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Maduro pede que Estados Unidos reduza tensões e teme por “conflito militar de grande impacto”

Em meio a ameaças e movimentações militares, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pediu na noite de sexta-feira (5/9) que os Estados Unidos reduzam as tensões bilaterais, advertindo que a escalada pode resultar em um “conflito militar de grande impacto”. Em discurso à milícia bolivariana, Maduro acusou o governo Donald Trump de insistir em uma “mudança violenta de regime” na América Latina e no Caribe.

“Os EUA precisam abandonar esse plano de desestabilização e respeitar a soberania, o direito à paz e à independência. Nenhuma diferença justifica um conflito armado ou violência na América do Sul”, disse Maduro, fardado, durante o encontro.

A declaração veio horas depois de Trump autorizar os militares americanos a derrubar aviões venezuelanos que ameacem navios dos EUA no Caribe. O episódio elevou a tensão após dois caças F-16 da Venezuela sobrevoarem o destróier USS Jason Dunham na quinta-feira, em meio a operações contra o tráfico de drogas na região.

Em resposta, Washington reforçou sua presença militar, enviando dez caças F-35 para a base de Porto Rico, onde já estavam posicionados sete navios de guerra e um submarino nuclear. O Pentágono classificou o sobrevoo venezuelano como “altamente provocativo” e uma tentativa de demonstração de força.


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Segundo a CNN Internacional, Trump avalia até mesmo bombardear alvos em território venezuelano ligados a cartéis de drogas. Fontes ouvidas pela emissora afirmaram que o ataque a um navio venezuelano que deixou 11 mortos recentemente “foi apenas o começo”.

Maduro rebateu as acusações de envolvimento com o narcotráfico e disse que a Venezuela “sempre esteve disposta ao diálogo, mas exige respeito”. Ele também chamou de “beco sem saída” a estratégia da Casa Branca e prometeu resistir a qualquer agressão.

Apesar de negar formalmente planos de mudança de regime, Trump voltou a questionar a legitimidade da reeleição de Maduro, classificando-a como “estranha”. O governo americano acusa o líder chavista de chefiar o Cartel de Los Soles e oferece uma recompensa de US$ 50 milhões (cerca de R$ 270 milhões) por sua captura.

(*)Com informações do G1 e CNN Brasil

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Em meio a ameaças e movimentações militares, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pediu na noite de sexta-feira (5/9) que os Estados Unidos reduzam as tensões bilaterais, advertindo que a escalada pode resultar em um “conflito militar de grande impacto”. Em discurso à milícia bolivariana, Maduro acusou o governo Donald Trump de insistir em uma “mudança violenta de regime” na América Latina e no Caribe.

“Os EUA precisam abandonar esse plano de desestabilização e respeitar a soberania, o direito à paz e à independência. Nenhuma diferença justifica um conflito armado ou violência na América do Sul”, disse Maduro, fardado, durante o encontro.

A declaração veio horas depois de Trump autorizar os militares americanos a derrubar aviões venezuelanos que ameacem navios dos EUA no Caribe. O episódio elevou a tensão após dois caças F-16 da Venezuela sobrevoarem o destróier USS Jason Dunham na quinta-feira, em meio a operações contra o tráfico de drogas na região.

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Apesar de negar formalmente planos de mudança de regime, Trump voltou a questionar a legitimidade da reeleição de Maduro, classificando-a como “estranha”. O governo americano acusa o líder chavista de chefiar o Cartel de Los Soles e oferece uma recompensa de US$ 50 milhões (cerca de R$ 270 milhões) por sua captura.

(*)Com informações do G1 e CNN Brasil

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