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Macron diz que envio de tropas ocidentais para a Ucrânia “não está excluído”

O presidente francês, Emmanuel Macron, revelou nesta segunda-feira (26/2), que não descarta que tropas ocidentais lutem no terreno na Ucrânia, mas admitiu que não houve consenso nesta matéria numa reunião de cerca de duas dezenas de líderes europeus em Paris, convocada pelo próprio Macron.

“Não há consenso para apoiar oficialmente tropas no terreno. Dito isto, nada deve ser excluído. Faremos tudo o que pudermos para garantirmos que a Rússia não prevaleça”, afiançou.


Leia também:

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Foi a primeira vez que se abriu a discussão sobre se os Estados deverão fornecer tropas para apoiar o cada vez mais desfalcado exército ucraniano.

“Tudo foi discutido de forma muito direta e aberta”, garantiu Macron.

Falando no final da reunião, onde também esteve presente o primeiro-ministro português, António Costa, Macron avisou que há uma mudança na posição da Rússia e que Moscou está a tentar conquistar mais território, com os olhos não só na Ucrânia mas também em outros países. “A Rússia apresenta um grande perigo”, sublinhou o presidente francês.

Na reunião convocada por Macron estiveram ainda o chanceler alemão Olaf Scholz, o ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, David Cameron, o presidente polaco, Andrzej Duda, ou o primeiro-ministro neerlandês, bem como representantes dos Estados Unidos e Canadá.

A presidência francesa quis galvanizar os ânimos ocidentais e sensibilizar para a necessidade de apoio à Ucrânia, respondendo à crescente ameaça de Putin.

*Com informações CNN

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O presidente francês, Emmanuel Macron, revelou nesta segunda-feira (26/2), que não descarta que tropas ocidentais lutem no terreno na Ucrânia, mas admitiu que não houve consenso nesta matéria numa reunião de cerca de duas dezenas de líderes europeus em Paris, convocada pelo próprio Macron.

“Não há consenso para apoiar oficialmente tropas no terreno. Dito isto, nada deve ser excluído. Faremos tudo o que pudermos para garantirmos que a Rússia não prevaleça”, afiançou.


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Na reunião convocada por Macron estiveram ainda o chanceler alemão Olaf Scholz, o ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, David Cameron, o presidente polaco, Andrzej Duda, ou o primeiro-ministro neerlandês, bem como representantes dos Estados Unidos e Canadá.

A presidência francesa quis galvanizar os ânimos ocidentais e sensibilizar para a necessidade de apoio à Ucrânia, respondendo à crescente ameaça de Putin.

*Com informações CNN

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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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