ele foi o ex-vice-chefe do braço político do Hamas e participou, em 2011, da negociação da libertação do soldado israelense capturado Gilad Shalit em troca de 1.027 prisioneiros palestinos detidos em prisões israelenses.

Al-Arouri foi repetidamente preso por Israel, inclusive por longos períodos entre 1985 e 1992, e de 1992 a 2007, segundo o Conselho Europeu de Relações Exteriores.

Em 2010, ele foi deportado por Israel para a Síria, onde viveu durante três anos antes de se mudar para a Turquia e de lá para o Líbano.

Tribunal de Haia

Na terça-feira (2/1) o porta-voz do governo israelense, Eylon Levy, disse que o Estado de Israel comparecerá perante o Tribunal Internacional de Justiça em Haia “para dissipar o absurdo libelo de sangue da África do Sul”.

A referência do discurso é a alegação da África do Sul que Israel está cometendo genocídio em sua guerra contra o Hamas.


Leia também:

15% dos israelenses querem que Netanyahu permaneça no cargo

VÍDEO: FBI investiga terrorismo na colisão de automóveis cheios de galões de gasolina


 

Reunião com Delegação do Senado dos EUA

Membros do Comitê de Inteligência do Senado dos Estados Unidos viajaram nesta terça-feira (2/1) para se reunir com altos funcionários israelenses para discutir o estado da guerra Israel-Hamas.

Os legisladores deverão conversar com Netanyahu e líderes dos países árabes durante a visita, segundo a senadora democrata Kirsten Gillibrand.

*com informações CNN

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Foi confirmada pelo Hamas, nesta terça-feira (2/1) a morte de seu alto líder, Saleh Mohammed Suleiman Al-Arouri, em um ataque no sul de Beirute, no Líbano. Ele é considerado por Israel como líder político e militar palestino, considerado um dos principais fundadores das Brigadas Al-Qassam, ala militar do Hamas na Cisjordânia.

O conselheiro sênior do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, Mark Regev, disse que  “Israel não assumiu a responsabilidade por este ataque”, em entrevista à “MSNBC”.

“Mas quem o fez deve deixar claro que não se tratou de um ataque ao Estado libanês. Não foi um ataque nem mesmo ao Hezbollah”, prosseguiu Regev.

Enquanto isso, um ex-embaixador israelense nas Nações Unidas Danny Danon, elogiou as agências de segurança do país pelo “assassinato” de Arouri.

Al-Arouri

Membro do Hamas desde 1987, Al-Arouri começou a estabelecer e organizar um aparelho militar para o movimento na Cisjordânia em 1991, o que contribuiu para o lançamento efetivo das Brigadas Al-Qassam na Cisjordânia em 1992.

Ele foi o ex-vice-chefe do braço político do Hamas e participou, em 2011, da negociação da libertação do soldado israelense capturado Gilad Shalit em troca de 1.027 prisioneiros palestinos detidos em prisões israelenses.

Al-Arouri foi repetidamente preso por Israel, inclusive por longos períodos entre 1985 e 1992, e de 1992 a 2007, segundo o Conselho Europeu de Relações Exteriores.

Em 2010, ele foi deportado por Israel para a Síria, onde viveu durante três anos antes de se mudar para a Turquia e de lá para o Líbano.

Tribunal de Haia

Na terça-feira (2/1) o porta-voz do governo israelense, Eylon Levy, disse que o Estado de Israel comparecerá perante o Tribunal Internacional de Justiça em Haia “para dissipar o absurdo libelo de sangue da África do Sul”.

A referência do discurso é a alegação da África do Sul que Israel está cometendo genocídio em sua guerra contra o Hamas.


Leia também:

15% dos israelenses querem que Netanyahu permaneça no cargo

VÍDEO: FBI investiga terrorismo na colisão de automóveis cheios de galões de gasolina


 

Reunião com Delegação do Senado dos EUA

Membros do Comitê de Inteligência do Senado dos Estados Unidos viajaram nesta terça-feira (2/1) para se reunir com altos funcionários israelenses para discutir o estado da guerra Israel-Hamas.

Os legisladores deverão conversar com Netanyahu e líderes dos países árabes durante a visita, segundo a senadora democrata Kirsten Gillibrand.

*com informações CNN

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Jornalismo
Jornalismo
Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

Mais lidas

Parlamento do Líbano aprova abolição da pena de morte

O Parlamento do Líbano aprovou nesta terça-feira (11/8) uma lei que extingue a pena de morte para todos os crimes. Com a medida, o...

Bashar al-Assad é condenado à morte por crimes contra a humanidade

O ex-presidente da Síria Bashar al-Assad foi condenado à pena de morte nesta terça-feira (11) por um tribunal sírio, em julgamento realizado à revelia,...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Número de mortes chega a 132 após terremoto na Colômbia

O número de mortos no terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia nesta segunda-feira (10/8) subiu para 132, segundo a Asocapitales, associação que...

Deputado dos EUA compara Lula a Maduro em montagem

O deputado republicano Carlos Gimenez publicou na rede social X uma montagem do presidente Lula (PT) no lugar do venezuelano Nicolás Maduro, no dia...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Trump reduz lista de vacinas recomendadas a crianças nos Estados Unidos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira (10/8) uma ordem executiva que restringe a 11 doenças a lista de imunizações recomendadas...

Após terremoto na Colômbia, Lula oferece apoio do Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou nesta segunda-feira (10), por meio de nota oficial, preocupação e solidariedade ao povo colombiano após um...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Parlamento do Líbano aprova abolição da pena de morte

O Parlamento do Líbano aprovou nesta terça-feira (11/8) uma lei que extingue a pena de morte para todos os crimes. Com a medida, o...

Bashar al-Assad é condenado à morte por crimes contra a humanidade

O ex-presidente da Síria Bashar al-Assad foi condenado à pena de morte nesta terça-feira (11) por um tribunal sírio, em julgamento realizado à revelia,...

Número de mortes chega a 132 após terremoto na Colômbia

O número de mortos no terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia nesta segunda-feira (10/8) subiu para 132, segundo a Asocapitales, associação que...

Deputado dos EUA compara Lula a Maduro em montagem

O deputado republicano Carlos Gimenez publicou na rede social X uma montagem do presidente Lula (PT) no lugar do venezuelano Nicolás Maduro, no dia...

Trump reduz lista de vacinas recomendadas a crianças nos Estados Unidos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira (10/8) uma ordem executiva que restringe a 11 doenças a lista de imunizações recomendadas...

Após terremoto na Colômbia, Lula oferece apoio do Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou nesta segunda-feira (10), por meio de nota oficial, preocupação e solidariedade ao povo colombiano após um...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]