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Israel quer reféns libertados até o Ramadã e ameaça ofensiva em Rafah

“Se até ao Ramadã os reféns não estiverem em casa, os combates continuarão em todo o lado, incluindo na região de Rafah”, declarou o ministro israelita Benny Gantz, membro do gabinete de guerra do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, no domingo (18/02).

O Ramadã, mês sagrado dos muçulmanos, começa este ano a 10 de março.

“O Hamas tem uma escolha. Eles podem render-se, libertar os reféns e os civis de Gaza poderão celebrar o festival do Ramadã”, acrescentou Gantz, ex-chefe do exército israelita, em Jerusalém.

O ministro de Israel garante que uma ofensiva seria realizada de forma coordenada e no quadro de um diálogo com parceiros norte-americanos e egípcios, facilitando a retirada de civis para minimizar tanto quanto possível o número de vítimas em suas fileiras.

Netanyahu reiterou no sábado (17/02) que está determinado a levar realizar ofensiva terrestre em Rafah, no sul do enclave e junto à fronteira com o Egito, onde se encontram 1,4 milhões de palestinianos, apesar dos apelos de parte da comunidade internacional.


Leia também:

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O Hamas lançou no 07 de outubro de 2023 um ataque contra o sul de Israel, que causou a morte de mais de 1.160 pessoas, a maioria civis, segundo uma contagem da agência de notícias France-Presse baseada em números oficiais israelitas.

Cerca de 250 pessoas foram raptadas e levadas para Gaza, de acordo com as autoridades israelitas. Destas, perto de cem foram libertadas no final de novembro, durante uma trégua em troca de prisioneiros palestinianos, e 132 reféns continuam detidos no território palestiniano.

O Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, disse no domingo que Rafah e a cidade vizinha de Khan Yunis, bem como outras áreas do enclave palestiniano, foram alvos de bombardeamentos israelitas que deixaram 127 mortos nas 24 horas anteriores.

Em Khan Yunis, o hospital Nasser “já não funciona depois de um cerco de uma semana, seguido de um ataque em curso”, disse o líder do Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, na rede social X.

Hamas, a ofensiva israelita fez quase 29 mil mortos e 68.400 feridos, na maioria civis.

*Com informaçoes Metrópoles

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“Se até ao Ramadã os reféns não estiverem em casa, os combates continuarão em todo o lado, incluindo na região de Rafah”, declarou o ministro israelita Benny Gantz, membro do gabinete de guerra do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, no domingo (18/02).

O Ramadã, mês sagrado dos muçulmanos, começa este ano a 10 de março.

“O Hamas tem uma escolha. Eles podem render-se, libertar os reféns e os civis de Gaza poderão celebrar o festival do Ramadã”, acrescentou Gantz, ex-chefe do exército israelita, em Jerusalém.

O ministro de Israel garante que uma ofensiva seria realizada de forma coordenada e no quadro de um diálogo com parceiros norte-americanos e egípcios, facilitando a retirada de civis para minimizar tanto quanto possível o número de vítimas em suas fileiras.

Netanyahu reiterou no sábado (17/02) que está determinado a levar realizar ofensiva terrestre em Rafah, no sul do enclave e junto à fronteira com o Egito, onde se encontram 1,4 milhões de palestinianos, apesar dos apelos de parte da comunidade internacional.


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Cerca de 250 pessoas foram raptadas e levadas para Gaza, de acordo com as autoridades israelitas. Destas, perto de cem foram libertadas no final de novembro, durante uma trégua em troca de prisioneiros palestinianos, e 132 reféns continuam detidos no território palestiniano.

O Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, disse no domingo que Rafah e a cidade vizinha de Khan Yunis, bem como outras áreas do enclave palestiniano, foram alvos de bombardeamentos israelitas que deixaram 127 mortos nas 24 horas anteriores.

Em Khan Yunis, o hospital Nasser “já não funciona depois de um cerco de uma semana, seguido de um ataque em curso”, disse o líder do Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, na rede social X.

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*Com informaçoes Metrópoles

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