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Autoridades japonesas emitem alerta para possível megaterremoto

A Agência Meteorológica do Japão alertou nesta terça-feira (9/12) para a possibilidade de um terremoto de grande intensidade atingir o norte do país nos próximos dias. Segundo o órgão, a análise de eventos sísmicos recentes indica risco de um tremor com magnitude igual ou superior a 8 ao longo das fossas do Japão e de Chishima, próximas à ilha de Hokkaido.

O alerta foi detalhado por Morikubo Tsukasa, integrante do gabinete da primeira-ministra responsável pela gestão de desastres. Ele ressaltou à emissora NHK que não há garantia de que o tremor ocorrerá, mas reforçou que a população deve adotar medidas preventivas. É a primeira vez que esse tipo de aviso é emitido desde a criação da categoria, em 2022.

A comunicação oficial ocorre um dia após um terremoto de magnitude 7,5 atingir a região de Aomori, no nordeste japonês, deixando ao menos 30 feridos e obrigando milhares de moradores a deixar suas casas. O tremor ocorreu às 23h15 (horário local), a 50 quilômetros de profundidade, e provocou alertas de tsunami que foram posteriormente suspensos. Ondas de até 70 centímetros chegaram a ser registradas.

O impacto também causou interrupções no fornecimento de energia para cerca de 2.700 residências e suspendeu parte dos serviços ferroviários na costa nordeste. Ordens de evacuação foram emitidas para aproximadamente 90 mil pessoas.


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As usinas nucleares de Higashidori e Onagawa não registraram anormalidades após o terremoto, informou a Tohoku Electric Power. A antiga usina de Fukushima, que sofreu danos severos após o megaterremoto de 2011, também não apresentou alterações, segundo autoridades comunicadas à Agência Internacional de Energia Atômica.

O Japão está entre os países com maior atividade sísmica do planeta, com cerca de 1,5 mil tremores registrados anualmente. No início deste ano, o comitê nacional de estudos sísmicos estimou entre 60% e 90% a probabilidade de um megaterremoto atingir a Fossa de Nankai nos próximos 30 anos, cenário que, segundo especialistas, poderia causar destruição em larga escala e centenas de milhares de mortes.

(*)Com informações do G1

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A Agência Meteorológica do Japão alertou nesta terça-feira (9/12) para a possibilidade de um terremoto de grande intensidade atingir o norte do país nos próximos dias. Segundo o órgão, a análise de eventos sísmicos recentes indica risco de um tremor com magnitude igual ou superior a 8 ao longo das fossas do Japão e de Chishima, próximas à ilha de Hokkaido.

O alerta foi detalhado por Morikubo Tsukasa, integrante do gabinete da primeira-ministra responsável pela gestão de desastres. Ele ressaltou à emissora NHK que não há garantia de que o tremor ocorrerá, mas reforçou que a população deve adotar medidas preventivas. É a primeira vez que esse tipo de aviso é emitido desde a criação da categoria, em 2022.

A comunicação oficial ocorre um dia após um terremoto de magnitude 7,5 atingir a região de Aomori, no nordeste japonês, deixando ao menos 30 feridos e obrigando milhares de moradores a deixar suas casas. O tremor ocorreu às 23h15 (horário local), a 50 quilômetros de profundidade, e provocou alertas de tsunami que foram posteriormente suspensos. Ondas de até 70 centímetros chegaram a ser registradas.

O impacto também causou interrupções no fornecimento de energia para cerca de 2.700 residências e suspendeu parte dos serviços ferroviários na costa nordeste. Ordens de evacuação foram emitidas para aproximadamente 90 mil pessoas.


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As usinas nucleares de Higashidori e Onagawa não registraram anormalidades após o terremoto, informou a Tohoku Electric Power. A antiga usina de Fukushima, que sofreu danos severos após o megaterremoto de 2011, também não apresentou alterações, segundo autoridades comunicadas à Agência Internacional de Energia Atômica.

O Japão está entre os países com maior atividade sísmica do planeta, com cerca de 1,5 mil tremores registrados anualmente. No início deste ano, o comitê nacional de estudos sísmicos estimou entre 60% e 90% a probabilidade de um megaterremoto atingir a Fossa de Nankai nos próximos 30 anos, cenário que, segundo especialistas, poderia causar destruição em larga escala e centenas de milhares de mortes.

(*)Com informações do G1

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