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Japão alerta moradores a buscar abrigo depois de míssil norte-coreano

Nesta quinta-feira (3), a Coreia do Norte lançou um míssil balístico internacional em direção ao Japão, o que fez o governo japonês emitir um alerta para que os cidadãos no norte do país buscassem abrigo. Um alerta também foi emitido a moradores da ilha sul-coreana de Ulleungdo, no leste do país, em razão do mesmo míssil. O míssil norte-coreano caiu no mar e o alerta dos dois países foi desativado.

A situação segue tensa na península coreana. Na quarta-feira 2, o Exército de Kim Jong-un, num exercício militar, disparou 23 mísseis — um número recorde em um dia. Esses disparos foram uma retaliação às recentes manobras conjuntas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul na região. Desses 23 mísseis, alguns atingiram o espaço marítimo da Coreia do Sul, que revidou.

Os Estados Unidos condenaram o disparo do míssil balístico internacional desta quinta e, em resposta, decidiram prolongar os exercícios aéreos na região. “Esta ação ressalta a necessidade de todos os países implementarem totalmente as resoluções do Conselho de Segurança da ONU, que visam proibir (a Coreia do Norte) de adquirir as tecnologias e materiais necessários para realizar esses testes desestabilizadores”, declarou o governo norte-americano.

O Exército da Coreia do Sul, que monitorou o lançamento do míssil desta quinta-feira, disse que o disparo lançado pelo país vizinho falhou.

O governo norte-coreano afirmou que testou um “novo tipo de míssil balístico terra-terra de alcance intermediário” e que, ao lado de outros testes, eram “exercícios nucleares táticos” que simulavam um ataque contra a Coreia do Sul.

 

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Nesta quinta-feira (3), a Coreia do Norte lançou um míssil balístico internacional em direção ao Japão, o que fez o governo japonês emitir um alerta para que os cidadãos no norte do país buscassem abrigo. Um alerta também foi emitido a moradores da ilha sul-coreana de Ulleungdo, no leste do país, em razão do mesmo míssil. O míssil norte-coreano caiu no mar e o alerta dos dois países foi desativado.

A situação segue tensa na península coreana. Na quarta-feira 2, o Exército de Kim Jong-un, num exercício militar, disparou 23 mísseis — um número recorde em um dia. Esses disparos foram uma retaliação às recentes manobras conjuntas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul na região. Desses 23 mísseis, alguns atingiram o espaço marítimo da Coreia do Sul, que revidou.

Os Estados Unidos condenaram o disparo do míssil balístico internacional desta quinta e, em resposta, decidiram prolongar os exercícios aéreos na região. “Esta ação ressalta a necessidade de todos os países implementarem totalmente as resoluções do Conselho de Segurança da ONU, que visam proibir (a Coreia do Norte) de adquirir as tecnologias e materiais necessários para realizar esses testes desestabilizadores”, declarou o governo norte-americano.

O Exército da Coreia do Sul, que monitorou o lançamento do míssil desta quinta-feira, disse que o disparo lançado pelo país vizinho falhou.

O governo norte-coreano afirmou que testou um “novo tipo de míssil balístico terra-terra de alcance intermediário” e que, ao lado de outros testes, eram “exercícios nucleares táticos” que simulavam um ataque contra a Coreia do Sul.

 

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